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Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
A partir das informações precedentes, julgue os itens seguintes.
O fato de o transcriptoma variar com o avanço da idade reflete que há diferença no repertório de genes que são transcritos em diferentes fases da vida.
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Em investigações forenses, a estimativa da idade de um possível autor de crime pode ser uma ferramenta valiosa para a redução do número de suspeitos. Embora as pesquisas nessa área tenham se concentrado majoritariamente em modificações epigenéticas, há evidências de que os padrões de expressão de RNA (transcriptoma) também variam com o avanço da idade, o que constitui uma alternativa promissora para a predição etária com base molecular.
A partir das informações precedentes, julgue os itens seguintes.
As modificações epigenéticas referem-se a alterações químicas na molécula de DNA, como a acetilação de histonas, mas que não alteram a sequência de bases nitrogenadas.
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Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival
under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation.
Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos à genética forense.
A análise de marcadores situados no cromossomo Y é inadequada quando se avalia um conjunto de suspeitos que compartilham um ancestral comum via paterna.
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Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival
under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation.
Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos à genética forense.
A análise de lâminas com as amostras subungueais coletadas logo após um arranhão em um braço de um agressor revela, à observação em microscopia óptica, conjuntos de células alongadas e fusiformes, sendo parte delas uninucleadas e binucleadas, típicas de tecido epitelial cutâneo.
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Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival
under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation.
Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos à genética forense.
A baixa persistência de DNA subungueais após 6 horas decorre da rápida degradação do DNA fora do corpo.
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Em relação à perícia médica previdenciária, julgue os itens que se seguem.
Pintor com antecedentes de asma brônquica que apresenta quadro de broncoespasmo relacionado ao trabalho integra o grupo II da classificação de Schilling.
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Julgue os itens a seguir, referentes à perícia oficial em saúde do servidor público federal.
Comprovação radiológica de anquilose da coluna vertebral e respectiva cintilografia óssea não são suficientes para a caracterização pericial da doença especificada em lei como espondilite anquilosante, pois é necessária, também, a apresentação do resultado do teste sorológico HLA-B 27 positivo.
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Julgue os itens a seguir, referentes à perícia oficial em saúde do servidor público federal.
Considere que uma servidora pública federal da área administrativa apresente, aos pequenos esforços, fadiga, palpitação e dispneia, apesar de assintomática em repouso. Considere, ainda, que, ao exame de ecocardiograma, ela apresente fração de ejeção de 38%, devido a hipocontratilidade, e dilatação ventricular. Nessa situação, a referida servidora deverá ser considerada portadora de cardiopatia grave especificada em lei.
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Julgue os itens a seguir, referentes à perícia oficial em saúde do servidor público federal.
Suponha que um servidor público federal portador de diabetes tipo 2 e insulinodependente de longa data tenha desenvolvido neuropatia periférica e vasculite seguida de trombose em membro inferior direito, com grave e irreversível comprometimento da capacidade de deambular e alteração da sensibilidade. Nesse caso, trata-se de doença especificada em lei como equivalente a paralisia incapacitante.
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Julgue os itens a seguir, referentes à perícia oficial em saúde do servidor público federal.
São excepcionalmente considerados casos de alienação mental os graves e persistentes transtornos mentais refratários a tratamento e decorrentes do uso de substâncias psicoativas.
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