Foram encontradas 155.404 questões.
Garozzi e outros (Educação Física escolar e inclusão: o
que dizem os estudos, 2021) realizaram uma pesquisa
bibliográfica, em periódicos nacionais, com o objetivo de
analisar o estado da arte da produção do conhecimento
nos estudos que abordam a discussão da Educação
Física escolar e a inclusão dos alunos com deficiência(s).
Um dos principais resultados apontou a importância de
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- Currículo (Teoria e Prática)
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
O caderno de planejamento da Secretaria de Educação
de Sorocaba (2025), no âmbito da Educação Física para
o Ensino Fundamental, explicita ser fundamental que o
planejamento curricular seja constantemente revisto e
reconstruído. Nesse contexto, as atividades necessitam
ser planejadas/elaboradas considerando, entre outros
aspectos, a organização dos tempos, espaços e
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Os documentos atuais da educação brasileira, relacionados ao componente curricular Educação Física, como
a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), e o
Currículo Paulista (2019) fazem parte do universo temático destacado no Caderno de Planejamento de Sorocaba
(2025) para a Educação Física no Ensino Fundamental.
Entre as unidades temáticas que mereceram destaque
no referido documento, foram acrescentadas as “Práticas
corporais
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Discutindo o processo de formação dos alunos no ensino
fundamental, Antonio Castrogiovanni destaca a importância da “alfabetização espacial” como fundamental para a
compreensão dos fenômenos geográficos.
(CASTROGIOVANNI, Antonio C. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano)
Por “alfabetização espacial”, o autor entende
(CASTROGIOVANNI, Antonio C. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano)
Por “alfabetização espacial”, o autor entende
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Segundo Pontuschka, N.N. et al., aprender a ler, a
familiarizar-se com os termos técnicos, os conceitos,
as ideias e saber como elas se relacionam, assim como
buscar hierarquizar o conteúdo do texto, identificar e
acompanhar o raciocínio do autor, suas conclusões
e as bases que as sustentam são habilidades que se
pretende desenvolver com estudantes do ensino fundamental e médio no campo da Geografia através da
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No processo de construção de conceitos geográficos
no ensino da Geografia, a passagem dos conceitos
cotidianos aos conceitos científicos é um aprendizado
que se efetiva com o desenvolvimento do raciocínio no
âmbito exterior e interior da escola. A hierarquização
dos conceitos mais gerais, mais inclusivos, dos conceitos intermediários e dos mais específicos, pouco inclusivos, enseja a elaboração dos mapas conceituais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
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Qual deveria ser, então, o novo modelo para a História?
Que perguntas deveríamos fazer ao nosso passado, ao
nosso presente e ao nosso futuro? Qual poderá ser a
tábua à qual possamos nos agarrar diante desse naufrágio dos vários modelos?
A resposta de François Hartog lança uma luz penetrante para reorganizarmos nossa maneira de estudar e de ensinar a História. Diz ele que precisamos nos basear em dois princípios:
1. edificar o próprio ponto de vista tão explicitamente quanto possível e
2. realizar sempre uma abordagem comparativa. Trata-se, portanto, de ensinar aos alunos não a contemplar o “edifício da História” como algo já pronto, mas de ensinar-lhes a edificar o próprio edifício.
(Rafael Ruiz, Novas formas de abordar o ensino de História. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Segundo o artigo citado, ensinar a edificar o próprio ponto de vista histórico significa, entre outros pontos, ensinar a
A resposta de François Hartog lança uma luz penetrante para reorganizarmos nossa maneira de estudar e de ensinar a História. Diz ele que precisamos nos basear em dois princípios:
1. edificar o próprio ponto de vista tão explicitamente quanto possível e
2. realizar sempre uma abordagem comparativa. Trata-se, portanto, de ensinar aos alunos não a contemplar o “edifício da História” como algo já pronto, mas de ensinar-lhes a edificar o próprio edifício.
(Rafael Ruiz, Novas formas de abordar o ensino de História. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Segundo o artigo citado, ensinar a edificar o próprio ponto de vista histórico significa, entre outros pontos, ensinar a
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É necessário que o ensino de História seja revalorizado e
que os professores dessa disciplina conscientizem-se de
sua responsabilidade social perante os alunos, preocupando-se em ajudá-los a compreender e – esperamos –
a melhorar o mundo em que vivem.
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, Por uma História prazerosa e consequente. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Com relação ao tratado no excerto, seus autores realçam o papel do professor como
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, Por uma História prazerosa e consequente. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Com relação ao tratado no excerto, seus autores realçam o papel do professor como
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Manifestando preocupações quanto à ênfase que as
reformas curriculares de História vêm dando ao estudo da
História Local, [Joaquim] Prats critica o que pode vir a se
tornar “um ensino de História em migalhas”, mas diz “sim”
ao ensino da História Local, sob algumas condições [...].
(A.M. Monteiro; A.M. Gasparello; M.S. Magalhães (orgs.). Ensino de História: sujeitos, saberes e práticas, 2009)
Considerando os pressupostos históricos da obra em referência, assinale a alternativa que apresenta corretamente parte das condições consideradas essenciais para esse tipo de estudo.
(A.M. Monteiro; A.M. Gasparello; M.S. Magalhães (orgs.). Ensino de História: sujeitos, saberes e práticas, 2009)
Considerando os pressupostos históricos da obra em referência, assinale a alternativa que apresenta corretamente parte das condições consideradas essenciais para esse tipo de estudo.
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No trabalho escolar com História, segundo a professora
Circe Bittencourt (em Ensino de História: fundamentos e
métodos), cabe ao professor optar por manter os denominados conteúdos tradicionais ou selecionar conteúdos
significativos. Esses conteúdos são definidos por Circe
Bittencourt como aqueles que
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