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Do ponto de vista da percepção e da cognição musical, um dos fatores mais decisivos para a memorização e o reconhecimento de uma melodia é:
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As partituras apresentadas evidenciam modos de uso e de registro da linguagem musical em tempos históricos variados. Qual alternativa identifica o registro musical e o período histórico correspondente?
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ADNET, M.; NOGUEIRA, J. Cancioneiro Moacir Santos, Coisas.
Rio de Janeiro: Jobim Music, 2005.
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ADNET, M.; NOGUEIRA, J. Cancioneiro Moacir Santos, Coisas.
Rio de Janeiro: Jobim Music, 2005.

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A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).
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A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).
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A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).

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• a pergunta e a resposta devem ter a mesma duração: quatro compassos;
• a pergunta deve terminar no tempo fraco do quarto compasso (impulso);
• a resposta deve terminar no tempo forte do último compasso (apoio);
• a pergunta e a resposta devem ter elementos comuns.
MATEIRO, T.; ILARI, B. (Org.). Pedagogias em educação musical. Curitiba: Ibpex, 2011.
Qual alternativa contém a sequência rítmica que respeita as recomendações de pergunta e resposta?
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TEXTO 1
Na metodologia de Jos Wuytack, o aprendizado melódico ocorre progressivamente, iniciando com o intervalo de uma terça menor descendente (dó-lá, em fá maior ou sol-mi, em dó maior) até completar a escala diatônica, em etapas que acrescentam uma nota por vez, de acordo com a sequência apresentada.

TEXTO 2
Em uma aula de Música para a Educação Infantil, um professor escolhe a canção O Joaquim, quim, quim de Jos Wuytack (2000), apresentada na partitura a seguir:

MATEIRO, T.; ILARI, B. (Org.). Pedagogias em educação musical. Curitiba: Ibpex, 2011.
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