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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
Leia as afirmações abaixo:
I - "Traduz um retorno ao equilíbrio e à simplicidade dos modelos greco-romanos."
II - "O romance é encarado como um instrumento de denúncia e combate, uma vez que focaliza os desequilíbrios sociais."
III - "A natureza do homem, como a dos demais seres vivos, é determinada por circunstâncias exteriores."
IV - "O homem em conflito entre a razão e a fé, entre os sentidos e o espírito."
V - "Enfoque espiritualista da mulher, envolvendo-a num clima de sonho onde predomina o vago, o impreciso e o etéreo."
Referem-se ao Realismo e/ou Naturalismo as afirmativas:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
O romance realista brasileiro, tal como o conhecemos, focaliza principalmente
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
Um traço essencial da poesia Parnasiana é o(a)
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
Assinale a alternativa que apresenta um texto do Romantismo:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
Considerando as características das escolas literárias no Brasil, pode-se afirmar que o(a)
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Leia o texto abaixo e as afirmações que se seguem
Que falta nesta cidade? Verdade.
Que mais por sua desonra? Honra.
Falta mais que se lhe ponha? Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha.
Matos, G. de. Os melhores poemas de Gregório de
Matos Guerra. Rio de Janeiro: Record, 1990.
I – mantém uma estrutura formal e rítmica regular.
II – enfatiza as idéias opostas.
III – emprega a ordem direta.
IV – refere-se à cidade de São Paulo.
V – emprega a gradação.
Então, pode-se dizer que são verdadeiras
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Podemos afirmar que na obra D. Casmurro, Machado de Assis
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Sobre Macunaíma, de Mário de Andrade, NÃO se pode afirmar que:
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Leia o poema abaixo:
O ENGENHEIRO
A Antonio B. Baltazar
A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.
O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número;
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.
(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro.)
A água, o vento, a claridade,
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
(João Cabral de Melo Neto. O engenheiro.)
NÃO se pode afirmar que o poema:
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