Magna Concursos

Foram encontradas 4.889 questões.

1614394 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:
Leia o poema abaixo, “Inscrição na areia”, de Cecília Meireles.
O meu amor não tem
importância nenhuma.
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!
Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?
O meu amor não tem
importância nenhuma.
Nesse texto,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1596200 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:
O conto “A terceira margem do rio”, que faz parte do livro Primeiras estórias, de Guimarães Rosa, é um dos textos mais célebres e complexos do autor. Acerca desse conto, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1556582 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
Provas:
Considere o poema, parte de Invenções de Orfeu, de Jorge de Lima, para responder às questões de números 18 a 20.
Agora, escutai-me
que eu falo de mim;
ouvi que sou eu,
sou eu, eu em mim;
tocai esses cravos
já feitos pra mim,
suores de sangue,
pressuados sem poros,
verônica herdada,
sem face do ser.
Embora; escutai-me,
que eu falo com a voz
inata que diz
que a voz não é essa
que fala por mim,
talvez minha fala
saída de ti.
18. As palavras e as imagens utilizadas no poema possuem conotação
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1551665 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
Provas:
Considere o poema, parte de Invenções de Orfeu, de Jorge de Lima, para responder às questões de números 18 a 20.
Agora, escutai-me
que eu falo de mim;
ouvi que sou eu,
sou eu, eu em mim;
tocai esses cravos
já feitos pra mim,
suores de sangue,
pressuados sem poros,
verônica herdada,
sem face do ser.
Embora; escutai-me,
que eu falo com a voz
inata que diz
que a voz não é essa
que fala por mim,
talvez minha fala
saída de ti.
Uma das características do Modernismo presente no poema de Jorge de Lima é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1525013 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:
Leia o poema abaixo, “O anel de vidro”, de Manuel Bandeira.
Aquele pequenino anel que tu me deste,
Ai de mim – era vidro e logo se quebrou...
Assim também o eterno amor que prometeste,
Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.
Frágil penhor que foi do amor que me tiveste,
Símbolo da afeição que o tempo aniquilou –
Aquele pequenino anel que tu me deste,
Ai de mim – era vidro e logo se quebrou...
Não me turbou, porém, o despeito que investe
Gritando maldições contra aquilo que amou.
De ti conservo na alma a saudade celeste...
Como também guardei o pó que me ficou
Daquele pequenino anel que tu me deste.
Nesse texto,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1499753 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Capitão Poço-PA
Provas:

A Primeira Geração Romântica brasileira tem como característica:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1499752 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Capitão Poço-PA
Provas:

As formas poéticas líricas, são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1499750 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Capitão Poço-PA
Provas:

“Nasce o sol, e não dura mais que um dia. / Depois da luz, se segue a noite escura, / Em tristes sombras morre a formosura, / Em contínuas tristezas a alegria.”

Na estrofe acima, soneto de Gregório de Matos, a principal característica do barroco é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1499748 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Capitão Poço-PA
Provas:

Que características próprias do Romantismo, Segunda Geração, encontramos no texto abaixo:

Se eu morresse amanhã
Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Que sol! Que céu azul! Que doce n’alva
Acorda a natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
(Álvares de Azevedo)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1499747 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Capitão Poço-PA
Provas:

Cavador do infinito

Com a lâmpada do Sonho desce aflito
E sobe aos mundos mais imponderáveis,
Vai abafando as queixas implacáveis,
Da alma o profundo e soluçado grito.
Ânsias, Desejos, tudo a fogo escrito
Sente, em redor, nos astros inefáveis.
Cava nas fundas eras insondáveis
O cavador do trágico Infinito.
E quanto mais pelo Infinito cava
Mais o Infinito se transforma em lava
E o cavador se perde nas distâncias...
Alto levanta a lâmpada do Sonho
com seu vulto pálido e tristonho
Cava os abismos das eternas ânsias!
(Cruz e Sousa )

O eu lírico sugere, em “Cavador do infinito” que a alma ao se desvencilhar do corpo físico:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas