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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ibama autoriza Petrobras a pesquisar petróleo na foz do Amazonas
A Petrobras anunciou que recebeu licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar pesquisas de petróleo na foz do rio Amazonas. De acordo com a companhia, o poço exploratório está situado em águas profundas do Amapá, a quinhentos quilômetros da foz do rio e a cento e setenta e cinco quilômetros da costa, na Margem Equatorial brasileira.
A perfuração, que começará de imediato, tem duração prevista de cinco meses. Essa fase de pesquisa exploratória busca reunir informações geológicas que permitam avaliar a presença de petróleo e gás em escala econômica. Ainda não há produção de petróleo nesse estágio do processo.
Em nota, o Ibama afirmou que a licença foi concedida após rigoroso processo de licenciamento ambiental, e envolveu muitas pessoas, entre funcionários e colaboradores da Petrobras e técnicos do próprio Ibama.
Em maio, o órgão já havia aprovado o plano de prevenção a emergências apresentado pela Petrobras, etapa final antes do início da perfuração. Na ocasião, o Ibama destacou que o plano atendia aos requisitos técnicos e estava apto para a fase seguinte, que incluiria vistorias e simulações de resgate de animais atingidos por óleo, a fim de testar, na prática, a capacidade de resposta a possíveis acidentes.
O debate sobre a exploração de petróleo na foz do Amazonas suscita divergências. Para ambientalistas, trata-se de uma contradição em relação ao discurso do Brasil de liderança climática global, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém. Enquanto isso, o país defende a exploração de combustíveis fósseis na Margem Equatorial.
O diplomata André Corrêa do Lago, nomeado pelo governo para presidir a COP30, rejeitou a ideia de contradição. Segundo ele, todos os países buscam atingir a neutralidade de emissões e seguem estratégias próprias para alcançá-la.
A Petrobras, por sua vez, sustenta que a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial representa a abertura de uma nova fronteira energética para o Brasil, contribuindo para uma transição justa, segura e sustentável.
O processo de licenciamento ambiental na região se estende há quase cinco anos. Em 2023, o Ibama havia negado o pedido de licença, mas, desde então, a autarquia e a Petrobras mantiveram diálogo técnico intenso, o que, segundo o órgão, resultou em aprimoramentos significativos no projeto, principalmente quanto às medidas de resposta a emergências.
Para Magda Chambriard, presidente da Petrobras, a conclusão do processo e a emissão da licença simbolizam uma conquista da sociedade brasileira e demonstram o compromisso das instituições com o diálogo e com o desenvolvimento nacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clygn0zlkkno.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ibama autoriza Petrobras a pesquisar petróleo na foz do Amazonas
A Petrobras anunciou que recebeu licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar pesquisas de petróleo na foz do rio Amazonas. De acordo com a companhia, o poço exploratório está situado em águas profundas do Amapá, a quinhentos quilômetros da foz do rio e a cento e setenta e cinco quilômetros da costa, na Margem Equatorial brasileira.
A perfuração, que começará de imediato, tem duração prevista de cinco meses. Essa fase de pesquisa exploratória busca reunir informações geológicas que permitam avaliar a presença de petróleo e gás em escala econômica. Ainda não há produção de petróleo nesse estágio do processo.
Em nota, o Ibama afirmou que a licença foi concedida após rigoroso processo de licenciamento ambiental, e envolveu muitas pessoas, entre funcionários e colaboradores da Petrobras e técnicos do próprio Ibama.
Em maio, o órgão já havia aprovado o plano de prevenção a emergências apresentado pela Petrobras, etapa final antes do início da perfuração. Na ocasião, o Ibama destacou que o plano atendia aos requisitos técnicos e estava apto para a fase seguinte, que incluiria vistorias e simulações de resgate de animais atingidos por óleo, a fim de testar, na prática, a capacidade de resposta a possíveis acidentes.
O debate sobre a exploração de petróleo na foz do Amazonas suscita divergências. Para ambientalistas, trata-se de uma contradição em relação ao discurso do Brasil de liderança climática global, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém. Enquanto isso, o país defende a exploração de combustíveis fósseis na Margem Equatorial.
O diplomata André Corrêa do Lago, nomeado pelo governo para presidir a COP30, rejeitou a ideia de contradição. Segundo ele, todos os países buscam atingir a neutralidade de emissões e seguem estratégias próprias para alcançá-la.
A Petrobras, por sua vez, sustenta que a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial representa a abertura de uma nova fronteira energética para o Brasil, contribuindo para uma transição justa, segura e sustentável.
O processo de licenciamento ambiental na região se estende há quase cinco anos. Em 2023, o Ibama havia negado o pedido de licença, mas, desde então, a autarquia e a Petrobras mantiveram diálogo técnico intenso, o que, segundo o órgão, resultou em aprimoramentos significativos no projeto, principalmente quanto às medidas de resposta a emergências.
Para Magda Chambriard, presidente da Petrobras, a conclusão do processo e a emissão da licença simbolizam uma conquista da sociedade brasileira e demonstram o compromisso das instituições com o diálogo e com o desenvolvimento nacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clygn0zlkkno.adaptado.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ibama autoriza Petrobras a pesquisar petróleo na foz do Amazonas
A Petrobras anunciou que recebeu licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar pesquisas de petróleo na foz do rio Amazonas. De acordo com a companhia, o poço exploratório está situado em águas profundas do Amapá, a quinhentos quilômetros da foz do rio e a cento e setenta e cinco quilômetros da costa, na Margem Equatorial brasileira.
A perfuração, que começará de imediato, tem duração prevista de cinco meses. Essa fase de pesquisa exploratória busca reunir informações geológicas que permitam avaliar a presença de petróleo e gás em escala econômica. Ainda não há produção de petróleo nesse estágio do processo.
Em nota, o Ibama afirmou que a licença foi concedida após rigoroso processo de licenciamento ambiental, e envolveu muitas pessoas, entre funcionários e colaboradores da Petrobras e técnicos do próprio Ibama.
Em maio, o órgão já havia aprovado o plano de prevenção a emergências apresentado pela Petrobras, etapa final antes do início da perfuração. Na ocasião, o Ibama destacou que o plano atendia aos requisitos técnicos e estava apto para a fase seguinte, que incluiria vistorias e simulações de resgate de animais atingidos por óleo, a fim de testar, na prática, a capacidade de resposta a possíveis acidentes.
O debate sobre a exploração de petróleo na foz do Amazonas suscita divergências. Para ambientalistas, trata-se de uma contradição em relação ao discurso do Brasil de liderança climática global, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém. Enquanto isso, o país defende a exploração de combustíveis fósseis na Margem Equatorial.
O diplomata André Corrêa do Lago, nomeado pelo governo para presidir a COP30, rejeitou a ideia de contradição. Segundo ele, todos os países buscam atingir a neutralidade de emissões e seguem estratégias próprias para alcançá-la.
A Petrobras, por sua vez, sustenta que a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial representa a abertura de uma nova fronteira energética para o Brasil, contribuindo para uma transição justa, segura e sustentável.
O processo de licenciamento ambiental na região se estende há quase cinco anos. Em 2023, o Ibama havia negado o pedido de licença, mas, desde então, a autarquia e a Petrobras mantiveram diálogo técnico intenso, o que, segundo o órgão, resultou em aprimoramentos significativos no projeto, principalmente quanto às medidas de resposta a emergências.
Para Magda Chambriard, presidente da Petrobras, a conclusão do processo e a emissão da licença simbolizam uma conquista da sociedade brasileira e demonstram o compromisso das instituições com o diálogo e com o desenvolvimento nacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clygn0zlkkno.adaptado.
O texto aborda o início de uma nova etapa de pesquisa da Petrobras, relacionada à exploração de petróleo na foz do rio Amazonas. São mencionados aspectos técnicos, ambientais e institucionais que envolvem o processo de licenciamento conduzido pelo Ibama, bem como os objetivos da fase exploratória.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que o objetivo da pesquisa exploratória realizada pela Petrobras é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos
O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana.
Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.
Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.
O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.
Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.
Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos
O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana.
Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.
Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.
O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.
Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.
Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos
O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana.
Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.
Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.
O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.
Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.
Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado.
O texto aborda um evento histórico que simboliza aproximação entre duas importantes tradições religiosas.
De acordo com as informações apresentadas, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos
O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana.
Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.
Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.
O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.
Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.
Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado.
O texto narra um acontecimento de grande relevância histórica e simbólica envolvendo o rei Charles III e o papa Leão XIV.
Com base nas informações apresentadas, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos
O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana.
Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.
Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.
O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.
Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.
Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.
Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado.
O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana. O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundo
O Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.
O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.
O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.
A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.
Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.
Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.
O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.
As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.
O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado.
Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundo
O Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.
O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.
O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.
A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.
Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.
Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.
O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.
As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.
O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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