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No conto “Dina”, de Luís Bernardo Honwana, o capataz, ao descobrir que Maria é filha de Madala, desespera-se e oferece ao ancião a tarde de folga para que ele possa conversar com a moça. Tal passagem sugere que:
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Leia abaixo o excerto do conto “A velhota”, de Luís Bernardo Honwana. Em seguida, assinale a alternativa INCORRETA.
“Não, eu não contaria. Não fora para isso que viera para casa. Além disso, não seria eu a destruir neles fosse o que fosse. A seu tempo alguém se encarregaria de os pôr na raiva. Não, eu não contaria.”
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A respeito de Nós matamos o cão tinhoso, de Luís Bernardo Honwana, assinale a alternativa CORRETA.
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A respeito do livro Nós matamos o cão tinhoso, de Luís Bernardo Honwana, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Julgue o item a seguir.
Augusto dos Anjos, poeta do Romantismo Brasileiro, tem
por características artísticas a angústia no tratamento de
questões que envolvem o ser humano enquanto carne,
sangue e instintos, além do uso frequente de vocabulário
considerado vulgar, baixo, para a produção literária da
época, como se vê em versos íntimos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Julgue o item a seguir.
São características comuns nas produções literárias
brasileiras do Arcadismo e Romantismo a dualidade do
homem moderno dividido entre o sagrado e o terreno,
representados pela Igreja e pelo Iluminismo,
respectivamente.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Julgue o item a seguir.
Exaltação do nacionalismo, da pátria e da natureza, bem
como a idealização da sociedade, do amor e da mulher
são características típicas do estilo literário
Parnasianismo.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Julgue o item a seguir.
Os movimentos literários Simbolismo e Parnasianismo
convergem quanto à presença da objetividade, da
linguagem precisa, objetiva e culta e da busca pelo
equilíbrio formal.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
Texto para questões 29 e 30
Cantiga
Ai! A manhã primorosa
do pensamento…
Minha vida é uma pobre rosa
ao vento.
Passam arroios de cores
sobre a paisagem.
Mas tu eras a flor das flores,
imagem!
Vinde ver asas e ramos,
na luz sonora!
Ninguém sabe para onde vamos
agora.
Os jardins têm vida e morte,
noite e dia…
Quem conhecesse a sua sorte,
morria.
E é nisso que se resume
o sofrimento:
cai a flor, – e deixa o perfume
no vento!
(Cecília Meireles)
Sobre a autora Cecília Meireles e sua obra é possível afirmar:
1- A literatura de Cecília Meireles é composta por um hibridismo de formas, estilos e conteúdo.
2- Na obra de Cecília Meireles é possível encontrar características das poesias romântica, parnasiana e simbolista com o uso de formas fixas, de esquemas de rimas e de linguagem elevada.
3- Temas como o amor, a solidão, a melancolia, a brevidade do tempo e a contemplação da vida compõem a sua obra em uma escrita delicada e repleta de afetividade.
4- Cecília também desenvolveu uma linguagem sensorial e intuitiva para descrever os sentimentos humanos.
São verdadeiras:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
Texto para questões 29 e 30
Cantiga
Ai! A manhã primorosa
do pensamento…
Minha vida é uma pobre rosa
ao vento.
Passam arroios de cores
sobre a paisagem.
Mas tu eras a flor das flores,
imagem!
Vinde ver asas e ramos,
na luz sonora!
Ninguém sabe para onde vamos
agora.
Os jardins têm vida e morte,
noite e dia…
Quem conhecesse a sua sorte,
morria.
E é nisso que se resume
o sofrimento:
cai a flor, – e deixa o perfume
no vento!
(Cecília Meireles)
Considerando o poema “Cantiga” de Cecilia Meireles, analise as proposições a seguir:
1- A vida é apresentada metaforicamente como uma rosa.
2- O eu lírico cria a analogias a partir da ideia de que os seres humanos se apegam às aparências, que estão destinadas a desaparecer com a passagem do tempo.
3- A regularidade dos ciclos da natureza comprova a transitoriedade da vida.
4- Na última estrofe, revela-se a razão do sofrimento humano: as lembranças do passado continuam a existir, mesmo depois da destruição da forma que as gerou.
São verdadeiras:
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