Foram encontradas 4.895 questões.
2286688
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Composta de treze contos, a obra Laços de família é exemplar das narrativas introspectivas elaboradas por Clarice Lispector, nas quais a autora busca sondar o universo interior das personagens. Essa afirmação se justifica, na referida obra, porque
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2282708
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A malandragem é um tema comum à Literatura Brasileira. Em O noviço, de Martins Pena, esse tema é visitado de modo a configurar-se na conduta da personagem Ambrósio, esposo de Florência. Na peça de Martins Pena, é conhecido o episódio em que Ambrósio convence Florência a enviar seus sobrinhos Carlos ao convento. A intenção de Ambrósio era
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2282585
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Em sua obra poética, Afonso Félix de Sousa, poeta goiano posterior ao Modernismo, frequentemente
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2281668
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A obra O auto da compadecida, de Ariano Suassuna, é uma comédia escrita com recursos da intertextualidade, uma vez que seu enredo
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2278459
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A prosa literária brasileira possui obras de ampla circulação no âmbito escolar que contribuem para a compreensão dos costumes e valores da sociedade brasileira do século XIX e XX e possibilitam interessantes debates interdisciplinares. Exemplifica esta afirmação o romance
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2236586
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere o texto abaixo para responder ao item.
DE PONTA A PONTA TUDO É PRAIA-PALMA
Thiago Amud
De ponta a ponta tudo é praia-palma
Quebranto na vertente das montanhas
As aves evasivas embalsamadas
País de saúva e mar, vivi pra te desvelar
Mercúrio, chumbo e césio nas aguadas
Quilombos entocados na caliça
As alegrias azinhavrando as almas
País de febre e luar, morri pra te decantar
Quando olhei a terra inteira ardendo em vasto fogaréu
Eu vi que o Morro da Mangueira parecia um inferno no céu
Grassou Saturno, tudo está em transe
O Presidente Zambo, a musa louca
Mas súbito as nascentes destilam sangue
País que agoniza luz, teu nome é a minha cruz
Não permita Deus que valhas menos que teu coração
Teus flancos de maracangalhas, tua língua de Grande Sertão
(AMUD, Thiago. De ponta a ponta tudo é praia-palma. Edição: L.PE – Universal Pub. Produção: JR Tostoi. Rio de Janeiro: Delira Música, 2013.)
Considerando o texto “De ponta a ponta tudo é praia-palma”, canção do compositor brasileiro Thiago Amud, é correto afirmar que:
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2236581
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere o texto abaixo para responder ao item.
Meus buritizais levados de verdes
Anderson Cunha
A derradeira...
A derradeira
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela...
Aquela estrela
Marvada chegou
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Minha pele é solidão
O meu colo, bem querer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
“(...) Era a Mulher, que falava. Ah, e a Mulher rogava: – Que
trouxessem o corpo daquele rapaz moço, vistoso, o dos olhos muito verdes... Eu
desguisei. Eu deixei minhas lágrimas virem, e ordenando: – ‘Traz Diadorim!’ (...)
Diadorim, Diadorim, oh, ah, meus buritizais levados de verdes... (...)
Sufoquei, numa estrangulação de dó. Constante o que a
Mulher disse: carecia de se lavar e vestir o corpo.
Piedade, como que ela mesma, embebendo toalha,
limpou as faces de Diadorim, casca de tão grosso sangue, repisado. (...)
Eu dizendo que a Mulher ia lavar o corpo dele. Ela rezava rezas da Bahia.
Mandou todo o mundo sair. Eu fiquei. (...) Não me mostrou de propósito o corpo.
E disse...
Diadorim – nu de tudo. E ela disse:
– ‘A Deus dada. Pobrezinha...’ (...)
Como em todo o tempo antes eu não contei ao senhor – e mercê peço: – mas para
o senhor divulgar comigo, a par, justo o travo de tanto segredo, sabendo somente
no átimo em que eu também só soube... Que Diadorim era o corpo de uma
mulher, moça perfeita... (...)
Eu estendi as mãos para tocar naquele corpo, e estremeci,
retirando as mãos para trás (...) E a Mulher estendeu a toalha,recobrindo as partes.
Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome
chamar; eu exclamei me doendo:
– ‘Meu amor!...’ ”
Texto extraído do livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa
Sobre o romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e sua apropriação pela canção popular brasileira contemporânea, em Meus buritizais levados de verdes, de Anderson Cunha, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Na trama de citações da canção Meus Buritizais levados de verdes, há uma referência à personagem Diadorim (“Diadorim, oh, ah, meus
buritizais levados de verdes”), mas também uma citação textual direta à clássica canção do sertão, Asa Branca (“Quando o verde dos teus olhos/ Se espalhar na plantação”).
II. Embora a saudade seja tema de ambos os textos, Meus buritizais levados de verdes e Grande Sertão: Veredas, é possível verificar um sentimento de plenitude e realização do desejo pelos amantes nos versos: “Minha pele é solidão/ O meu colo, bem querer” e no trecho citado: “Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome chamar; eu exclamei me doendo: – ‘Meu amor!...’ ”
III. Meus buritizais levados de verdes tematiza uma das principais problemáticas do romance Grande Sertão: Veredas: a presença do maligno, a mistura entre bem e mal, o que é sintetizado na metáfora da “estrela tinhosa e vil”.
IV. A cena clássica da morte de Diadorim, para a qual toda a narrativa de Riobaldo converge, é recuperada pela canção, decorrendo disso o seu teor dramático e trágico, corroborando a impossibilidade de realização do amor sintetizada no romance “até que ponto esses olhos, sempre havendo, aquela beleza verde, me adoecido, tão impossível.” (p. 36).
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2236540
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere os textos abaixo para responder ao item.
Texto 1
Aqui é Minas; lá já é a Bahia? Estive nessas vilas, velhas, altas cidades... Sertão é o
sozinho. Compadre meu Quelemém diz: que eu sou muito do sertão? Sertão: é dentro
da gente.”
(ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 29 ª ed. Rio de Janeiro: Editora Nova
Fronteira, 1986, p. 270.)
Texto 2
Poema Didáctico
(Socorro Lira/ Mia Couto)
Já tive um país pequeno, tão pequeno
que andava descalço dentro de mim
Um país tão magro que, no seu firmamento,
não cabia senão uma estrela menina
tão tímida e delicada, que só por dentro brilhava
Eu tive um país escrito sem maiúscula
Não tinha fundos para pagar um herói
Não tinha panos para costurar bandeira
nem solenidade para entoar um hino
Mas tinha pão e esperança pros viventes
e tinha sonhos pros nascentes
Eu tive um país pequeno
que não cabia no mundo
meu país – meu continente
há de caber nesse mundo
meu país e sua gente...
Mas tinha pão e esperança pros viventes
e tinha sonhos pros nascentes
Eu tive um país pequeno
que não cabia no mundo
meu país – meu continente
há de caber nesse mundo
meu país e sua gente
terá que caber no mundo,
meu país e minha gente.
(LIRA, Socorro. Os Sertões do Mundo. EP independente, ano 2014. Disponível em: <http://www.socorrolira.com.br/> Acesso em 25/05/2014.)
Texto 3
“João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós.” Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.
Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.”
(COUTO, Mia. E se Obama fosse africano? Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 110.)
Sobre o romance Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. A narrativa de Grande Sertão: Veredas é centrada na necessidade do narrador Riobaldo em contar e confessar o encontro e perda da personagem principal Otacília.
II. É possível afirmar que o romance Grande Sertão: Veredas reescreve o tema do sertão presente na literatura denominada regionalista, cujo marco é Os Sertões, de Euclides da Cunha, até os chamados autores regionalistas dos anos 30.
III. Polifonia, plurilinguísmo, prolixidade e abertura são características da linguagem do romance Grande Sertão: Veredas.
IV. O narrador do romance Grande Sertão: Veredas é transparente, unívoco e destituído de conflitos, diferentemente da personagem Diadorim, que assume faces diversas: Diadorim/Reinaldo/Maria Deodorina; belo e feroz; delicado e terrível.
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2236466
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere os textos abaixo para responder ao item.
Texto 1
Aqui é Minas; lá já é a Bahia? Estive nessas vilas, velhas, altas cidades... Sertão é o
sozinho. Compadre meu Quelemém diz: que eu sou muito do sertão? Sertão: é dentro
da gente.”
(ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 29 ª ed. Rio de Janeiro: Editora Nova
Fronteira, 1986, p. 270.)
Texto 2
Poema Didáctico
(Socorro Lira/ Mia Couto)
Já tive um país pequeno, tão pequeno
que andava descalço dentro de mim
Um país tão magro que, no seu firmamento,
não cabia senão uma estrela menina
tão tímida e delicada, que só por dentro brilhava
Eu tive um país escrito sem maiúscula
Não tinha fundos para pagar um herói
Não tinha panos para costurar bandeira
nem solenidade para entoar um hino
Mas tinha pão e esperança pros viventes
e tinha sonhos pros nascentes
Eu tive um país pequeno
que não cabia no mundo
meu país – meu continente
há de caber nesse mundo
meu país e sua gente...
Mas tinha pão e esperança pros viventes
e tinha sonhos pros nascentes
Eu tive um país pequeno
que não cabia no mundo
meu país – meu continente
há de caber nesse mundo
meu país e sua gente
terá que caber no mundo,
meu país e minha gente.
(LIRA, Socorro. Os Sertões do Mundo. EP independente, ano 2014. Disponível em: <http://www.socorrolira.com.br/> Acesso em 25/05/2014.)
Texto 3
“João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós.” Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.
Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.”
(COUTO, Mia. E se Obama fosse africano? Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 110.)
Compare o romance Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, e o “Poema Didáctico” citado, de Socorro Lira e Mia Couto. Coloque entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, ou a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) As metáforas do “sertão” e do “país”, nos textos 1 e 2 citados, são análogas e representativas do “lugar fantástico” a que se refere o
escritor Mia Couto, no texto 3.
( ) As referências a “sertão” e “país”, nos textos 2 e 3, “não são da ordem da geografia” e representam o mundo subjetivo dos personagens/ eulírico representados.
( ) “Já tive um país pequeno, tão pequeno/ que andava descalço dentro de mim” diz respeito, circunstancialmente, a Moçambique, país natal do escritor Mia Couto; pode-se inferir, remete ainda a outros sertões, como o sertão mineiro de, Guimarães Rosa.
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2236362
Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere o texto abaixo para responder ao item.
Tecendo a Manhã
João Cabral de Melo Neto
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
(MELO NETO, João Cabral. Obra completa – Volume Único. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 345)
Sobre o poema Tecendo a Manhã, de João Cabral de Melo Neto, e o modernismo brasileiro, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. O poema, pertencente ao livro A Educação pela Pedra, de João Cabral de Melo Neto, revela a face mais lírica e menos objetiva do poeta modernista, na evocação da concepção mágica e propiciatória dos cantos dos galos.
II. É possível assegurar que o poeta João Cabral de Melo Neto realiza plenamente, em “Tecendo a Manhã”, o seu projeto de impessoalidade da poesia modernista na supressão do tom lírico tradicional.
III. As metáforas da “manhã” e da “luz balão” representam o próprio poema (sinônimos ainda de “tela”, “tecido”, “tenda”, “toldo”), do que se conclui ser o poema metalinguístico.
IV. Há no poema referência direta ao ditado popular “uma andorinha só não faz verão”, cujo tema é a solidariedade.
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