Foram encontradas 349.434 questões.
Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
1. As preocupações tornam necessária esta retratação para preservar a integridade científica da revista, escreveu o editor van den Berg.
2. A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza quanto à integridade das conclusões.
3. Entre os problemas encontrados, está a participação de funcionários da empresa Monsanto.
Considerando as normas de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I. Em 1, a expressão 'necessária' deveria estar flexionada em 'necessárias', para concordar com o núcleo do sujeito 'preocupações'.
II. Em 2, a forma verbal 'gera' está no singular para concordar com 'artigo', igualmente empregado no singular.
III. Em 3, a forma verbal 'está' deveria estar flexionada no plural em 'estão', para concordar com 'problemas', núcleo do sujeito.
IV. Em 1, o verbo 'escrever' está no singular para concordar com o núcleo 'editor'.
É CORRETO o que se afirma em:
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Por que estudo citado por 25 anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o
agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde
humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da
revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology
and Pharmacology.
O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo,
incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado
especialmente à produção de soja transgênica, o
herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o
maior produtor do grão no mundo, superando os Estados
Unidos.
Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação,
Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se
em vários problemas críticos considerados suficientes
para comprometer a integridade acadêmica deste artigo
e de suas conclusões".
Entre os problemas encontrados, está a participação de
funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela
Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em
único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal
produtora histórica do glifosato, comercializado sob a
marca Roundup.
O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000,
teve impacto significativo nas decisões regulatórias
relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas,
segundo a própria revista científica.
" As preocupações tornam necessária esta retratação
para preservar a integridade científica da revista",
escreveu o editor van den Berg.
"A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram
redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza
quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o
artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada
ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup",
continua.
O comunicado afirma ainda que processos na Justiça
mostraram que os autores podem ter recebido
compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no
artigo, o que não foi declarado.
O editor disse que entrou em contato com o único autor
do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre
as acusações, mas não obteve resposta.
Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer
afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de
2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente
divulgado na seção de agradecimentos".
No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de
que ele podia continuar sendo permitido no país, já que
não havia evidências científicas de que ele cause
câncer, mutações ou má formação em fetos.
Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda
considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação
em 2026, após uma ação judicial movida por
organizações ambientalistas, de segurança alimentar e
de defesa de trabalhadores rurais.
A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por
mais 10 anos em novembro de 2023.
As renovações contrastam com o que concluiu a Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da
Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em
centenas de pesquisas, a agência apontou que o
glifosato era "provavelmente cancerígeno" para
humanos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça
americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro
Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em
2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que
contêm glifosato da empresa.
O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com
glifosato causam câncer a ir a julgamento.
Segundo o New York Times, desde então, a Bayer
pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para
encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao
Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos.
Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade
ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o
produto.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko
Analise os vocábulos empregados no trecho quanto à classe gramatical e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O vocábulo 'vivo' é um adjetivo que indica literalmente que o autor ainda está com vida, funcionando no sentido denotativo.
(__) O vocábulo 'mas' é uma conjunção, geralmente empregada como coordenativa adversativa, entretanto, no contexto, expressa adição de ideias.
(__) O termo 'lo' é uma forma pronominal que foi empregada para substituir 'editor', empregado no início do trecho.
(__) A forma 'obteve' refere-se ao verbo 'obter', conjugado no pretérito perfeito do indicativo.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
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A pontuação é essencial para tornar um texto claro e
compreensível. Empregar corretamente os sinais de
pontuação favorece a fluidez da leitura e ajuda na
interpretação do conteúdo. A vírgula é um sinal de
pontuação utilizado principalmente para indicar pausas
curtas e para separar elementos dentro de uma frase,
como orações ou itens de listas. Analise o emprego da
vírgula nos enunciados a seguir:
I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.
Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.
Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
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Para que um texto transmita sua mensagem de forma
eficaz, ele precisa ser compreensível para o leitor. Além
disso, deve apresentar harmonia, permitindo que a
mensagem flua de maneira clara, natural e agradável.
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas.
II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro.
III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida.
IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
É CORRETO o que se afirma em:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.
É CORRETO o que se afirma em:
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afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando as regras de colocação pronominal, identifique a alternativa que apresenta a substituição CORRETA do termo destacado por um pronome oblíquo.
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Questão presente nas seguintes provas
O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando o texto-base, assinale a alternativa CORRETA que explica por que o calor intenso e as ondas de calor representam um risco adicional para pessoas com a Síndrome de Dravet.
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