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388039 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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enunciado 388039-1

Considerando o poema apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do Romantismo brasileiro.

O uso de vocativo e de pontuação expressiva constitui recurso textual que colabora para atribuir ao texto tom característico da oratória, próprio da poesia condoreira.

 

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388038 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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enunciado 388038-1

Considerando o poema apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do Romantismo brasileiro.

Esse poema de Castro Alves é representativo da poesia da primeira geração romântica, cujo projeto era fundado na perspectiva nacionalista e buscava libertar a literatura brasileira das influências literárias portuguesas.

 

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388037 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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O Zé Pereira chegou de caravela

E preguntou pro guarani da mata virgem

— Sois cristão?

— Não. Sou bravo, sou forte, sou filho da MorteTeterê

tetê Quizá Quizá Quecê!

Lá longe a onça resmungava Uu! ua! uu!

O negro zonzo saído da fornalha

Tomou a palavra e respondeu

— Sim pela graça de Deus

Canhem Babá Canhem Babá Cum Cum!

E fizeram o Carnaval.

Oswald de Andrade. Brasil. In: Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald. São Paulo, Círculo do Livro.

Acerca do poema precedente e de aspectos da literatura brasileira a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.

O poema estabelece explícita intertextualidade com a obra I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, poeta do Romantismo brasileiro.

 

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388036 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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O Zé Pereira chegou de caravela

E preguntou pro guarani da mata virgem

— Sois cristão?

— Não. Sou bravo, sou forte, sou filho da MorteTeterê

tetê Quizá Quizá Quecê!

Lá longe a onça resmungava Uu! ua! uu!

O negro zonzo saído da fornalha

Tomou a palavra e respondeu

— Sim pela graça de Deus

Canhem Babá Canhem Babá Cum Cum!

E fizeram o Carnaval.

Oswald de Andrade. Brasil. In: Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald. São Paulo, Círculo do Livro.

Acerca do poema precedente e de aspectos da literatura brasileira a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.

A liberdade formal e o coloquialismo presentes no poema apresentado são também características marcantes do projeto literário dos poetas modernistas da geração de 1945.

 

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370297 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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São características do Pós-Modernismo, exceto:
 

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370296 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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Assinale a alternativa que apresenta as preocupações estéticas da Primeira Geração Modernista.
 

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370295 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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São características do Pré-Modernismo, Exceto:
 

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370294 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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Sobre cultismo e conceptismo, os dois aspectos construtivos do Barroco, assinale a única alternativa incorreta:
 

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Leia atentamente o poema Lundu do escritor difícil, de Mário de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.

Lundu¹ do escritor difícil

Eu sou um escritor difícil

Que a muita gente enquizila²,

Porém essa culpa é fácil

De se acabar duma vez:

É só tirar a cortina

Que entra luz nesta escurez.

Cortina de brim caipora,

Com teia caranguejeira

E enfeite ruim de caipira,

Fale fala brasileira

Que você enxerga bonito

Tanta luz nesta capoeira

Tal-e-qual numa gupiara³.

Misturo tudo num saco,

Mas gaúcho maranhense

Que para no Mato Grosso,

Bate este angu de caroço

Ver sopa de caruru4 ;

A vida é mesmo um buraco,

Bobo é quem não é tatu!

Eu sou um escritor difícil,

Porém culpa de quem é!…

Todo difícil é fácil,

Abasta a gente saber.

Bajé, pixé5 , chué6 , ôh “xavié”

De tão fácil virou fóssil,

O difícil é aprender!

Virtude de urubutinga7

De enxergar tudo de longe!

Não carece vestir tanga

Pra penetrar meu caçanje8 !

Você sabe o francês “singe”9

Mas não sabe o que é guariba?

— Pois é macaco, seu mano,

Que só sabe o que é da estranja10 .

ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Edição crítica de Diléa Zanotto Manfio. Belo Horizonte:Ed) Itatiaia, 2005.

1. Lundu: “Peça popular apenas cantada, de caráter brejeiro, derivada da dança do mesmo nome, muito em voga nos salões da sociedade colonial, a partir do século XIX, influindo em algumas formas do folclore brasileiro atual”. (Dicionário Michaelis Online)

2. Enquizila: Aquilo que provoca quizila, ou seja, “Sentimento de repulsa ou aversão por alguém ou algo, sem uma explicação racional; antipatia, ojeriza”. (Dicionário Michaelis Online)

3. Gupiara: “Depósito de cascalho em lugar elevado, acima do nível das águas”. (Dicionário Michaelis Online)

4. Sopa de caruru: Prato afro-brasileiro; entre os ingredientes, está o caruru, vegetal comestível.

5. Pixé: “Diz-se de comida queimada ou em que entrou fumaça”. (Dicionário Michaelis Online)

6. Chué: “Ordinário ou de pouco valor; apoucado, reles”. (Dicionário Michaelis Online)

7. Urubutinga: Espécie de urubu.

8. Caçanje: “Português malfalado ou mal escrito”. (Dicionário Michaelis Online)

9. Singe: Do francês, macaco.

10. Estranja: Relativo ao estrangeiro.

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – No próprio poema, Mário de Andrade identifica a solução para que os leitores não o considerem um escritor difícil: que falem e aprendam a “fala brasileira”.

II – No décimo verso, Mário de Andrade dá um conselho ao seu leitor, por meio do emprego do modo verbal imperativo.

III – Nos dois últimos versos, o escritor utiliza-se do discurso indireto para indicar o significado da palavra guariba

É (São) correta(s) a(s) afirmação (ões):

 

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Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala. Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão. (Ramos, G. Vidas secas. http://www.portalentretextos.com.br/download/livrosonline/vidas_secas.pdf) Dentro do movimento modernista brasileiro, onde se encaixa o trecho acima, do livro Vidas secas, de Graciliano Ramos?
 

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