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Assinale a alternativa que está em conformidade com a
norma-padrão de concordância.
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
verdesmares.com.br. Adaptado)
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
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2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
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2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
verdesmares.com.br. Adaptado)
• “... o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos...” (1º parágrafo)
• “O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil.” (3º parágrafo)
Considerando o sentido que expressam no contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
verdesmares.com.br. Adaptado)
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Leia para responder à questão
Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo
conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de
antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por
séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério
“construído do zero”, mas por reaproveitar uma
infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser
monitorada e consolidada para evitar desabamentos e
instabilidades nas vias públicas.
A origem do ossuário está ligada a um problema urbano
concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios
centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos
Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A
transferência de restos mortais para as antigas pedreiras
foi institucionalizada e o local foi consagrado como
ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que
consolidou o uso funerário dessas galerias.
O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto
subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos
foram organizados de maneira deliberada, formando
paredes e composições que combinam ordem, inscrição e
memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação
“catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas
romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora
o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade
sanitária e administrativa.
No início do século XIX, o espaço passou a ser também um
local de visitação controlada, e há registro de abertura ao
público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações.
Essa passagem de “infraestrutura funerária” para
“patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar:
ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele
também se tornou parte da história cultural da cidade e de
sua relação com a morte e a urbanização.
Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo
objeto de interesse científico, justamente por reunirem um
acervo humano de longa duração e por exporem camadas
de práticas funerárias, saúde pública e transformações
urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário
como fonte para compreender padrões de doença,
condições de vida e episódios sanitários do passado,
extraindo informações a partir de análises de ossos e
dentes.
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Leia para responder à questão
Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo
conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de
antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por
séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério
“construído do zero”, mas por reaproveitar uma
infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser
monitorada e consolidada para evitar desabamentos e
instabilidades nas vias públicas.
A origem do ossuário está ligada a um problema urbano
concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios
centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos
Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A
transferência de restos mortais para as antigas pedreiras
foi institucionalizada e o local foi consagrado como
ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que
consolidou o uso funerário dessas galerias.
O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto
subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos
foram organizados de maneira deliberada, formando
paredes e composições que combinam ordem, inscrição e
memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação
“catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas
romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora
o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade
sanitária e administrativa.
No início do século XIX, o espaço passou a ser também um
local de visitação controlada, e há registro de abertura ao
público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações.
Essa passagem de “infraestrutura funerária” para
“patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar:
ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele
também se tornou parte da história cultural da cidade e de
sua relação com a morte e a urbanização.
Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo
objeto de interesse científico, justamente por reunirem um
acervo humano de longa duração e por exporem camadas
de práticas funerárias, saúde pública e transformações
urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário
como fonte para compreender padrões de doença,
condições de vida e episódios sanitários do passado,
extraindo informações a partir de análises de ossos e
dentes.
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo
conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de
antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por
séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério
“construído do zero”, mas por reaproveitar uma
infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser
monitorada e consolidada para evitar desabamentos e
instabilidades nas vias públicas.
A origem do ossuário está ligada a um problema urbano
concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios
centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos
Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A
transferência de restos mortais para as antigas pedreiras
foi institucionalizada e o local foi consagrado como
ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que
consolidou o uso funerário dessas galerias.
O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto
subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos
foram organizados de maneira deliberada, formando
paredes e composições que combinam ordem, inscrição e
memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação
“catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas
romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora
o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade
sanitária e administrativa.
No início do século XIX, o espaço passou a ser também um
local de visitação controlada, e há registro de abertura ao
público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações.
Essa passagem de “infraestrutura funerária” para
“patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar:
ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele
também se tornou parte da história cultural da cidade e de
sua relação com a morte e a urbanização.
Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo
objeto de interesse científico, justamente por reunirem um
acervo humano de longa duração e por exporem camadas
de práticas funerárias, saúde pública e transformações
urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário
como fonte para compreender padrões de doença,
condições de vida e episódios sanitários do passado,
extraindo informações a partir de análises de ossos e
dentes.
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