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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
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Em meio às águas
PÉRICLES E. DA SILVA RAMOS
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera
(A noite como fera se avizinha)
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
Aflição de te amar... se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
[sexta-feira Estar contigo na minha cama, juntos,
[coladin
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minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
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minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
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O poema abaixo é de autoria do poeta Augusto de Campos, integrante do movimento concretista.

(Augusto de Campos, Viva Vaia. Poesia: 1949-1979. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000, p. 116-117.)
Nesse poema, nota-se uma técnica de composição que consiste
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Durante dois anos o cortiço prosperou de dia para dia, ganhando forças, socando-se de gente. E ao lado o Miranda assustava-se, inquieto com aquela exuberância brutal de vida, aterrado defronte daquela floresta implacável que lhe crescia junto da casa (...).
À noite e aos domingos ainda mais recrudescia o seu azedume, quando ele, recolhendo-se fatigado do serviço, deixava-se ficar estendido numa preguiçosa, junto à mesa da sala de jantar e ouvia, a contragosto, o grosseiro rumor que vinha da estalagem numa exalação forte de animais cansados. Não podia chegar à janela sem receber no rosto aquele bafo, quente e sensual, que o embebedava com o seu fartum de bestas no coito.
(Aluísio de Azevedo, O cortiço. 14. ed. São Paulo: Ática, 1983, p. 22.)
Levando em conta o excerto, bem como o texto integral do romance, é correto afirmar que
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Transforma-se o amador na coisa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho, logo, mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si somente pode descansar,
Pois com ele tal alma está liada.
Mas esta linda e pura semideia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim como a alma minha se conforma,
Está no pensamento como ideia;
E o vivo e puro amor de que sou feito,
Como a matéria simples busca a forma.
(Luís de Camões, Lírica: redondilhas e sonetos, Rio de Janeiro:
Ediouro / São Paulo: Publifolha, 1997, p. 85.)
Um dos aspectos mais importantes da lírica de Camões é a retomada renascentista de ideias do filósofo grego Platão. Considerando o soneto citado, pode-se dizer que o
chamado “neoplatonismo” camoniano
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Leia abaixo duas passagens do poema “Olá! Negro”, de Jorge de Lima.
“A raça que te enforca, enforca-se de tédio, negro!
E és tu que a alegras ainda com os teus jazzes.
Com os teus songs, com os teus lundus!”
(...)
“Não basta iluminares hoje as noites dos brancos com teus
jazzes.
Olá, Negro! O dia está nascendo!
O dia está nascendo ou será a tua gargalhada que vem
vindo?”
(Jorge de Lima, Poesias completas. v. I, Rio de Janeiro / Brasília: J.
Aguilar / INL, 1974, p.180-181.)
Considerando o livro Poemas negros como um todo e a poética de Jorge de Lima, é correto afirmar que o último verso citado
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