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01/02 - Dia do Publicitário
O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.
Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
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01/02 - Dia do Publicitário
O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.
Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
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• Texto para a questão.
Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares
Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças
Armadas e na Polícia Militar
Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do
Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as
tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante
as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de
Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a
uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos,
foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de
que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
Equipamentos bélicos são equipamentos de guerra. Logo, a partir da correta relação entre adjetivo e locução adjetiva, aponte a seguir o item em que essa correlação também esteja conforme a norma-padrão de emprego das classes de palavras.
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• Texto para a questão.
Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares
Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças
Armadas e na Polícia Militar
Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do
Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as
tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante
as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de
Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a
uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos,
foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de
que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
I. “[...] apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente.”
II. “O triunfo da menina órfã, que aprendeu sozinha a manusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo [...]”
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• Texto para a questão.
Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares
Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças
Armadas e na Polícia Militar
Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do
Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as
tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante
as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de
Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a
uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos,
foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de
que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
• “Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência¹ [...]”
• “O triunfo da menina órfã², que aprendeu sozinha a manusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo [...]”
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• Texto para a questão.
Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares
Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças
Armadas e na Polícia Militar
Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do
Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as
tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante
as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de
Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a
uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos,
foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de
que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
I. “[...] descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus.”
II. “[...] travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.”
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Texto para a questão.
A guerra não tem rosto de mulher
Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem
uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar
disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra...
Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo;
no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa
e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa
sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco
acolchoado masculino.
ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
“[...] ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.”
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Texto para a questão.
A guerra não tem rosto de mulher
Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem
uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar
disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra...
Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo;
no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa
e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa
sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco
acolchoado masculino.
ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
“Puras, mas depois da guerra...Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito.”
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Texto para a questão.
A guerra não tem rosto de mulher
Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem
uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar
disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra...
Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo;
no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa
e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa
sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco
acolchoado masculino.
ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
Em se tratando da regência do verbo destacado a seguir, é correto afirmar que:
“Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra [...]”
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A guerra não tem rosto de mulher
Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem
uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar
disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra...
Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo;
no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa
e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa
sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco
acolchoado masculino.
ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
Sobre o trecho realçado anteriormente, é verdadeiro o que se afirma em:
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