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Analise atentamente as frases abaixo, todas relacionadas a energia renovável, considerando o uso do acento indicativo de crase. Em qual delas o emprego da crase está INCORRETO?
 

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Responda à questão com base no seguinte texto:
Brasil gera 88% da sua energia elétrica a partir de fontes renováveis


O Brasil produziu 88,2% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis em 2024, de acordo com o Balanço Energético Nacional 2025, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Empresa de Pesquisa Energética. O relatório mostra que a energia eólica e a solar, somadas, responderam por 23,7% da geração elétrica total no último ano. A capacidade da eólica cresceu 12,4%, a solar 39,6% e a geração a gás natural 23,9%, enquanto a participação da hidrelétrica caiu um ponto percentual. No total, a oferta de eletricidade do país alcançou 762,9 terawatts-hora, um aumento de 5,5% em relação a 2023. Desde 2004, as fontes renováveis respondem por mais de 70% da matriz elétrica brasileira de forma consistente, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.


Adaptado de: https://tvbrics.com/pt/news/brasilreforca-lideranca-global-com-88-da-energiaproveniente-de-fontes-renovaveis/.  
O relatório evidencia a expansão das fontes de energia no Brasil e a estabilidade da matriz elétrica renovável ao longo das últimas décadas. Com base no texto, analise as assertivas que seguem:

I. A participação da energia hidrelétrica aumentou um ponto percentual em 2024.
II. O crescimento da energia solar em 2024 foi superior ao crescimento da energia eólica.
III. O Brasil é apresentado como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.

Está correto o que se afirma em:
 

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Responda à questão com base no seguinte texto:
Brasil gera 88% da sua energia elétrica a partir de fontes renováveis 
O Brasil produziu 88,2% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis em 2024, de acordo com o Balanço Energético Nacional 2025, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Empresa de Pesquisa Energética. O relatório mostra que a energia eólica e a solar, somadas, responderam por 23,7% da geração elétrica total no último ano. A capacidade da eólica cresceu 12,4%, a solar 39,6% e a geração a gás natural 23,9%, enquanto a participação da hidrelétrica caiu um ponto percentual. No total, a oferta de eletricidade do país alcançou 762,9 terawatts-hora, um aumento de 5,5% em relação a 2023. Desde 2004, as fontes renováveis respondem por mais de 70% da matriz elétrica brasileira de forma consistente, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.


Adaptado de: https://tvbrics.com/pt/news/brasilreforca-lideranca-global-com-88-da-energiaproveniente-de-fontes-renovaveis/.  
O texto traz dados recentes do Balanço Energético Nacional 2025, destacando não apenas os números da geração elétrica de 2024, mas também um recorte histórico da matriz elétrica brasileira. Considerando as informações apresentadas entre 2004 e 2024, é correto afirmar que:
 

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3991994 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é o sujeito gramatical.
 

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3991993 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Leia alguns trechos retirados do artigo “Cinquenta anos de pesquisa contábil no Brasil: principais contribuições e direções futuras” (SciELO Brasil - Fifty years of accounting research in Brazil: main contributions and future directions) e assinale a alternativa que NÃO explica a função do fenômeno linguístico analisado:
 

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3991992 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Em uma página das redes sociais, encontramos o seguinte texto:

ORAÇÂO DOS CONCURSEIROS

“Vaga nossa que está no serviço público,

Azarado seja nosso concorrente,

Seja correta nossa resposta, assim na certeza como no chute.

O cursinho nossa de cada dia que pagamos até hoje,

Justificai nossas despesas,

Assim como justificamos as respostas dissertativas.

E não nos deixe cair em pegadinhas,

Mas livrai-nos da reprovação.

Amém!”

Podemos afirmar que no texto acima temos um processo de intertextualidade
 

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3991991 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Leia o texto a seguir:

Enunciado 4486104-1

Assinale a alternativa CORRETA para a seguinte pergunta: O que garante, linguisticamente, a construção do humor nesta tirinha?

 

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3991990 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Pode-se dizer que, no texto de Rubem Alves, há os dois tipos textuais entrelaçados:
 

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3991989 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Analise as assertivas seguintes acerca do texto de Rubem Alves:
I) As formas verbais “sucediam”, “aconteciam”, “diziam”, “faziam”, “eram”, “procuravam” criam uma ideia de situações que se arrastam no tempo e constroem um cenário no qual as ações principais se dão.
II) As formas verbais “fugira” e “haviam condenado” são ações que ocorreram antes de qualquer outra ação do pretérito.
III) As formas verbais aspectuais “morando” e “quebrando” dão ideia de certa duratividade.
IV) O verbo “anunciou” inicia uma nova fase, a da estreia da ação principal.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS as assertivas em:
 

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3991988 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Candeias-BA
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Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:

Dentre


Marcos Bagno


Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.

Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.

A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:

(a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma

➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita

(b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

➜  As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma

Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.

Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)

Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu.

(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.)

De acordo com o texto anterior, estão corretos todos os exemplos que demonstram a nova acepção do uso de “dentre” na contemporaneidade, EXCETO:
 

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