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Atenção: Para responder à questão, considere as estrofes seguintes (Texto II), em correlação com o Texto I.
Texto I
No fim do século XIV, Portugal, vitimado por uma sucessão de administrações perdulárias, se convertera em um reino endividado. Sem alternativas para produzir riquezas em seu território, a coroa voltou os olhos para o mar. Essa epopeia em busca de riquezas é narrada pelo jornalista mineiro Lucas Figueiredo em Boa Ventura!. Calcada sobre um minucioso levantamento histórico, a obra traça um quadro desolador da penúria em que então vivia Portugal e retrata as adversidades que enfrentou para achar uma solução: a chamada Corrida do Ouro brasileira, que se deu entre os anos de 1697 e 1810.
Foi o sonho dourado português que levou dom Manuel a ordenar, em março de 1500, a viagem de Pedro Álvares Cabral ao desconhecido. Depois de atingir o arquipélago de Cabo Verde, o jovem navegador voltou a proa de sua caravela para o Ocidente, com a missão de salvar a coroa da falência. O rei apostou nas terras ermas e inexploradas do Novo Mundo. Para ele, poderia estar ali a fonte rápida e repleta de riquezas que guindariam Portugal à fartura.
A pressão de Lisboa levou o governador-geral Tomé de Sousa a organizar a primeira expedição oficial em busca do metal, seduzido pelos rumores sobre a existência de uma montanha dourada margeada por um lago também de ouro − local fantástico que os nativos chamavam de Sabarabuçu. A comitiva partiu de Pernambuco em 5 de novembro de 1550, e os homens que se embrenharam na floresta nunca mais foram vistos. Mas o mito de Sabarabuçu levaria à organização de outras dezenas de expedições no decorrer dos 121 anos seguintes − todas fracassadas.
Em 1671, o paulista Fernão Dias, uma das maiores fortunas da região, aceitou o pedido de Lisboa para empreender mais uma missão em busca de Sabarabuçu. Ao contrário de seus antecessores, porém, o bandeirante não partiu sem antes analisar os erros daqueles que haviam perecido na floresta, devorados por animais ferozes ou índios e mortos eles próprios pela fome e pelas adversidades naturais. Os preparativos levaram três anos. Ciente de que era impossível que centenas de homens sobrevivessem sem uma linha de abastecimento, Dias ordenou que, à medida que se embrenhassem na floresta, os pioneiros providenciassem a plantação de lavouras e a criação de animais. Ao longo de toda a rota que interligava a vila de São Paulo ao que hoje é o Estado de Minas Gerais, Dias montou a infraestrutura necessária para o que seria a primeira experiência bem sucedida dos portugueses na busca de riquezas. Em sete anos de trabalhos, ele percorreu 900 quilômetros entre São Paulo e Minas. Morreu no caminho de volta para casa, sem jamais ter alcançado a lendária Sabarabuçu. Mas fizera algo ainda mais extraordinário: havia inaugurado a primeira via de interligação entre o litoral e o interior do país em um terreno antes intransponível.
Doze anos depois da morte de Fernão Dias, surgiram as primeiras notícias dando conta da localização de ouro onde hoje é Minas Gerais. Com a descoberta de novas lavras, o sonho de ouro continuava a mover os aventureiros. Em 1700, o bandeirante Borba Gato deu as boas novas ao governador: havia encontrado Sabarabuçu. Festas e missas foram celebradas para comemorar a "providência divina".
Localizada onde hoje é a cidade de Sabará, a terra batizada com o nome mítico por Borba Gato incendiou a imaginação dos europeus. Dessa forma, a corrida do ouro levou um dos lugares mais hostis de que se tinha notícia a abrigar o embrião do que viria a ser o estado de governança no Brasil.
(Leonardo Coutinho. Veja, 30 de março de 2011, pp. 134-136, com adaptações)
Texto II
O caçador de esmeraldas
Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada
Do outono, quando a terra, em sede requeimada,
Bebera longamente as águas da estação,
− Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata,
À frente dos peões filhos da rude mata,
Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão.
Ah! quem te vira assim, no alvorecer da vida,
Bruta Pátria, no berço, entre as selvas dormida,
No virginal pudor das primitivas eras,
Quando, aos beijos do sol, mal compreendendo o anseio
Do mundo por nascer que trazias no seio,
Reboavas ao tropel dos índios e das feras!
..............
Ah! mísero demente! o teu tesouro é falso!
Tu caminhaste em vão, por sete anos, no encalço
De uma nuvem falaz, de um sonho malfazejo!
Enganou-te a ambição! mais pobre que um mendigo,
Agonizas, sem luz, sem amor, sem amigo,
Sem ter quem te conceda a extrema-unção de um beijo!
.............
Morre! morrem-te às mãos as pedras desejadas,
Desfeitas como um sonho, e em lodo desmanchadas ...
Que importa? dorme em paz, que o teu labor é findo!
Nos campos, no pendor das montanhas fragosas,
Como um grande colar de esmeraldas gloriosas,
As tuas povoações se estenderão fulgindo!
(Olavo Bilac. O caçador de esmeraldas, in: Obra reunida. Rio de
Janeiro: Nova Aguilar, 1996, pp. 227, 233, 234)
É correto afirmar que o 4º parágrafo do Texto I e os versos do Texto II
 

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Observe as características literárias, extraídas – e adaptadas – de Massaud Moisés (A literatura portuguesa).
I. ... corresponde à tentativa de fundir, numa unidade ambiciosa de simbolizar a suma perfeição, as duas linhas de força que conduziram o pensamento europeu ao longo do século XVI: procurou conciliar numa síntese utópica a visão do mundo medieval, de base teocêntrica, e a ideologia clássica, pagã, terrena, antropocêntrica. No amálgama, entre orientações tão opostas e à primeira vista mutuamente repulsivas, haveria inevitável troca de posições, de forma que se operaria a espiritualização da carne e a correspondente carnalização do espírito. Em resumo, era o empenho no sentido de conciliar o claro e o escuro, a matéria e o espírito, a luz e a sombra, visando a anular pela unificação a dualidade do ser humano, dividido entre os apelos do corpo e os da alma.
II. Com [esse movimento literário], abre-se um ciclo de cultura inteiramente novo, correspondente à diminuição do poder das oligarquias reinantes em favor das monarquias constitucionais ou das repúblicas federadas, e ao aparecimento do Liberalismo em política, moral, arte etc. A aristocracia de sangue aos poucos cede terreno à Burguesia na pirâmide social, invertendo totalmente os papéis e estabelecendo nova escala de valores, marcada agora pela posse de dinheiro. Opera-se, em suma, o domínio amplo das fórmulas burguesas de viver e pensar, com todas as suas múltiplas e complexas consequências.
III. [os escritores desse movimento literário] pregavam e procuravam realizar a filosofia da objetividade: o que interessa é o objeto, o não-eu. Para alcançar concentrar -se no objeto, tinham de destruir a sentimentalidade e a imaginação e trilhar a única via de acesso à objetividade: a Razão, ou a inteligência.
Os movimentos literários apresentados em I, II e III correspondem, correta e respectivamente, ao
 

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1613277 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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Atenção: As questões de números 44 a 46 referem-se ao texto abaixo.

enunciado 1613277-1

É correta a seguinte consideração sobre um dos estilos referidos por Alfredo Bosi:

 

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1575184 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A literatura em perigo
A análise das obras feita na escola não deveria mais ter por objetivo ilustrar os conceitos recém-introduzidos por este ou aquele linguista, este ou aquele teórico da literatura, quando, então, os textos são apresentados como uma aplicação da língua e do discurso; sua tarefa deveria ser a de nos fazer ter acesso ao sentido dessas obras — pois postulamos que esse sentido, por sua vez, nos conduz a um conhecimento do humano, o qual importa a todos. Como já o disse, essa ideia não é estranha a uma boa parte do próprio mundo do ensino; mas é necessário passar das ideias à ação. Num relatório estabelecido pela Associação dos Professores de Letras, podemos ler: “O estudo de Letras implica o estudo do homem, sua relação consigo mesmo e com o mundo, e sua relação com os outros.”
Mais exatamente, o estudo da obra remete a círculos concêntricos cada vez mais amplos: o dos outros escritos do mesmo autor, o da literatura nacional, o da literatura mundial; mas seu contexto final, o mais importante de todos, nos é efetivamente dado pela própria existência humana. Todas as grandes obras, qualquer que seja sua origem, demandam uma reflexão dessa dimensão.
O que devemos fazer para desdobrar o sentido de uma obra e revelar o pensamento do artista? Todos os “métodos” são bons, desde que continuem a ser meios, em vez de se tornarem fins em si mesmos. (...)
(...)
(...) Sendo o objeto da literatura a própria condição humana, aquele que a lê e a compreende se tornará não um especialista em análise literária, mas um conhecedor do ser humano. Que melhor introdução à compreensão das paixões e dos comportamentos humanos do que uma imersão na obra dos grandes escritores que se dedicam a essa tarefa há milênios? E, de imediato: que melhor preparação pode haver para todas as profissões baseadas nas relações humanas? Se entendermos assim a literatura e orientarmos dessa maneira o seu ensino, que ajuda mais preciosa poderia encontrar o futuro estudante de direito ou de ciências políticas, o futuro assistente social ou psicoterapeuta, o historiador ou o sociólogo? Ter como professores Shakespeare e Sófocles, Dostoievski e Proust não é tirar proveito de um ensino excepcional? E não se vê que mesmo um futuro médico, para exercer o seu ofício, teria mais a aprender com esses mesmos professores do que com os manuais preparatórios para concurso que hoje determinam o seu destino? Assim, os estudos literários encontrariam o seu lugar no coração das humanidades, ao lado da história dos eventos e das ideias, todas essas disciplinas fazendo progredir o pensamento e se alimentando tanto de obras quanto de doutrinas, tanto de ações políticas quanto de mutações sociais, tanto da vida dos povos quanto da de seus indivíduos.
Se aceitarmos essa finalidade para o ensino literário, o qual não serviria mais unicamente à reprodução dos professores de Letras, podemos facilmente chegar a um acordo sobre o espírito que o deve conduzir: é necessário incluir as obras no grande diálogo entre os homens, iniciado desde a noite dos tempos e do qual cada um de nós, por mais ínfimo que seja, ainda participa. “É nessa comunicação inesgotável, vitoriosa do espaço e do tempo, que se afirma o alcance universal da literatura”, escrevia Paul Bénichou. A nós, adultos, nos cabe transmitir às novas gerações essa herança frágil, essas palavras que ajudam a viver melhor.
(Tzvetan Todorov. A literatura em perigo. 2 ed.
Trad. Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009, p. 89-94.)
Observe as seguintes opiniões referentes ao ensino de literatura.
I. O estudo de obras literárias na escola tem como objetivo fundamental ensinar os fundamentos da Linguística.
II. A análise das obras feita na escola deve levar o estudante a ter acesso ao sentido dessas obras.
III. O objetivo do ensino da literatura na escola não é formar teóricos da literatura.
IV. De nada adianta a leitura das obras literárias sem a prévia fundamentação das teorias literárias.
Das quatro opiniões, as que se enquadram na argumentação manifestada por Todorov em seu texto estão contidas apenas em:
 

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1550248 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A literatura em perigo
A análise das obras feita na escola não deveria mais ter por objetivo ilustrar os conceitos recém-introduzidos por este ou aquele linguista, este ou aquele teórico da literatura, quando, então, os textos são apresentados como uma aplicação da língua e do discurso; sua tarefa deveria ser a de nos fazer ter acesso ao sentido dessas obras — pois postulamos que esse sentido, por sua vez, nos conduz a um conhecimento do humano, o qual importa a todos. Como já o disse, essa ideia não é estranha a uma boa parte do próprio mundo do ensino; mas é necessário passar das ideias à ação. Num relatório estabelecido pela Associação dos Professores de Letras, podemos ler: “O estudo de Letras implica o estudo do homem, sua relação consigo mesmo e com o mundo, e sua relação com os outros.”
Mais exatamente, o estudo da obra remete a círculos concêntricos cada vez mais amplos: o dos outros escritos do mesmo autor, o da literatura nacional, o da literatura mundial; mas seu contexto final, o mais importante de todos, nos é efetivamente dado pela própria existência humana. Todas as grandes obras, qualquer que seja sua origem, demandam uma reflexão dessa dimensão.
O que devemos fazer para desdobrar o sentido de uma obra e revelar o pensamento do artista? Todos os “métodos” são bons, desde que continuem a ser meios, em vez de se tornarem fins em si mesmos. (...)
(...)
(...) Sendo o objeto da literatura a própria condição humana, aquele que a lê e a compreende se tornará não um especialista em análise literária, mas um conhecedor do ser humano. Que melhor introdução à compreensão das paixões e dos comportamentos humanos do que uma imersão na obra dos grandes escritores que se dedicam a essa tarefa há milênios? E, de imediato: que melhor preparação pode haver para todas as profissões baseadas nas relações humanas? Se entendermos assim a literatura e orientarmos dessa maneira o seu ensino, que ajuda mais preciosa poderia encontrar o futuro estudante de direito ou de ciências políticas, o futuro assistente social ou psicoterapeuta, o historiador ou o sociólogo? Ter como professores Shakespeare e Sófocles, Dostoievski e Proust não é tirar proveito de um ensino excepcional? E não se vê que mesmo um futuro médico, para exercer o seu ofício, teria mais a aprender com esses mesmos professores do que com os manuais preparatórios para concurso que hoje determinam o seu destino? Assim, os estudos literários encontrariam o seu lugar no coração das humanidades, ao lado da história dos eventos e das ideias, todas essas disciplinas fazendo progredir o pensamento e se alimentando tanto de obras quanto de doutrinas, tanto de ações políticas quanto de mutações sociais, tanto da vida dos povos quanto da de seus indivíduos.
Se aceitarmos essa finalidade para o ensino literário, o qual não serviria mais unicamente à reprodução dos professores de Letras, podemos facilmente chegar a um acordo sobre o espírito que o deve conduzir: é necessário incluir as obras no grande diálogo entre os homens, iniciado desde a noite dos tempos e do qual cada um de nós, por mais ínfimo que seja, ainda participa. “É nessa comunicação inesgotável, vitoriosa do espaço e do tempo, que se afirma o alcance universal da literatura”, escrevia Paul Bénichou. A nós, adultos, nos cabe transmitir às novas gerações essa herança frágil, essas palavras que ajudam a viver melhor.
(Tzvetan Todorov. A literatura em perigo. 2 ed.
Trad. Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009, p. 89-94.)
No segundo parágrafo do fragmento apresentado, Todorov afirma que Todos os “métodos” são bons, desde que continuem a ser meios, em vez de se tornarem fins em si mesmos.
O autor defende, com essa afirmação, o argumento segundo o qual o verdadeiro valor de um método de análise literária
 

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1438019 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AM
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Ao final do século XIX, com a intensificação da dinâmica do mundo moderno, a literatura conheceu novas formulações estéticas da realidade. De acordo com Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, houve um esforço por parte do escritor antirromântico de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas; e uma sede de objetividade que respondeu aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas daquele século.

Considerando o texto acima, bem como elementos gerais dos estilos de época da literatura brasileira, julgue os itens de 85 a 90.

Na historiografia literária brasileira, costuma-se datar o início do Movimento Modernista no Brasil em 1924, quando o romance Macunaíma, de Mário de Andrade foi publicado.

 

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1438018 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AM
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Ao final do século XIX, com a intensificação da dinâmica do mundo moderno, a literatura conheceu novas formulações estéticas da realidade. De acordo com Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, houve um esforço por parte do escritor antirromântico de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas; e uma sede de objetividade que respondeu aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas daquele século.

Considerando o texto acima, bem como elementos gerais dos estilos de época da literatura brasileira, julgue os itens de 85 a 90.

O Parnasianismo, marcado pela impessoalidade e pela objetividade, inclui-se entre as estéticas que se opõem ao Romantismo. No Brasil, o Parnasianismo foi representado especialmente por Olavo Bilac.

 

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1438017 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AM
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Ao final do século XIX, com a intensificação da dinâmica do mundo moderno, a literatura conheceu novas formulações estéticas da realidade. De acordo com Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, houve um esforço por parte do escritor antirromântico de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas; e uma sede de objetividade que respondeu aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas daquele século.

Considerando o texto acima, bem como elementos gerais dos estilos de época da literatura brasileira, julgue os itens de 85 a 90.

Uma das técnicas básicas da literatura pós-modernista, encontrada em diversos textos brasileiros, é a do pastiche, a qual substitui a noção de paródia típica do Modernismo.

 

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1438016 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AM
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Ao final do século XIX, com a intensificação da dinâmica do mundo moderno, a literatura conheceu novas formulações estéticas da realidade. De acordo com Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, houve um esforço por parte do escritor antirromântico de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas; e uma sede de objetividade que respondeu aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas daquele século.

Considerando o texto acima, bem como elementos gerais dos estilos de época da literatura brasileira, julgue os itens de 85 a 90.

João Guimarães Rosa e Clarice Lispector são referência no que concerne à transição de modelos narrativos modernistas para novas fórmulas ficcionais no Brasil.

 

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1438015 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AM
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Ao final do século XIX, com a intensificação da dinâmica do mundo moderno, a literatura conheceu novas formulações estéticas da realidade. De acordo com Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, houve um esforço por parte do escritor antirromântico de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas; e uma sede de objetividade que respondeu aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas daquele século.

Considerando o texto acima, bem como elementos gerais dos estilos de época da literatura brasileira, julgue os itens de 85 a 90.

Ao aludir aos métodos científicos aplicados à arte literária, Alfredo Bosi refere-se à estética naturalista, que trabalha ficcionalmente as relações entre a natureza humana e a iniquidade social.

 

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