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4052936 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ESP-CE
Orgão: Pref. Amontada-CE
I. Texto para a questão:
"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."
Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
No trecho final, ao afirmar que ali se sentia “o prazer animal de existir”, o autor sugere que, apesar das dificuldades descritas, havia naquele ambiente:
 

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4052935 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ESP-CE
Orgão: Pref. Amontada-CE
I. Texto para a questão:
"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."
Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Considerando o trecho em que se descrevem as latrinas, o uso das bicas d’água e as crianças que "não se davam ao trabalho de lá ir", o autor quer construir a ideia de que:
 

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4052904 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Urubici-SC
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Textos literários e não literários, quando usados em conjunto, permitem ao aluno:
 

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Texto 2

Enunciado 4483188-1

Fonte: https://www.instagram.com/p/DFtFsQCRxXi/

No conto apresentado no Texto 2, o leitor pode experimentar uma sensação de riso leve ou de estranhamento afetivo.
Esse efeito decorre, principalmente, devido:
 

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Texto 2

Enunciado 4483187-1

Fonte: https://www.instagram.com/p/DFtFsQCRxXi/

No Texto 2, de autoria do escritor Marcio Markendorf, na passagem que diz “— Você não pode ir sozinha para o mundo, Clara!”, a narrativa traz a potencialidade de uma interpretação no sentido figurado. Tendo isso em vista, a qual figura de linguagem “para o mundo” configura:
 

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Texto 1

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.

O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.

Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.

Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.

Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”

Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.

Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.

Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.

[…]

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Neste fragmento do Texto 1: “[…] os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas”, é correto afirmar que o verbo “descobriram” exerce a função de:
 

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Texto 1

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.

O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.

Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.

Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.

Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”

Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.

Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.

Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.

[…]

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Considerando o conteúdo da matéria apresentada no Texto 1, é correto afirmar que o impacto terapêutico dessas práticas se explica principalmente porque:
 

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Texto 1

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.

O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.

Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.

Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.

Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”

Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.

Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.

Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.

[…]

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Leia com atenção o trecho abaixo retirado do Texto 1:
“O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental”.
Assinale a alternativa que contenha apenas os ditongos presentes na frase.
 

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Urubici tem belas cachoeiras que são pontos turísticos populares.
Um atrativo natural famoso no município é a cachoeira Véu de Noiva.

Ela é conhecida por:
 

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Urubici é conhecida por sua hospitalidade e beleza natural, o que atrai turistas de todo o mundo.

Em relação ao turismo, Urubici é famosa por ser:
 

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