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Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Considerando a regência verbal e nominal, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
( ) O verbo 'dedicar' atua como bitransitivo, exigindo preposição 'a' antes do objeto indireto.
( ) O verbo 'dedicar' atua apenas como transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado, o que justifica o uso da crase, uma vez que 'investigação' admite o artigo definido feminino 'a'.
( ) O verbo 'desenvolver' está no infinitivo atuando como intransitivo e com seu sujeito posposto.
( ) A forma 'associada' exige complemento preposicionado, todavia, o vocábulo 'estudos', por se apresentar no plural, não admite o uso da crase. Caso estivesse no singular, o emprego da crase seria obrigatório.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
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e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'episódio' recebe acento por ser uma palavra paroxítona terminada em ditongo, já que todas paroxítonas com essa terminação são acentuadas, independentemente da natureza do ditongo.
II.Os vocábulos 'médica' e 'prática' recebem acento gráfico por serem proparoxítonos, e a supressão desses acentos modifica a classificação tônica e a classe gramatical, sem alterar a morfologia das palavras.
III.O vocábulo 'útil' é acentuado por ser uma palavra paroxítona terminada em 'l' e a sua flexão no plural não altera o acento nem a classificação tônica.
IV.O vocábulo 'saúde' obedece a uma regra de acentuação diferente da aplicada a 'período' e 'coreógrafo', que seguem outras normas específicas de acentuação.
É correto o que se afirma em:
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Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
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Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
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e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
A palavra 'biotecnologia' não deve ser escrita com hífen, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico para palavras compostas. Considerando as normas ortográficas atualizadas, incluindo alterações além do emprego do hífen, identifique a alternativa que apresenta alguma palavra grafada INCORRETAMENTE.
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A organização das orações no período pode ocorrer por
relações de dependência ou de autonomia sintática,
conferindo diferentes ritmos e sentidos ao texto. No que
tange aos processos sintáticos, assinale a alternativa
CORRETA.
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A organização do discurso em língua portuguesa pode
privilegiar diferentes elementos do processo
comunicativo, resultando em funções distintas, ao passo
que a diversidade linguística reflete a riqueza
sociocultural do país. Acerca do assunto, registre V, para
as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) A função metalinguística ocorre quando o emissor utiliza o código para falar do próprio código, como se observa em um verbete de dicionário ou em um poema que discute o ato de escrever.
( ) A diversidade linguística no Brasil deve ser combatida nas escolas para garantir a pureza do idioma e impedir o uso de regionalismos, que são considerados desvios patológicos da norma padrão.
( ) A função fática foca no canal de comunicação, visando estabelecer, prolongar ou interromper o contato entre o emissor e o receptor, sendo comum em cumprimentos e saudações.
( ) A variação diastrática refere-se às mudanças na língua decorrentes da localização geográfica do falante, enquanto a variação diatópica associa-se ao nível de escolaridade e classe social.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A função metalinguística ocorre quando o emissor utiliza o código para falar do próprio código, como se observa em um verbete de dicionário ou em um poema que discute o ato de escrever.
( ) A diversidade linguística no Brasil deve ser combatida nas escolas para garantir a pureza do idioma e impedir o uso de regionalismos, que são considerados desvios patológicos da norma padrão.
( ) A função fática foca no canal de comunicação, visando estabelecer, prolongar ou interromper o contato entre o emissor e o receptor, sendo comum em cumprimentos e saudações.
( ) A variação diastrática refere-se às mudanças na língua decorrentes da localização geográfica do falante, enquanto a variação diatópica associa-se ao nível de escolaridade e classe social.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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A distinção entre o texto literário e o não-literário
perpassa pela análise da função da linguagem e do
compromisso do autor com a realidade objetiva ou com a
estética subjetiva. Com base nas propriedades do
discurso literário e informativo, assinale a alternativa
CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
A construção do sentido literário frequentemente se
afasta da significação dicionarizada para explorar a
subjetividade da linguagem. Analise as afirmativas a
seguir:
I.A conotação é o uso da palavra em sentido figurado e subjetivo, dependente do contexto para a produção de sentidos que transcendem a definição literal do dicionário.
II.A denotação é a linguagem objetiva e precisa, em que o termo é utilizado em seu sentido primário, visando evitar ambiguidades em textos técnicos e científicos.
III.O uso de figuras de linguagem, como a metáfora e a metonímia, é um recurso expressivo exclusivo do gênero dramático, sendo proibida sua utilização em crônicas informativas.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A conotação é o uso da palavra em sentido figurado e subjetivo, dependente do contexto para a produção de sentidos que transcendem a definição literal do dicionário.
II.A denotação é a linguagem objetiva e precisa, em que o termo é utilizado em seu sentido primário, visando evitar ambiguidades em textos técnicos e científicos.
III.O uso de figuras de linguagem, como a metáfora e a metonímia, é um recurso expressivo exclusivo do gênero dramático, sendo proibida sua utilização em crônicas informativas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A estrutura narrativa compõe-se de elementos que se
articulam para criar a verossimilhança do universo
ficcional. Acerca do assunto, registre V, para as
afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) O narrador em primeira pessoa (narrador-personagem) apresenta uma visão limitada dos fatos, marcada pela subjetividade de sua própria participação na história.
( ) O enredo constitui a sequência de fatos que formam a trama, organizando-se geralmente em exposição, conflito, clímax e desfecho.
( ) O tempo cronológico refere-se à ordem interior e psicológica dos sentimentos, enquanto o tempo psicológico segue a marcação das horas e do calendário linear.
( ) Os personagens secundários devem ser idênticos ao protagonista em termos de motivação e falas para evitar que o leitor sinta diversidade no ambiente narrativo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
( ) O narrador em primeira pessoa (narrador-personagem) apresenta uma visão limitada dos fatos, marcada pela subjetividade de sua própria participação na história.
( ) O enredo constitui a sequência de fatos que formam a trama, organizando-se geralmente em exposição, conflito, clímax e desfecho.
( ) O tempo cronológico refere-se à ordem interior e psicológica dos sentimentos, enquanto o tempo psicológico segue a marcação das horas e do calendário linear.
( ) Os personagens secundários devem ser idênticos ao protagonista em termos de motivação e falas para evitar que o leitor sinta diversidade no ambiente narrativo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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A estrutura morfológica das palavras e sua organização
em classes gramaticais fundamentam a coesão e a
sintaxe da frase. Analise as afirmativas a seguir:
I.A derivação parassintética ocorre quando se adicionam simultaneamente um prefixo e um sufixo a um radical, de modo que a palavra não existe sem um desses elementos.
II.Os pronomes oblíquos átonos, como "me", "te", "se" e "nos", exercem função de complemento verbal e sua colocação na frase pode ocorrer em próclise, mesóclise ou ênclise.
III.Os verbos regulares são aqueles que sofrem alterações profundas no radical durante a conjugação, fugindo completamente ao modelo da sua terminação.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A derivação parassintética ocorre quando se adicionam simultaneamente um prefixo e um sufixo a um radical, de modo que a palavra não existe sem um desses elementos.
II.Os pronomes oblíquos átonos, como "me", "te", "se" e "nos", exercem função de complemento verbal e sua colocação na frase pode ocorrer em próclise, mesóclise ou ênclise.
III.Os verbos regulares são aqueles que sofrem alterações profundas no radical durante a conjugação, fugindo completamente ao modelo da sua terminação.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Os vícios de linguagem correspondem a palavras ou
construções empregadas de forma inadequada pelos
falantes, sendo considerados, pelas normas gramaticais,
desvios que comprometem a clareza da mensagem e
dificultam a sua interpretação por parte do receptor. Com
base nisso, analise as construções a seguir:
I.Ontem assistimos o novo filme que a Netflix lançou.
II.Me empresta o caderno de anotações das despesas semanais.
III.Vamos na praia esse final de semana.
O vício de linguagem observado nas frases é denominado:
I.Ontem assistimos o novo filme que a Netflix lançou.
II.Me empresta o caderno de anotações das despesas semanais.
III.Vamos na praia esse final de semana.
O vício de linguagem observado nas frases é denominado:
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