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3052663 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

Sobre a leitura do conto de Guimarães Rosa e do conto de Machado de Assis, julgue os itens a seguir:

I – Nos dois contos o papel das mulheres é manter a casa e a criação dos filhos enquanto seus maridos estão se comportando como loucos.

II – A mãe do narrador-personagem de “A terceira margem do rio” é apresentada como mulher forte por seu caráter decidido, enquanto que em “O Alienista” a esposa do médico é alguém forte pelos aspectos físicos.

III – Os filhos do alienista sofrem por seu comportamento estranho tanto quanto os filhos do pai que decide morar em uma canoa em “A terceira margem do rio”.

IV - O desfecho das duas narrativas tem o mesmo tom melancólico, pois falam sobre morte.

Estão corretas as afirmativas:

 

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3052662 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

Segundo o conto de Machado de Assis, após o confinamento de várias pessoas diagnosticadas como loucas no manicômio do alienista, houve uma rebelião liderada por Porfírio, o barbeiro. A revolta ficou conhecida como:

 

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3052661 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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“Ilustre dama, no fim de dois meses, achou-se a mais desgraçada das mulheres; caiu em profunda melancolia, ficou amarela, magra, comia pouco e suspirava a cada canto. (...) Um dia, ao jantar, como lhe perguntasse o marido o que é que tinha, respondeu tristemente que nada; depois atreveu-se um pouco, e foi ao ponto de dizer que se considerava tão viúva como dantes. E acrescentou:

—Quem diria nunca que meia dúzia de lunáticos...

(...)

—Consinto que vás dar um passeio ao Rio de Janeiro. D. Evarista sentiu faltar-lhe o chão debaixo dos pés. Nunca dos nuncas vira o Rio de Janeiro (...). Ver o Rio de Janeiro, para ela, equivalia ao sonho do hebreu cativo.

(...)

—Oh! mas o dinheiro que será preciso gastar! suspirou D. Evarista sem convicção.

—Que importa? Temos ganho muito, disse o marido. Ainda ontem o escriturário prestou-me contas. Queres ver?

E levou-a aos livros. D. Evarista ficou deslumbrada. Era uma via-láctea de algarismos. E depois levou-a às arcas, onde estava o dinheiro.

Deus! eram montes de ouro, eram mil cruzados sobre mil cruzados, dobrões sobre dobrões; era a opulência. Enquanto ela comia o ouro com os seus olhos negros, o alienista fitava-a, e dizia-lhe ao ouvido com a mais pérfida das alusões:

—Quem diria que meia dúzia de lunáticos...”

Nesse trecho da narrativa, o alienista repetiu a frase que a esposa dissera no início do diálogo. Pelo contexto e pela leitura do conto, pode-se afirmar que a frase, quando repetida pelo marido ao final da conversa, teve o sentido de:

 

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3052660 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

Sobre “O Alienista”, de Machado de Assis, leia a seguinte afirmação: O protagonista da história é o Dr. , um médico psiquiatra que constrói um manicômio chamado , uma das casas mais bonitas da cidade de .

As respostas que preenchem satisfatoriamente as lacunas, de acordo com o enredo do conto de Machado de Assis, respectivamente, são:

 

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3052659 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

No desfecho da narrativa de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, o narrador, já depois de certa idade, vai até a margem do rio propor uma troca de lugar com o pai, mas nesse momento:

 

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3052658 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

Dos trechos abaixo, transcritos de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, aquele que mais se associa diretamente com o título do conto é:

 

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3052657 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:

Sobre o conto “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, leia o trecho para responder a questão:

“...depositei num oco de pedra do barranco, a salvo de bicho mexer e a seco de chuva e orvalho. Isso, que fiz, e refiz, sempre, tempos a fora. Surpresa que mais tarde tive: que nossa mãe sabia desse meu encargo, só se encobrindo de não saber...”

O trecho refere-se ao momento da narrativa em que:

 

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3052558 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Mas ... Houve um pequeno engano, um

contratempo de última hora, que veio

pôr dois bons sujeitos, pacatíssimos e

pacíficos, num jogo dos demônios, numa

comprida complicação.

O trecho acima faz parte do conto “Duelo”, uma das narrativas de Sagarana, de João Guimarães Rosa. Essa narrativa, como um todo, apresenta

 

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3052557 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Jacinto, personagem de A Cidade e as Serras, deixa Paris e vai para Tormes, em Portugal. Lá vive em contato com o campo, em uma quinta herdada de seus ancestrais. Sua presença desperta curiosidade e suas ações contribuem para

 

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3052556 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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O pior é que era coxa. Uns olhos tão lúcidos, uma boca tão fresca, uma compostura tão senhoril; e coxa! Esse contraste faria suspeitar que a natureza é às vezes um imenso escárnio. Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Tal era a pergunta que eu vinha fazendo a mim mesmo ao voltar para casa, de noite, sem atinar com a solução do enigma. O melhor que há, quando se não resolve um enigma, é sacudi-lo pela janela fora; foi o que eu fiz; lancei mão de uma toalha e enxotei essa outra borboleta preta, que me adejava no cérebro.

O trecho acima integra o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Dele, e compreendendo a obra como um todo, pode-se afirmar que alude à personagem

 

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