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TEXTO: Uso de canetas para obesidade entre
idosos exige cuidados extras; entenda
Emagrecimento rápido é fator de risco para
problemas como a sarcopenia, que favorece
quedas e fraturas
As canetas de análogos de GLP-1 [...] têm
se mostrado grandes aliadas no tratamento da
obesidade e do diabetes, com eficácia e segurança
comprovadas para diversos tipos de pacientes.
Idosos também podem se beneficiar do uso
desses medicamentos, mas com atenção
redobrada e acompanhamento multiprofissional
ainda mais rigoroso, já que os riscos associados à
utilização incorreta aumentam de maneira
significativa.
Especialistas explicam que existem
peculiaridades para os pacientes na terceira idade.
Se usado inadvertidamente, o medicamento pode
por exemplo favorecer a sarcopenia (perda
progressiva e generalizada de massa, força e
função muscular), tendo como consequência
quedas e fraturas.
Independentemente da idade, durante a
perda de peso, quase um terço da redução é de
massa magra, incluindo a massa muscular, cuja
preservação é fundamental para manter a força, a
mobilidade e a autonomia. Ao envelhecer, porém,
o organismo já tende a perder músculo e ganhar
gordura.
“O corpo da pessoa idosa é diferente de
um adulto jovem — tem mais gordura e menos
músculo, por isso, cada grama de músculo perdido
na terceira idade tem um impacto maior”, afirma o
geriatra Ivan Aprahamian, diretor científico da
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
(SBGG).
Por isso, nessa faixa etária, o
emagrecimento rápido ou acentuado pode
favorecer fraqueza, quedas, fraturas e, assim,
acelerar o processo de perda de funcionalidade,
explica o endocrinologista Fernando Valente,
professor da Faculdade de Medicina do ABC e
diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
“O efeito combinado do menor apetite com
as náuseas e a rápida perda de peso provocadas
pelas canetas pode precipitar síndromes
geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física”,
diz Aprahamian.
Outros problemas relacionados ao uso das
canetas para diabetes e obesidade são a
desidratação e a perda de eletrólitos, quando o
paciente fica muito tempo sem se hidratar — o que
acontece devido à falta de apetite ocasionada pela
medicação.
Casos graves de desidratação podem
comprometer a função renal. Junto a isso, a baixa
ingestão calórica aumenta o risco de deficiências
nutricionais, além de aumentar o risco de
hipoglicemia, o que, em casos mais graves, pode
ter como sintomas até mesmo confusão mental.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/uso-decanetas-para-obesidade-entre-idosos-exige-cuidadosextras-entenda/. Acesso em 07/01/2026. Excerto
adaptado
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TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é
hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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As formas de expressão, os artefatos digitais e a
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inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
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As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
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TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é
hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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hora de reconhecer: a internet Millennial está
morta
As formas de expressão, os artefatos digitais e a
cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma
inevitável troca de guarda geracional sobre a
relevância do domínio digital; o protagonismo
agora é da geração Z
Em 2026, os membros mais novos da
geração Millennial se tornarão trintões. É um
marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e
1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles
pode ser doloroso, mas junto desta celebração é
chegado também o momento de reconhecer: a
“internet Millennial”, tal como a conhecemos nos
últimos 25 anos, está morta.
Isso não significa que as pessoas nesta
faixa etária estejam abandonando a rede, ou
deixando de se adaptar aos novos formatos e
linguagens — elas ainda estão lá, mas algo
mudou. As formas de expressão, os artefatos
digitais e a cultura online associados aos
Millennials estão desaparecendo ou perdendo
relevância em uma inevitável troca de guarda
geracional sobre a relevância do domínio digital.
Se você acha que “fds” significa “final de
semana” no dialeto atual da internet, ou se acha
que o emoji de caveira tem conotação negativa, a
sua era de protagonismo na rede passou. Saem os
Millenials, entra a geração Z.
A lista de artefatos digitais dos Millenials
que desapareceu ou perdeu relevância é extensa.
Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados
inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual,
MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos
os serviços de compartilhamentos de arquivos.
Quando os anos 2010 entram no radar, surgem
nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media,
Tumblr e até o “Facebook do velho testamento”
(quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto
mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs,
os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje
chamado de X) gozam do mesmo prestígio de
outrora.
Mas não são só os serviços e ferramentas
que se tornaram obsoletos: o ambiente que
permitia a existência desta internet também já saiu
de cena. “Com o avanço das tecnologias e a
ascensão das big techs, as pessoas acabaram
ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre
Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos
blogs no Brasil.
Ele faz referência ao fato de que a
estrutura da internet Millennial exigia que os
usuários fossem proativos. A rede era aberta e
fragmentada em diversos serviços, longe da lógica
de plataforma fechada que ganhou força na
segunda metade dos anos 2010 com a economia
dos apps. Construir e consumir algo naquela
época exigia uma certa lógica punk de “faça você
mesmo” — é dessa lógica que surge a internet
colaborativa, batizada de “web 2.0”.
O que substitui esse modelo a partir da
segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura
de plataformas controladas por gigantes da
tecnologia, que disputam intensamente a atenção
dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As
conexões sociais como mediador da cultura digital
perdem protagonismo e a internet se torna mais
passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos
conteúdos.
“Acho que fomos roubados. Para um
Millennial, dói saber como a internet era e o que
ela se tornou. As big techs estão tentando tirar
nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a
informação que chega na gente. Querem controlar
como a gente consome, procura e busca
informação. Isso é um projeto de poder”, afirma
Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do
BuzzFeed Brasil.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso
em 07/01/2026. Excerto.
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