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Na avaliação diagnóstica das neoplasias musculoesqueléticas, a correta utilização dos métodos de imagem e exames laboratoriais é essencial para a definição do diagnóstico diferencial, da estimativa da agressividade biológica, do estadiamento e do planejamento terapêutico. Com base nesses princípios, analise as assertivas abaixo:
I. A radiografia convencional, obtida em dois planos, deve ser o exame inicial em toda suspeita de neoplasia musculoesquelética, pois fornece informações diagnósticas fundamentais para a avaliação das lesões ósseas.
II. A agressividade biológica de uma lesão óssea pode ser estimada pela análise da zona de transição, da resposta do osso hospedeiro e da integridade cortical, sendo a destruição cortical franca geralmente associada à malignidade.
III. A tomografia computadorizada é superior à ressonância magnética na avaliação da ossificação e calcificação da matriz tumoral, na análise da integridade cortical, na identificação do nicho do osteoma osteóide e na detecção de metástases pulmonares.
IV. A cintilografia óssea com tecnécio apresenta elevada sensibilidade para todas as neoplasias ósseas malignas, incluindo o mieloma múltiplo, sendo um exame normal suficiente para excluir doença óssea maligna.
V. A ressonância magnética pode permitir o diagnóstico específico de algumas neoplasias musculoesqueléticas, como lipoma, hemangioma, hematoma e sinovite vilonodular pigmentada, embora seja inespecífica na maioria dos tumores.
Quais estão corretas?
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De acordo com recomendações contemporâneas de diretrizes internacionais para o manejo do choque cardiogênico, o suporte circulatório mecânico deve ser considerado diante de falha da terapêutica inicial, deterioração clínica ou progressão para estágios avançados da classificação da Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI). Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Durante o planejamento da intervenção coronária percutânea em CTOs, diversos aspectos anatômicos, técnicos e de estratégia procedimental devem ser considerados para maximizar a taxa de sucesso e reduzir complicações. Sobre o assunto, analise as assertivas a seguir:
I. O escore J-CTO é amplamente utilizado para estimar a dificuldade do cruzamento da oclusão com fio-guia em até 30 minutos, considerando variáveis como calcificação, tortuosidade, comprimento da oclusão, ambiguidade da capa proximal e tentativa prévia falha.
II. O uso de introdutores longos associado a cateteres-guia de maior calibre (7 Fr ou 8 Fr), com suporte ativo, como JL para coronária esquerda e JR para coronária direita, pode aumentar o suporte do sistema e facilitar estratégias complexas em CTO.
III. Microcateteres com comprimento de 135 mm são preferenciais para abordagem retrógrada por oferecerem maior alcance nas colaterais.
IV. Dispositivos dedicados de dissecção e reentrada, como Stingray e CrossBoss, podem ser utilizados em estratégias anterógradas de reentrada controlada no verdadeiro lúmen distal.
Quais estão corretas?
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No cenário atual da cardiologia intervencionista, a reestenose intra-stent (RIS) permanece como condição de relevância clínica, apesar dos avanços tecnológicos relacionados aos stents farmacológicos de novas gerações e ao uso crescente de métodos de imagem intracoronária. À luz dos mecanismos fisiopatológicos, dos recursos diagnósticos disponíveis e das estratégias terapêuticas contemporâneas, analise as assertivas a seguir:
I. A principal causa de RIS tardia em stents farmacológicos está associada ao desenvolvimento de neoaterosclerose.
II. O IVUS e a OCT permitem diferenciar hiperplasia neointimal homogênea de padrões morfológicos compatíveis com neoaterosclerose.
III. A aterectomia coronária com Excimer Laser (ELCA) constitui ferramenta terapêutica potencialmente útil no manejo de lesões coronárias complexas, incluindo oclusões totais crônicas e lesões não cruzáveis ou não dilatáveis.
IV. A angioplastia com balão farmacológico representa estratégia terapêutica válida para o tratamento da RIS, particularmente quando se busca evitar a implantação de camadas adicionais de stent.
Quais estão corretas?
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As figuras 9 e 10 demonstram registros simultâneos das pressões sistólicas dos ventrículos esquerdo e direito ao longo do ciclo respiratório. Analise as figuras abaixo, considerando as seguintes indicações — ventrículo esquerdo (LV), ventrículo direito (RV), expiração (Exp) e inspiração (Insp):

Com base exclusivamente no padrão de variação respiratória das pressões sistólicas ventriculares, assinale a alternativa correta.
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Mulher, 48 anos, previamente hígida, refere cansaço progressivo aos esforços há cerca de 1 ano, evoluindo recentemente com dispneia aos pequenos esforços, ortopneia e episódios ocasionais de palpitações. Nega dor torácica ou síncope e foi submetida a cateterismo cardíaco direito e esquerdo, cujas curvas de pressão estão demonstradas na Figura 8 a seguir:

Figura 8
Com base nos achados clínicos e hemodinâmicos apresentados, assinale a alternativa que indica, respectivamente, o diagnóstico e o principal mecanismo fisiopatológico envolvido.
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Para responder às questões 24 e 25, considere o seguinte caso clínico:
Homem, 41 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica súbita há 6h, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma feito no hospital evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. Foi realizada cineangiocoronariografia, seguida de tomografia de coerência óptica (OCT) da artéria descendente anterior, conforme as figuras 5 e 6 a seguir:

No momento da coronariografia, houve normalização eletrocardiográfica, o paciente encontra-se hemodinamicamente estável e assintomático, e a angiografia demonstra fluxo TIMI 3 na artéria descendente anterior. Diante do quadro clínico e angiográfico e dos achados na OCT, assinale a alternativa que indica a conduta mais adequada.
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Para responder às questões 24 e 25, considere o seguinte caso clínico:
Homem, 41 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica súbita há 6h, associada a sudorese e náuseas. O eletrocardiograma feito no hospital evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior. Foi realizada cineangiocoronariografia, seguida de tomografia de coerência óptica (OCT) da artéria descendente anterior, conforme as figuras 5 e 6 a seguir:

Com base nas imagens obtidas pela OCT, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a melhor descrição dos achados morfológicos e o diagnóstico mais provável.
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Homem, 72 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica, diabetes melito tipo 2, doença arterial coronária prévia e tabagismo ativo, em uso de AAS 100 mg/dia, atorvastatina 40 mg/dia, enalapril 20 mg/dia e metformina 1.500 mg/dia, foi submetido há quatro semanas a angiografia coronária diagnóstica por via femoral, com necessidade de uso de introdutor longo, múltiplas manipulações e trocas de cateteres devido à tortuosidade aortoilíaca importante. Recebeu alta sem intercorrências imediatas. Duas semanas após o procedimento, iniciou quadro de dor abdominal difusa, mialgia em membros inferiores e piora progressiva da função renal. Evoluiu com redução do débito urinário, livedo reticular em membros inferiores e coloração arroxeada em pododáctilos, apesar de pulsos periféricos ainda palpáveis. Exames laboratoriais demonstram o seguinte:
• Hemoglobina 11,5 g/dL (VR: 12,1-16,0);
• Leucócitos 12.240/mm³ (VR: 3.600-11.000);
• Segmentados: 5.400/mm³ (44,1%) (VR: 45-70%);
• Eosinófilos: 3.840/mm³ (31,4%) (VR: 0-6%);
• Basófilos: 550/mm³ (4,5%) (VR: 0-4%);
• Linfócitos: 1.800mm³ (14,7%) (VR: 20-50%);
• Monócitos 650/mm³ (5,3%) (VR: 2-10%);
• Plaquetas: 200.000/mm³ (VR: 150.000-400.000);
• Creatinina: 3,8 mg/dL (VR: 0,7-1,3 mg/dL);
• Ureia: 94 mg/dL (VR: 14-45 mg/dL);
• CPK: 150 U/L (VR: 26-190 U/L).
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
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Homem, 78 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, hipertensão e dislipidemia, foi submetido à coronariografia com avaliação fisiológica da artéria descendente anterior. Analise as figuras 3 e 4 abaixo, que mostram a angiografia da artéria coronária descendente anterior, o resultado do Resting Full-cycle Ratio (RFR) de 0,84, o Fractional Flow Reserve (FFR) de 0,77, o Pullback Pressure Gradient (PPG) de 0,56 e a curva de pullback na artéria descendente anterior durante hiperemia máxima para avaliação funcional invasiva da circulação coronária por FFR.

Sobre o caso apresentado, assinale a alternativa correta.
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