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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Onda de calor: por que oito Estados do Brasil
enfrentam alerta laranja por temperaturas extremas?
Uma combinação de fatores atmosféricos típicos do
verão, intensificada neste fim de dezembro, explica por
que uma ampla área do Centro-Sul do Brasil enfrenta um
período prolongado de calor extremo. Desde o início da
semana, regiões do Sudeste, além de partes do Sul e do
Centro-Oeste, registram temperaturas muito acima da
média, com persistência, quebra de recordes e aumento
dos riscos à saúde.
O fenômeno é classificado como onda de calor,
caracterizada pela manutenção de temperaturas
significativamente superiores ao padrão por vários dias
consecutivos. No episódio atual, o Instituto Nacional de
Meteorologia emitiu um aviso de alerta laranja, indicando
que os termômetros devem permanecer cerca de cinco
graus acima da média climatológica em oito Estados.
O aspecto mais preocupante não é apenas o calor
intenso em dias isolados, comum no verão, mas a sua
continuidade. As temperaturas elevadas se mantêm
inclusive durante a noite e a madrugada, dificultando a
recuperação do organismo e ampliando o desconforto
térmico. Capitais como São Paulo e Rio de Janeiro
registraram marcas extremas, mas o calor intenso
também se espalha pelo interior, atingindo áreas
agrícolas e cidades de médio porte.
A principal explicação para essa onda de calor é a
atuação de uma massa de ar quente e seco reforçada
pela Alta Subtropical do Atlântico Sul, que funciona como
um bloqueio atmosférico. Esse sistema impede o avanço
de frentes frias e reduz a formação de chuvas
organizadas, mantendo o ar quente sobre a região por
vários dias. Com menos nuvens, há maior aquecimento
durante o dia e menor perda de calor à noite.
O fato de o episódio ocorrer no início do verão
potencializa seus efeitos, já que dezembro é
historicamente quente em grande parte do país. Assim,
condições naturalmente favoráveis ao calor são
intensificadas, elevando ainda mais as temperaturas.
As áreas mais afetadas concentram-se no Sudeste, mas
a influência da onda de calor avança sobre o Sul e o
Centro-Oeste. Regiões afastadas do litoral sofrem mais,
enquanto áreas costeiras contam com algum alívio da
brisa marítima. No Norte e no Nordeste, o calor intenso
não está diretamente ligado a esse sistema, embora haja
risco de temporais em algumas áreas.
As autoridades alertam para riscos à saúde, como
desidratação, exaustão térmica e agravamento de
doenças cardiovasculares e respiratórias. A
recomendação é reforçar a hidratação, evitar exposição
ao sol nos horários mais quentes e procurar ambientes
ventilados. A previsão indica que o calor deve persistir
até o fim da semana, com possibilidade de alívio gradual nos dias seguintes, à medida que o padrão atmosférico
comece a mudar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9535jreyjo.adaptado.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Onda de calor: por que oito Estados do Brasil
enfrentam alerta laranja por temperaturas extremas?
Uma combinação de fatores atmosféricos típicos do
verão, intensificada neste fim de dezembro, explica por
que uma ampla área do Centro-Sul do Brasil enfrenta um
período prolongado de calor extremo. Desde o início da
semana, regiões do Sudeste, além de partes do Sul e do
Centro-Oeste, registram temperaturas muito acima da
média, com persistência, quebra de recordes e aumento
dos riscos à saúde.
O fenômeno é classificado como onda de calor,
caracterizada pela manutenção de temperaturas
significativamente superiores ao padrão por vários dias
consecutivos. No episódio atual, o Instituto Nacional de
Meteorologia emitiu um aviso de alerta laranja, indicando
que os termômetros devem permanecer cerca de cinco
graus acima da média climatológica em oito Estados.
O aspecto mais preocupante não é apenas o calor
intenso em dias isolados, comum no verão, mas a sua
continuidade. As temperaturas elevadas se mantêm
inclusive durante a noite e a madrugada, dificultando a
recuperação do organismo e ampliando o desconforto
térmico. Capitais como São Paulo e Rio de Janeiro
registraram marcas extremas, mas o calor intenso
também se espalha pelo interior, atingindo áreas
agrícolas e cidades de médio porte.
A principal explicação para essa onda de calor é a
atuação de uma massa de ar quente e seco reforçada
pela Alta Subtropical do Atlântico Sul, que funciona como
um bloqueio atmosférico. Esse sistema impede o avanço
de frentes frias e reduz a formação de chuvas
organizadas, mantendo o ar quente sobre a região por
vários dias. Com menos nuvens, há maior aquecimento
durante o dia e menor perda de calor à noite.
O fato de o episódio ocorrer no início do verão
potencializa seus efeitos, já que dezembro é
historicamente quente em grande parte do país. Assim,
condições naturalmente favoráveis ao calor são
intensificadas, elevando ainda mais as temperaturas.
As áreas mais afetadas concentram-se no Sudeste, mas
a influência da onda de calor avança sobre o Sul e o
Centro-Oeste. Regiões afastadas do litoral sofrem mais,
enquanto áreas costeiras contam com algum alívio da
brisa marítima. No Norte e no Nordeste, o calor intenso
não está diretamente ligado a esse sistema, embora haja
risco de temporais em algumas áreas.
As autoridades alertam para riscos à saúde, como
desidratação, exaustão térmica e agravamento de
doenças cardiovasculares e respiratórias. A
recomendação é reforçar a hidratação, evitar exposição
ao sol nos horários mais quentes e procurar ambientes
ventilados. A previsão indica que o calor deve persistir
até o fim da semana, com possibilidade de alívio gradual nos dias seguintes, à medida que o padrão atmosférico
comece a mudar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9535jreyjo.adaptado.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
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Onda de calor: por que oito Estados do Brasil
enfrentam alerta laranja por temperaturas extremas?
Uma combinação de fatores atmosféricos típicos do
verão, intensificada neste fim de dezembro, explica por
que uma ampla área do Centro-Sul do Brasil enfrenta um
período prolongado de calor extremo. Desde o início da
semana, regiões do Sudeste, além de partes do Sul e do
Centro-Oeste, registram temperaturas muito acima da
média, com persistência, quebra de recordes e aumento
dos riscos à saúde.
O fenômeno é classificado como onda de calor,
caracterizada pela manutenção de temperaturas
significativamente superiores ao padrão por vários dias
consecutivos. No episódio atual, o Instituto Nacional de
Meteorologia emitiu um aviso de alerta laranja, indicando
que os termômetros devem permanecer cerca de cinco
graus acima da média climatológica em oito Estados.
O aspecto mais preocupante não é apenas o calor
intenso em dias isolados, comum no verão, mas a sua
continuidade. As temperaturas elevadas se mantêm
inclusive durante a noite e a madrugada, dificultando a
recuperação do organismo e ampliando o desconforto
térmico. Capitais como São Paulo e Rio de Janeiro
registraram marcas extremas, mas o calor intenso
também se espalha pelo interior, atingindo áreas
agrícolas e cidades de médio porte.
A principal explicação para essa onda de calor é a
atuação de uma massa de ar quente e seco reforçada
pela Alta Subtropical do Atlântico Sul, que funciona como
um bloqueio atmosférico. Esse sistema impede o avanço
de frentes frias e reduz a formação de chuvas
organizadas, mantendo o ar quente sobre a região por
vários dias. Com menos nuvens, há maior aquecimento
durante o dia e menor perda de calor à noite.
O fato de o episódio ocorrer no início do verão
potencializa seus efeitos, já que dezembro é
historicamente quente em grande parte do país. Assim,
condições naturalmente favoráveis ao calor são
intensificadas, elevando ainda mais as temperaturas.
As áreas mais afetadas concentram-se no Sudeste, mas
a influência da onda de calor avança sobre o Sul e o
Centro-Oeste. Regiões afastadas do litoral sofrem mais,
enquanto áreas costeiras contam com algum alívio da
brisa marítima. No Norte e no Nordeste, o calor intenso
não está diretamente ligado a esse sistema, embora haja
risco de temporais em algumas áreas.
As autoridades alertam para riscos à saúde, como
desidratação, exaustão térmica e agravamento de
doenças cardiovasculares e respiratórias. A
recomendação é reforçar a hidratação, evitar exposição
ao sol nos horários mais quentes e procurar ambientes
ventilados. A previsão indica que o calor deve persistir
até o fim da semana, com possibilidade de alívio gradual nos dias seguintes, à medida que o padrão atmosférico
comece a mudar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9535jreyjo.adaptado.
Em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa CORRETA.
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A linguagem formal, também chamada de linguagem
culta, caracteriza-se pelo respeito às normas
gramaticais. Apresenta-se por meio do uso da norma
padrão, da pronúncia clara e precisa das palavras, da
variedade e riqueza vocabular e do registro cuidadoso e
erudito da língua.
Geralmente, emprega-se essa linguagem em situações que exigem formalidade ou quando não há intimidade ou descontração entre os interlocutores. Com base nisso, analise os enunciados a seguir e identifique aquele que está INCORRETO em relação à linguagem culta.
Geralmente, emprega-se essa linguagem em situações que exigem formalidade ou quando não há intimidade ou descontração entre os interlocutores. Com base nisso, analise os enunciados a seguir e identifique aquele que está INCORRETO em relação à linguagem culta.
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A pontuação indica, na escrita, as diferentes
possibilidades de entonação da fala. Além disso,
contribui para a expressão de pensamentos, emoções e
significados, tornando a compreensão do texto mais
precisa. Entre os sinais de pontuação, a vírgula é aquele
que mais exige cuidado. Com base nisso, analise o
emprego da vírgula nos enunciados a seguir:
I. O professor de matemática, durante a aula, devolveu, em silêncio, os trabalhos avaliados. II. Recife, a Veneza brasileira, se desenvolveu muito nas últimas décadas. III. Estamos, Sara, à sua espera! IV. O tapete persa, nos serviu de cama durante muitos anos.
A pontuação está CORRETA em:
I. O professor de matemática, durante a aula, devolveu, em silêncio, os trabalhos avaliados. II. Recife, a Veneza brasileira, se desenvolveu muito nas últimas décadas. III. Estamos, Sara, à sua espera! IV. O tapete persa, nos serviu de cama durante muitos anos.
A pontuação está CORRETA em:
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
O vocábulo 'Europeia', de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, não recebe acento. Analise os vocábulos presentes nas alternativas a seguir e identifique aquela cujo acento está INCORRETO, seja por ausência ou presença indevida.
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
Considerando o significado das palavras empregadas no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
Quanto ao sinal indicativo de crase em 'à produção', identifique a afirmativa CORRETA.
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
Considerando o texto-base sobre esse estudo, identifique a alternativa CORRETA.
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
Identifique a alternativa que classifica CORRETAMENTE o tempo e o modo do verbo 'incluir', utilizado no trecho.
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