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Foram encontradas 4.895 questões.

1910683 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
enunciado 1910683-1

Vidas secas, de Graciliano Ramos, e Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, apresentam em comum o fato de

 

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1898833 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBGP
Orgão: Univaço
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Enunciado 3121610-1

http://www.laerte.com.br/

Leia este comentário de Machado de Assis ao Romantismo:

Não há dúvida que uma literatura, sobretudo uma literatura nascente, deve principalmente alimentar-se dos assuntos que lhe oferece a sua região; mas não estabeleçamos doutrinas tão absolutas que a empobreçam. O que se deve exigir do escritor antes de tudo, é certo sentimento íntimo, que o torne homem de seu tempo e de seu país, ainda que trate de assuntos remotos no tempo e no espaço.

ASSIS, M. Instinto de Nacionalidade: In: COUTINHO, Afrânio (org.) Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. v. III, p. 804.(Fragmento)

A fala apresentada no segundo quadrinho da tirinha e a crítica de Machado de Assis à literatura de seu tempo relacionam-se quanto

 

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1898832 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBGP
Orgão: Univaço
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Considerando as particularidades dos estilos de época evidenciadas nos estudos da Literatura Brasileira, é CORRETO afirmar que

 

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1496600 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBFC
Orgão: FUNED
enunciado 1496600-1
A presença do discurso direto, no texto, confere em relação à apresentação das falas:
 

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Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Irmãos

– Mas agora vamos brincar de outra coisa. Quero saber se o senhor é inteligente. Este quadro é concreto ou abstrato?

– Abstrato.

– Pois o senhor é burro. É concreto: fui eu que pintei, e pintei nele meus sentimentos e meus sentimentos são concretos.

– É, mas você não é todo concreto.

– Sou, sim!

– Não é! Você não é todo concreto, porque seu medo não é concreto. Você não é completamente concreto, só um pouco.

– Eu sou um gênio e acho que tudo é concreto.

– Ah, eu não sabia que o senhor é um pintor famoso.

– Sou. Meu nome é Bergman. Maurício Bergman, sou sueco e sou um gênio. Nota-se pela minha fisionomia. Olhe: eu sofro! Agora quero saber se o senhor entende de pintura. Aquele quadro é concreto?

– É, porque vê-se logo que é um mapa, pelas linhas.

– Ah, ééé? e aquele?

– Abstrato.

– Errado! Então aquele também tinha que ser concreto porque também tem linhas.

– Vou explicar ao senhor o que é concreto, é...

– ... está errado.

– Por quê?

– Porque eu não entendo. Quando eu não entendo, é porque você está errado. E agora quero saber: isto é compreto?

– O senhor quer dizer concreto.

– Não, é compreto mesmo. É porque sou um gênio e todo gênio tem que pelo menos inventar uma coisa. Eu inventei a palavra compreto. Música é compreta?

– Acho que é, porque a gente ouve, sente

pelos ouvidos.

– Ah, mas o senhor não pode desenhar!

– O senhor acha que teto é concreto?

– É.

– Mas se eu virasse essa parede e botasse ela na posição do teto, ela ia ficar uma parede-teto e essa parede-teto ia ser concreto?

– Acho que talvez. Fantasma é concreto?

– Qual? o de lençóis?

– Não, o que existe.

– Bem... Bem, seria supostamente concreto.

– Mãe é concreto ou abstrato?

– Concreto, é claro, que burrice.

No quarto ao lado, a mãe parou de coser, ficou com as mãos imóveis no colo, inclinando um coração que batia todo concreto.

(LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro:

Rocco, 1999.)

Com relação à crônica de Clarice Lispector é correto afirmar que:

 

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1421534 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Vários autores, entre os quais poetas renomados, já chamaram a atenção para a inutilidade da poesia. Outros a viram como algo perigoso, seguindo a opinião de Platão. O fato é que, inútil ou perigosa, a poesia nunca nos deixa indiferentes. Sobre o ensino da reconstrução do texto literário poético, assinale a alternativa correta:
 

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1409637 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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A noção de literatura como “conjunto de textos marcados por uma bela linguagem” tem como implicação
 

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1383845 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Sobre textos literários, pode-se afirmar corretamente que
 

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Cena
O canivete voou
E o negro comprado na cadeia
Estatelou de costas
E bateu coa cabeça na pedra
ANDRADE, O. Pau-brasil. São Paulo: Globo, 2001.
O Modernismo representou uma ruptura com os padrões formais e temáticos até então vigentes na literatura brasileira. Seguindo esses aspectos, o que caracteriza o poema Cena como modernista é o(a)
 

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1316938 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Instinto de nacionalidade
Quem examina a atual literatura brasileira reconhece-lhe logo, como primeiro traço, certo instinto de nacionalidade. Poesia, romance, todas as formas literárias do pensamento buscam vestir-se com as cores do país, e não há negar que semelhante preocupação é sintoma de vitalidade e abono de futuro. As tradições de Gonçalves Dias, Porto Alegre e Magalhães são assim continuadas pela geração já feita e pela que ainda agora madruga, como aqueles continuaram as de José Basílio da Gama e Santa Rita Durão. Escusado é dizer a vantagem deste universal acordo. Interrogando a vida brasileira e a natureza americana, prosadores e poetas acharão ali farto manancial de inspiração e irão dando fisionomia própria ao pensamento nacional.
Esta outra independência não tem Sete de Setembro nem campo de Ipiranga; não se fará num dia, mas pausadamente, para sair mais duradoura; não será obra de uma geração nem duas; muitas trabalharão para ela até perfazê-la de todo. Sente-se aquele instinto até nas manifestações da opinião, aliás mal formada ainda, restrita em extremo, pouco solícita, e ainda menos apaixonada nestas questões de poesia e literatura. Há nela um instinto que leva a aplaudir principalmente as obras que trazem os toques nacionais. A juventude literária, sobretudo, faz deste ponto uma questão de legítimo amor-próprio. Nem toda ela terá meditado os poemas de Uruguai e Caramuru com aquela atenção que tais obras estão pedindo; mas os nomes de Basílio da Gama e Durão são citados e amados, como precursores da poesia brasileira.
A razão é que eles buscaram em roda de si os elementos de uma poesia nova e deram os primeiros traços de nossa fisionomia literária, enquanto que outros, Gonzaga por exemplo, respirando aliás os ares da pátria, não souberam desligar-se das faixas da Arcádia nem dos preceitos do tempo. Admira-se-lhes o talento, mas não se lhes perdoa o cajado e a pastora, e nisto há mais erro que acerto.
Dado que as condições deste escrito o permitissem, não tomaria eu sobre mim a defesa do mau gosto dos poetas arcádicos nem o fatal estrago que essa escola produziu nas literaturas portuguesa e brasileira. Não me parece, todavia, justa a censura aos nossos poetas coloniais, iscados daquele mal; nem igualmente justa a de não haverem trabalhado para a independência literária, quando a independência política jazia ainda no ventre do futuro, e mais que tudo à metrópole e à colônia criara a história da homogeneidade das tradições, dos costumes e da educação. As mesmas obras de Basílio da Gama e Durão quiseram antes ostentar certa cor local do que tornar independente a literatura brasileira, literatura que não existe ainda, que mal poderá ir alvorecendo agora.
Reconhecido o instinto de nacionalidade que se manifesta nas obras destes últimos tempos, conviria examinar se possuímos todas as condições e motivos históricos de uma nacionalidade literária, esta investigação (ponto de divergência entre literatos), além de superior às minhas forças, daria em resultado levar-me longe dos limites deste escrito. Meu principal objeto é atestar o fato atual; ora, o fato é o instinto de que falei, o geral desejo de criar uma literatura mais independente.
Machado de Assis. Crítica: notícia da atual literatura brasileira. (1.ª ed., 1873) São Paulo: Agir, 1959, p. 28-34.
Considerando as ideias apresentadas nesse fragmento de texto, julgue o item que se segue, relativo à literatura brasileira e à obra de Machado de Assis.
Da leitura do texto conclui-se que a história da literatura brasileira evidencia a descontinuidade entre as manifestações oitocentistas e setecentistas.
 

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