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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Considerando os termos da oração, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Quanto aos princípios de coesão e coerência textuais, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
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Do ponto de vista do tipo de verbo e dos objetos, é CORRETO afirmar que:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
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alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no tempo e modo:
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mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Quanto aos níveis de linguagem, é CORRETO afirmar que o texto utiliza:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e
saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?
Os cientistas esperavam observar um quadro oposto,
mas os ursos polares de um arquipélago norueguês
tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da
década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do
derretimento do gelo marinho provocado pelas
mudanças climáticas.
Esses animais dependem do gelo marinho como
plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura
essencial para sua alimentação. As reservas de gordura
são fundamentais para fornecer energia, garantir
isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam
leite rico em nutrientes para os filhotes.
Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram
setecentos e setenta ursos polares adultos e
constataram um aumento significativo na condição
corporal dos animais. A principal explicação apontada é
a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior
consumo de presas terrestres, como renas e morsas.
A descoberta, publicada em uma revista científica,
chamou a atenção devido à intensidade das
transformações climáticas na região. Durante o período
analisado, o aumento das temperaturas elevou o número
de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo
aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo
os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do
urso, melhor tende a ser sua condição física.
A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a
década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à
extinção, contribuiu para a recuperação de sua
população. Isso parece ter criado uma nova e abundante
fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a
redução do gelo faz com que as focas se concentrem em
áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.
Apesar do resultado positivo observado no curto prazo,
os pesquisadores alertam que essa tendência
dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho
continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer
distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça,
gastando mais energia e comprometendo suas reservas
de gordura.
Especialistas também lembram que os ursos polares
noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo
até a adoção de medidas internacionais de proteção na
década de 1970. Assim, a melhora recente está
relacionada, em parte, à recuperação populacional após
esse período, combinada ao aumento de presas
disponíveis, como morsas e renas.
Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem
diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos
polares, e algumas delas já apresentam declínio
acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução
populacional está diretamente associada ao aumento
das temperaturas e à perda do gelo marinho.
Pesquisadores destacam que a boa condição física
observada no arquipélago representa apenas um
aspecto da situação. Outros estudos indicam que o
aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de
filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os
dados atuais revelem um efeito positivo localizado e
temporário, o consenso científico aponta que, a longo
prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a
sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da
espécie cada vez mais incerto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à interpretação global do texto.
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