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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Tu, Marília, agora vendo
Do Amor o lindo retrato
Contigo estarás dizendo
Que é este o retrato teu.
Sim, Marília, a cópia é tua,
Que Cupido é Deus suposto:
Se há Cupido, é só teu rosto
Que ele foi quem me venceu.
Marília de Dirceu. Parte I.
Internet: <educaterra.terra.com.br>.
A partir do fragmento acima, julgue o próximo item, relativo ao Arcadismo.
O fragmento apresenta linguagem erudita, que contrasta com o ambiente pastoril.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Tu, Marília, agora vendo
Do Amor o lindo retrato
Contigo estarás dizendo
Que é este o retrato teu.
Sim, Marília, a cópia é tua,
Que Cupido é Deus suposto:
Se há Cupido, é só teu rosto
Que ele foi quem me venceu.
Marília de Dirceu. Parte I.
Internet: <educaterra.terra.com.br>.
A partir do fragmento acima, julgue o próximo item, relativo ao Arcadismo.
Deduz-se do verso “Que ele foi quem me venceu” uma tendência ao passionalismo pré-romântico.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Em Macunaíma, elementos que caracterizam o progresso, simbolizando dureza — pedra, cimento, ferro — e volatilidade — fogo, energia – são hostis ao protagonista e ao homem simples.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Macunaíma é considerado “herói sem nenhum caráter” porque não se deixou corromper pela sociedade.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
A muiraquitã, objeto de desejo do protagonista da obra Macunaíma, de Mário de Andrade, era uma pedra que simbolizava o amor entre as raças branca e índia.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
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Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Classifica-se Macunaíma como rapsódia devido à musicalidade das passagens cantadas pelas personagens.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Sabendo-se que Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil, mencionou que “somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra”, é possível estabelecer analogia entre essa citação e a rapsódia Macunaíma, de Mário de Andrade.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Sabendo-se que se denomina diáspora a “dispersão de um povo em consequência de preconceito ou por perseguição política, religiosa ou étnica”, conclui-se que a busca de Macunaíma e seus irmãos mencionada no texto exemplifica a diáspora que está subjacente à formação étnica brasileira.
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Camuflados sob os mais variados disfarces, deuses e heróis gregos conseguiram, embora a duras penas, atravessar toda a Idade Média. Na Renascença, porém, recobertos com sua roupagem de gala, regressaram triunfantes, de corpo inteiro, para não mais se esconder. Salva pelos poetas, artistas, filósofos e pelo Cristianismo, a herança clássica converteu-se em tesouro cultural: Camões, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, apenas para citar o triângulo maior da poesia em língua portuguesa, estão aí para prová-lo.
Junito de Souza Brandão. Mitologia grega. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 34 (com adaptações).
A partir das estruturas do texto, dos conhecimentos acerca do fenômeno literário e de aspectos históricos do mundo ocidental, julgue o item subsequente.
Os Lusíadas, a obra máxima de Camões, é um canto de louvor à saga lusitana do início da Idade Moderna, quando o pequeno país ibérico destacava-se nas grandes viagens ultramarinas do século XVI, que descortinaram novos horizontes para a expansão européia.
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Dura lex, sed lex
Circula na internet uma lista de leis ridículas aqui e nos Estados Unidos, recolhença atribuída ao ilustre desembargador Antônio Pessoa Cardoso, do TJ-BA. Constatei no Google que o magistrado ingressou naquele Tribunal em 4/7/06, promovido por merecimento. Nada mais justo.
Das leis recolhidas pelo meritíssimo, algumas são realmente hilariantes, como aquele decreto do prefeito Élcio Berti, de Bocaiúva do Sul (PR), proibindo a venda de camisinhas e anticoncepcionais, sob o argumento de que seu município estava perdendo receita do governo federal com a diminuição da população. A lei foi revogada no dia seguinte.
Se o meritíssimo desembargador baiano vê a lei pela óptica do magistrado, vejo-a pela óptica de ex-advogado do Sindicato dos Padeiros.
Divirjo de S. Exa. quando critica o projeto de lei apresentado pelo vereador José Filho, de Quixeramobim (CE.), obrigando que “todos os rabos de bovinos, ovinos e caprinos do município” fossem pintados de amarelo fosforescente, para evitar que os motoristas, à noite, atropelassem os animais.
Nos debates, surgiu emenda do vereador Rocélio Fernandes, propondo a pintura de todos os cascos e chifres dos animais citados acima, e as orelhas dos animais mochos. Os valorosos edis não conseguiram transformar seu projeto em lei. Foi pena. Certa vez, em noite de neblina, a vaca de um amigo meu, que tinha fazenda à beira do asfalto, destruiu um ônibus interestadual, provocando ferimentos em diversos passageiros.
Antes que as autoridades descobrissem a marca do meu amigo no couro da vaca, ele correu ao local do acidente, amarrou a corrente do trator nos chifres da vaca e saiu arrastando a defunta pelo asfalto até que o atrito lixasse o couro marcado pelo ferro em brasa. Sem marca, a vaca passou à condição de animal sem dono, ou detentor, que pagasse os prejuízos por ela causados.
Projeto do deputado Hélio Braun estabelecia em seu artigo primeiro: “Denomina-se presunto exclusivamente o produto obtido com o pernil do suíno ou com a sobrecoxa do peru”. O parágrafo único dizia que “o produto obtido com a matéria-prima do peru terá o nome de presunto de peru.”
Justíssimo projeto. Se aprovado, pouparia o brasileiro de continuar comendo gato por lebre. Algo parecido deve ser feito no capítulo de vinhos, para separá-los dos fermentados de uva engarrafados e vendidos como vinhos, não somente no Brasil, como também no resto do mundo.
Cavalheiro influenciável pra dedéu, dia desses comprei um rosé animado pelo que lia nos jornais. Passei mal durante quatro dias, não tanto pela bebida, que provei e joguei fora, mas pela burrice de emprenhar o ouvido. Para compensar a besteira, comprei um Codorníu rosé brut, espumante da melhor supimpitude. E bota supimpitude nisso.
Nas legislações estaduais norte-americanas, o meritíssimo critica a lei que proíbe amarrar jacaré em hidrante. Desconcordo com Sua Excelência. Incêndios não têm hora para começar. Já pensaram na situação dos bombeiros encontrando um caimão amarrado no hidrante? Na Flórida, os loteamentos de luxo estão invadindo os pântanos em que abundam aligátores. O que tem de aligátor aparecendo nas piscinas e nas churrasqueiras não está no gibi. Como é proibido matar os reptis crocodilianos aligatorídeos, cujo focinho é mais curto e mais largo que o dos crocodilos e dos jacarés, o jeito é amarrá-los nos hidrantes até que o pessoal da repartição competente apareça para levá-los. (...)
Em Nova York, outra lei justíssima: pena de morte para quem pular de um edifício. Claro, claríssimo: é preciso pensar no risco para quem passa pela calçada.
Em São Francisco, na Califórnia, pessoas feias são proibidas de passear pelas ruas. Sugiro que a lei sapientíssima seja adaptada para a televisão brasileira. Televisão tem compromisso com a estética e as imagens são exibidas para pessoas inocentes, dentro dos nossos lares.
Em Utah, é proibido manter relações sexuais na parte de trás de uma ambulância, quando o veículo estiver prestando serviço de emergência. Cabe a pergunta: como pode um desembargador ilustre criticar essa lei? Já pensaram no susto do moribundo, ao encontrar seu médico transando na ambulância? Sou amigo de diversos médicos: nenhum deles é homem de mandar para o bispo. Felizmente, acho que todos já passaram da fase de trabalhar nas ambulâncias, veículos que se tornaram privativos de muitos deputados e senadores, neste país grande e bobo.
Em Vermont, no extremo norte dos EUA, fronteira com o Canadá, as mulheres devem ter autorização escrita dos maridos para usar dentaduras postiças. Presumo que seja por causa da dentadura, à noite, no copo da mesinha de cabeceira. Ainda aí, dou carradas de razão aos legisladores de Vermont. Afinal, depois de passar quatro dias advogando para o Sindicato dos Padeiros do RJ, o cavalheiro assimila o espírito dos grandes jurisconsultos, capazes de condenar Fernando Paulo Nagle Gabeira, modelo 2007, e absolver o pessoal das ambulâncias, se animados pela promessa de muitas fatias de presunto legítimo, para acompanhar o já citado Codorníu rosé brut.
REIS, Eduardo Almeida. Dura lex, sed lex. Estado de Minas, Belo Horizonte, 22/07/2007. Caderno Gerais, p. 30.
Entre os acontecimentos finais do livro “O Encontro Marcado”, de Fernando Sabino, assinale a opção CORRETA:
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