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4031579 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Castro-PR
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Leia o texto para responder a questão.


É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

Analise: “Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia são ensinamentos mais valiosos...”. O sujeito sintático desta oração é classificado como:
 

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4031578 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Castro-PR
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

A crase ocorre pela fusão da preposição a com o artigo definido a (ou pronomes demonstrativos). Sendo assim, assinale a alternativa cujo acento grave indicativo de crase é obrigatório.
 

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4031577 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Castro-PR
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

Analise o trecho no parágrafo final: “Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender...”. A oração destacada é classificada, sintaticamente, como oração subordinada adverbial
 

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4031576 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Castro-PR
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

A frase “A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa” apresenta concordância verbal regular. Se reescrever a informação sobre a expectativa de forma impessoal, qual alternativa apresentaria a concordância correta com o verbo haver (no sentido de existir)?
 

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4031575 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Castro-PR
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

O texto está organizado em uma estrutura que detalha os benefícios da crença no Papai Noel, mencionando estímulos à criatividade, paciência, responsabilidade, fraternidade/empatia e aprendizado com frustrações. A relação lógica entre o título do artigo e os parágrafos 3, 4 e 5 é de
 

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4031574 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

No trecho “o Papai Noel 'exige' um compromisso cotidiano dos pequenos”, o verbo “exigir” requer um complemento verbal que não é introduzido por preposição obrigatória. A classificação sintática correta desse verbo é:
 

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4031573 Ano: 2026
Disciplina: Português
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

A crença no Papai Noel ajuda a tornar as crianças “mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas”. Na frase “nem todos os desejos são realizados”, o vocábulo “todos” pertence à classe gramatical dos pronomes e, por acompanhar o substantivo “desejos”, é classificado como:
 

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4031572 Ano: 2026
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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

No trecho “velhinho barbudo”, a palavra “velhinho” tem a função de denominar. Morfologicamente, essa palavra é classificada como:
 

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É saudável acreditar no Papai Noel? Até que idade?

 Lidar com frustrações e estimular a criatividade e a empatia 

são ensinamentos mais valiosos do que os presentes

Por Gabriel Bortulini


O Papai Noel gera muita expectativa, mas nem todas as crianças o amam imediatamente. Não são raros (mas muito engraçados) os momentos quando um bebê é apresentado a ele e cai no choro. Mas basta o primeiro presente e a criança é conquistada pela generosidade sem par do velhinho barbudo. Aliás, será que é saudável acreditar nesse mundo fantástico?


Estimula a criatividade

Acreditar no Papai Noel é uma maneira de inventar um universo fantástico: imaginar a vida e a rotina dele é algo particular da fantasia de cada criança. É uma forma de desenvolver tanto a criatividade como a cognição, tornando as crianças mais abertas a ideias diferentes e aptas a resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos.

É um exercício de paciência

Toda criança que acredita em Papai Noel conhece a regra: ele só vem uma vez por ano. Certamente, é uma forma de incentivar a paciência: afinal, nem todos os desejos são realizados no momento e da maneira que as crianças querem.

Estimula a responsabilidade

Além da paciência, também há o aprendizado de responsabilidade. Em troca dos presentes, o Papai Noel “exige” um compromisso cotidiano dos pequenos. É claro: a família pode não ter condições financeiras para dar o presente dos sonhos. Nesse ponto, vale a criatividade dos próprios pais em lidar com a situação sem colocar em dúvidas o merecimento do filho. Pode-se sugerir uma lista de presentes que a família consegue comprar, por exemplo. E também pode ser o momento de ensinar que o valor do presente não se mede pelo preço.

Incentiva a fraternidade, a generosidade e a empatia

A ideia é generosa e fraterna: o Papai Noel não mede esforços para entregar os presentes na noite de Natal. Afinal, todos nos sentimos mais próximos, como verdadeiros filhos do bom velhinho. Cada criança terá sua recompensa, por mais humilde que seja — o que é um exercício de empatia (e gratidão).

Ensina a lidar com frustrações

Seja na falta do presente pedido, seja na descoberta que, na verdade, o Papai Noel não existe. A frustração pode doer, mas não é necessariamente negativa: a criança vai viver inúmeras quebras de expectativa durante a vida e conseguir contorná-las é essencial para o amadurecimento.

Até que idade é saudável acreditar?

Cada criança tem o seu tempo. Geralmente, os pequenos começam a suspeitar da real existência do Papai Noel sozinhos. Pode ser entre os 6 e 7 anos, mas não é incomum que seja mais tarde. Perceber os indícios de que a criança está crescendo é fundamental. Tratá-la de acordo com sua maturidade emocional é importante para que ela se sinta confortável de entender, por conta própria, que o Papai Noel foi uma fantasia muito boa, mas que já ficou no seu passado: agora existe um novo mundo a ser descoberto.

Disponível em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/e-saudavel-acreditar-no-papai-noel-ate-que-idade/#google_vignette

A palavra “saudável “, presente no texto, segue a regra geral de acentuação gráfica. De acordo com a posição da sílaba tônica, ela é classificada como:
 

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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte. 
Carteiros em tempo de internet 


    Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da terra. 

    Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma espécie de tormento programado e compulsório. 

    Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em 1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado para devorar infinito." 

    Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por vários lugares da Espanha. 

    Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.  


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)
* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona. 
Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários.

O período acima tem sua correção e seu sentido preservados nesta reconstrução:
 

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