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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CONESUL
Orgão: CERON
Anal ise os binômios autor /obra e assinale o incorreto.
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No que tange à produção literária do Brasil, atualmente, pode- se afirmar que:
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A respeito de Clarice Lispector e sua obra, assinale a alternativa correta.
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É possível identificar, na produção de Machado de Assis, dois grupos de obras. Do primeiro grupo, fazem parte as obras que apresentam características mais gerais do romance do século XIX. O segundo grupo é inaugurado por uma obra, a partir da qual Machado se revela um gênio na análise psicológica de personagens. De que obra se trata?
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Machado de Assis é tido pela crítica literária como um dos mais importantes escritores da literatura brasileira. Quanto a sua produção literária, é correto afirmar que
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Leia o texto abaixo e, a seguir, responda o que se pede.
“A vida é noite: o sol tem véu de sangue:
Tacteia a sombra a geração descrida...
Acorda-te, mortal! E no sepulcro
Que a larva humana se desperta à vida!”
O fragmento apresenta uma tendência
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Leia as afirmações abaixo e, a seguir, responda o que se pede.
I - Valoriza-se o ideal burguês da vida sustentada pelo trabalho em detrimento dos valores aristocráticos.
II - Cultiva-se a naturalidade: o homem deve conhecer e exprimir sua sensibilidade e seus sentimentos.
III - Prega-se uma vida mediana e equilibrada, longe do mundo urbano. A linguagem deve ser simples, consistindo apenas no que é essencial.
O movimento literário definido pelas afirmativas é o:
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A respeito do Romantismo, é correto afirmar que
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Dos cavalos da Inconfidência
(...)
Eles eram muitos cavalos,
— rijos, destemidos, velozes —
entre Mariana e Serro Frio,
Vila Rica e Rio das Mortes.
Eles eram muitos cavalos,
transportando no seu galope
coronéis, magistrados, poetas,
furriéis, alferes, sacerdotes.
E ouviam segredos e intrigas,
e sonetos e liras e odes:
testemunhas sem depoimento,
diante de equívocos enormes.
(...)
Eles eram muitos cavalos:
e uns viram correntes e algemas,
outros, o sangue sobre a forca,
outros, o crime e as recompensas.
Eles eram muitos cavalos:
e alguns foram postos à venda,
outros ficaram nos seus pastos,
e houve uns que, depois da sentença,
levaram o Alferes cortado
em braços, pernas e cabeça.
E partiram com sua carga
na mais dolorosa inocência.
Eles eram muitos cavalos.
E morreram por esses montes,
esses campos, esses abismos,
tendo servido a tantos homens.
Eles eram muitos cavalos,
mas ninguém mais sabe os seus nomes,
sua pelagem, sua origem...
E iam tão alto, e iam tão longe!
E por eles se suspirava,
consultando o imenso horizonte!
— Morreram seus flancos robustos,
que pareciam de ouro e bronze.
Eles eram muitos cavalos.
E jazem por aí, caídos,
misturados às bravas serras,
misturados ao quartzo e ao xisto,
à frescura aquosa das lapas,
ao verdor do trevo florido.
E nunca pensaram na morte.
E nunca souberam de exílios.
Eles eram muitos cavalos,
cumprindo seu duro serviço.
A cinza de seus cavaleiros
neles aprendeu tempo e ritmo,
e a subir aos picos do mundo...
e a rolar pelos precipícios...
Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência. In: Obra
poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1972, p. 544-6.
Julgue o item a seguir, relativos ao trecho de poema de Cecília Meireles apresentado ao lado e à temática histórica a ele associada.
Os versos “E partiram com sua carga/na mais dolorosa inocência” (v.23-24) estão relacionados ao episódio da morte de Tiradentes.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Dos cavalos da Inconfidência
(...)
Eles eram muitos cavalos,
— rijos, destemidos, velozes —
entre Mariana e Serro Frio,
Vila Rica e Rio das Mortes.
Eles eram muitos cavalos,
transportando no seu galope
coronéis, magistrados, poetas,
furriéis, alferes, sacerdotes.
E ouviam segredos e intrigas,
e sonetos e liras e odes:
testemunhas sem depoimento,
diante de equívocos enormes.
(...)
Eles eram muitos cavalos:
e uns viram correntes e algemas,
outros, o sangue sobre a forca,
outros, o crime e as recompensas.
Eles eram muitos cavalos:
e alguns foram postos à venda,
outros ficaram nos seus pastos,
e houve uns que, depois da sentença,
levaram o Alferes cortado
em braços, pernas e cabeça.
E partiram com sua carga
na mais dolorosa inocência.
Eles eram muitos cavalos.
E morreram por esses montes,
esses campos, esses abismos,
tendo servido a tantos homens.
Eles eram muitos cavalos,
mas ninguém mais sabe os seus nomes,
sua pelagem, sua origem...
E iam tão alto, e iam tão longe!
E por eles se suspirava,
consultando o imenso horizonte!
— Morreram seus flancos robustos,
que pareciam de ouro e bronze.
Eles eram muitos cavalos.
E jazem por aí, caídos,
misturados às bravas serras,
misturados ao quartzo e ao xisto,
à frescura aquosa das lapas,
ao verdor do trevo florido.
E nunca pensaram na morte.
E nunca souberam de exílios.
Eles eram muitos cavalos,
cumprindo seu duro serviço.
A cinza de seus cavaleiros
neles aprendeu tempo e ritmo,
e a subir aos picos do mundo...
e a rolar pelos precipícios...
Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência. In: Obra
poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1972, p. 544-6.
Julgue o item a seguir, relativos ao trecho de poema de Cecília Meireles apresentado ao lado e à temática histórica a ele associada.
Como parte do sistema literário brasileiro, o Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, fundamenta-se na acumulação da produção poética de seus antecessores, processo que é evocado no poema pela imagem dos cavalos da Inconfidência, que ouviam “sonetos e liras e odes” (v.10).
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