Foram encontradas 349.344 questões.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
Arquitetura indígena
É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a
presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
transformação coletiva.
(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo. 01/11/2025)
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Arquitetura indígena
É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a
presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
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Arquitetura indígena
É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a
presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
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presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
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É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a
presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
transformação coletiva.
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Arquitetura indígena
É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a
presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação
do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos
concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da
civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das
pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há
séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de
pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição
de existência.
Esse projeto surge eт ит тoтento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades
precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais"
mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas
oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais,
respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura
buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo.
Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena
não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A
Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e
transformação coletiva.
(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo. 01/11/2025)
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A norma-padrão de concordância verbal e nominal está
respeitada em:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à
quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet,
essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que
adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um
número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve
seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma
estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da
fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através
de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia
guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José,
que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro
e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter
uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe
alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é
uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram
pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e
vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste,
evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei,
o otimismo largou minha mão.
(Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo.
https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à
quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet,
essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que
adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um
número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve
seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma
estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da
fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através
de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia
guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José,
que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro
e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter
uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe
alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é
uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram
pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e
vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste,
evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei,
o otimismo largou minha mão.
(Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo.
https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Acabei de saber de mais um caso que vem se juntar à
quantidade assombrosa de tentativas de golpes na internet,
essa praga do novo mundo. São tantos e tão variados que
adeus, confiança, ninguém mais atende uma ligação de um
número desconhecido.
Todo dia se escuta uma história sobre alguém que teve
seu pé-de-meia raspado. Que tipo de gente monta uma
estratégia e faz um jogo de cena para faturar em cima da
fragilidade emocional de alguém?
São golpes contra a dona Maria, que acreditou, através
de um teatrinho telefônico, que sua filha havia sido sequestrada, e pagou o resgate fajuto com o dinheiro que havia
guardado para uma cirurgia. São golpes contra o seu José,
que chegou aos 70 anos sem nunca ter ido ao Rio de Janeiro
e, para realizar o sonho, caiu na lábia de alguém que se passava por agente de turismo.
Sempre haverá quem diga que melhor isso do que ter
uma arma apontada para o próprio peito. Não sei se existe
alguma opção “melhor”. Beneficiar-se da inocência alheia é
uma indignidade que rebaixa a condição humana. De tal forma a tecnologia facilita esses golpes que eles se tornaram
pandêmicos. Viramos um mundaréu de desconfiados, neuróticos, sempre de pé atrás com tudo e todos. Nem em rostos e
vozes dá para acreditar, podem ser fakes também.
Até aqui, eu acreditava que todo progresso vinha acompanhado de desafios e que era só uma questão de ajuste,
evoluir sempre foi estimulante. Daqui para frente, já não sei,
o otimismo largou minha mão.
(Martha Medeiros. Golpes on-line, essa praga do novo mundo.
https://oglobo.globo.com, 29.06.2025. Adaptado)
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