Um paciente de 22 anos recebeu transplante de
doador cadáver e está em tratamento de
manutenção com tacrolimus + micofenolato +
prednisona. Considerando que, ao introduzir
medicações, deve-se sempre explicar aos
pacientes o motivo e os principais efeitos
colaterais, no caso descrito, deve ser informando
ao paciente citado que essas três medicações têm
como
principais efeitos
colaterais,
respectivamente:
Paciente de 23 anos, em seguimento devido à Nefrite Lúpica (NL), procura o ambulatório de nefrologia manifestando interesse em engravidar, por isso deseja obter informações. Ela está estável, usando medicações, com antifosfolípides negativo e sem antecedentes de eventos tromboembólicos. Os exames feitos previamente têm resultados adequados, sem sinais de atividade.
Diante desse contexto, considerando que mulheres em idade fértil devem receber aconselhamento sobre gestação e contracepção, essa paciente dever ser informada de que
Ao tratar a diabetes que vem acompanhada por outras comorbidades, é necessário conhecer suas indicações e também os efeitos esperados no organismo. A respeito da avaliação e do tratamento da doença renal do diabetes, conforme SBD 2025, assinale a alternativa correta.
Paciente de 40 anos vai à consulta com nefrologista na UBS e relata estar preocupado com os rins e receoso de fazer hemodiálise. Refere ter diabetes tipo II (DMII) diagnosticada há 1 ano e que nunca fez exames para verificar os rins. Faz uso de metformina 850 mg 1 x dia.
Considerando as diretrizes atuais sobre DM-DRD (Doença Renal da Diabetes), é necessário
Paciente do sexo masculino, 61 anos, dá entrada
na UPA referindo que, há 4 meses, iniciou febre
baixa, perda de peso (13 kg/4 meses), fadiga,
mialgia e poliartralgia migratória. Há 2 meses, vem
apresentando tosse produtiva com hemoptise,
dispneia leve, associada a obstrução nasal e
epistaxe recorrente de grande volume. Há 10 dias,
a urina ficou escura e com diminuição do volume.
Queixa-se de otalgia e notou que a audição
bilateral vem diminuindo progressivamente. Ao
exame: REG, emagrecido, pálido, febril (37,8 °C),
com ulceração de mucosa com crostas secas,
friável e sangrando ao simples toque. Nota-se
perfuração septal, tímpano opaco, hipoacusia
bilateral e púrpuras palpáveis com telangiectasias
em pernas. A ausculta pulmonar apresenta
estertores crepitantes bibasais. Há presença de
rigidez matinal leve com dor em pequenas
articulações. PA = 140/75 mmHg, FC = 88 bpm, sem
outras alterações. Exames demonstram: hemoglobina 10,9 g/dl;
eosinófilos normais; leucócitos 12.500/mm³;
plaquetas 420.000/mm³; VHS 80 mm/h; PCR
48 mg/L; Cr 2,1 mg/dl; urina I - hematúria micro (50
hemácias/campo), proteinúria leve; c-ANCA (anti
PR3) reagente 1:160; p-ANCA (anti-MPO) negativo;
complemento C3/C4 normais.
Paciente de 48 anos, hipertenso, dislipidêmico, DRC G4aA1, com antecedente de infarto agudo do miocárdio, em seguimento no ambulatório de nefrologia, busca esclarecimento a respeito de transplante renal e refere que “muitas pessoas dizem que quem faz hemodiálise morre”.
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia e suas recomendações sobre as terapias renais substitutivas (TRS) publicadas em 2025, a orientação adequada a esse paciente é a de que
Segundo a Portaria nº 389/2014, que define os critérios para a organização da linha de cuidado da Pessoa com Doença Renal Crônica (DRC), assinale a alternativa que NÃO faz parte do componente da Atenção Básica.
A Portaria nº 529/2013, que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), no seu Art. 5º, estabelece que constituem estratégias de implementação do PNSP, EXCETO