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4064374 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais."
Considerando a regência verbal e nominal, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:

(   ) O verbo 'dedicar' atua como bitransitivo, exigindo preposição 'a' antes do objeto indireto.

(   ) O verbo 'dedicar' atua apenas como transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado, o que justifica o uso da crase, uma vez que 'investigação' admite o artigo definido feminino 'a'.

(   ) O verbo 'desenvolver' está no infinitivo atuando como intransitivo e com seu sujeito posposto.

(   ) A forma 'associada' exige complemento preposicionado, todavia, o vocábulo 'estudos', por se apresentar no plural, não admite o uso da crase. Caso estivesse no singular, o emprego da crase seria obrigatório.


A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4064373 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos."
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:

I.O vocábulo 'episódio' recebe acento por ser uma palavra paroxítona terminada em ditongo, já que todas paroxítonas com essa terminação são acentuadas, independentemente da natureza do ditongo.

II.Os vocábulos 'médica' e 'prática' recebem acento gráfico por serem proparoxítonos, e a supressão desses acentos modifica a classificação tônica e a classe gramatical, sem alterar a morfologia das palavras. 

III.O vocábulo 'útil' é acentuado por ser uma palavra paroxítona terminada em 'l' e a sua flexão no plural não altera o acento nem a classificação tônica.

IV.O vocábulo 'saúde' obedece a uma regra de acentuação diferente da aplicada a 'período' e 'coreógrafo', que seguem outras normas específicas de acentuação.


É correto o que se afirma em:
 

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4064372 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento."
A palavra 'biotecnologia' não deve ser escrita com hífen, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico para palavras compostas. Considerando as normas ortográficas atualizadas, incluindo alterações além do emprego do hífen, identifique a alternativa que apresenta alguma palavra grafada INCORRETAMENTE.
 

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4064367 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A organização das orações no período pode ocorrer por relações de dependência ou de autonomia sintática, conferindo diferentes ritmos e sentidos ao texto. No que tange aos processos sintáticos, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4064362 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A organização do discurso em língua portuguesa pode privilegiar diferentes elementos do processo comunicativo, resultando em funções distintas, ao passo que a diversidade linguística reflete a riqueza sociocultural do país. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(   ) A função metalinguística ocorre quando o emissor utiliza o código para falar do próprio código, como se observa em um verbete de dicionário ou em um poema que discute o ato de escrever.

(   ) A diversidade linguística no Brasil deve ser combatida nas escolas para garantir a pureza do idioma e impedir o uso de regionalismos, que são considerados desvios patológicos da norma padrão.

(   ) A função fática foca no canal de comunicação, visando estabelecer, prolongar ou interromper o contato entre o emissor e o receptor, sendo comum em cumprimentos e saudações.

(   ) A variação diastrática refere-se às mudanças na língua decorrentes da localização geográfica do falante, enquanto a variação diatópica associa-se ao nível de escolaridade e classe social.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
 

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4064361 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A distinção entre o texto literário e o não-literário perpassa pela análise da função da linguagem e do compromisso do autor com a realidade objetiva ou com a estética subjetiva. Com base nas propriedades do discurso literário e informativo, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4064359 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A construção do sentido literário frequentemente se afasta da significação dicionarizada para explorar a subjetividade da linguagem. Analise as afirmativas a seguir:

I.A conotação é o uso da palavra em sentido figurado e subjetivo, dependente do contexto para a produção de sentidos que transcendem a definição literal do dicionário.

II.A denotação é a linguagem objetiva e precisa, em que o termo é utilizado em seu sentido primário, visando evitar ambiguidades em textos técnicos e científicos.

III.O uso de figuras de linguagem, como a metáfora e a metonímia, é um recurso expressivo exclusivo do gênero dramático, sendo proibida sua utilização em crônicas informativas.


Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4064355 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A estrutura narrativa compõe-se de elementos que se articulam para criar a verossimilhança do universo ficcional. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(   ) O narrador em primeira pessoa (narrador-personagem) apresenta uma visão limitada dos fatos, marcada pela subjetividade de sua própria participação na história.

(   ) O enredo constitui a sequência de fatos que formam a trama, organizando-se geralmente em exposição, conflito, clímax e desfecho.

(   ) O tempo cronológico refere-se à ordem interior e psicológica dos sentimentos, enquanto o tempo psicológico segue a marcação das horas e do calendário linear.

(   ) Os personagens secundários devem ser idênticos ao protagonista em termos de motivação e falas para evitar que o leitor sinta diversidade no ambiente narrativo.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
 

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4064354 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
A estrutura morfológica das palavras e sua organização em classes gramaticais fundamentam a coesão e a sintaxe da frase. Analise as afirmativas a seguir:

I.A derivação parassintética ocorre quando se adicionam simultaneamente um prefixo e um sufixo a um radical, de modo que a palavra não existe sem um desses elementos.

II.Os pronomes oblíquos átonos, como "me", "te", "se" e "nos", exercem função de complemento verbal e sua colocação na frase pode ocorrer em próclise, mesóclise ou ênclise.

III.Os verbos regulares são aqueles que sofrem alterações profundas no radical durante a conjugação, fugindo completamente ao modelo da sua terminação.


Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4064349 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Os vícios de linguagem correspondem a palavras ou construções empregadas de forma inadequada pelos falantes, sendo considerados, pelas normas gramaticais, desvios que comprometem a clareza da mensagem e dificultam a sua interpretação por parte do receptor. Com base nisso, analise as construções a seguir:

I.Ontem assistimos o novo filme que a Netflix lançou.
II.Me empresta o caderno de anotações das despesas semanais.
III.Vamos na praia esse final de semana.


O vício de linguagem observado nas frases é denominado:
 

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