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3993131 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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Os ombros que sustentam o futuro: o papel inadiável dos professores
Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de atalhos imediatos.
Clarice Lispector, em "Os desastres de Sofia", descreveu um professor de ombros contraídos, como se carregasse em silêncio um peso invisível e hercúleo. Carlos Drummond de Andrade, por sua vez, lembrou que "os ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança". Essas duas imagens ficcionais — a primeira marcada pela fragilidade; a segunda, pela resistência — ajudam a compreender a condição atual da docência no Brasil: um ofício em que responsabilidade e carga simbólica se acumulam de forma desproporcional, quase sempre sem o reconhecimento justo e necessário.
Ao professor se exige muito: excelência pedagógica, inovação permanente, domínio de novas tecnologias, sensibilidade para lidar com a diversidade crescente e paciência para gerir conflitos que muitas vezes extrapolam os limites ou as origens da sala de aula. Espera-se que ele seja transmissor de saberes, mediador de relações, cuidador, psicólogo, burocrata e, ainda, mantenha-se entusiasmado diante de turmas cada vez mais numerosas e inclusivas. Em troca, recebe salários que não condizem com a centralidade de sua função — e, muitas vezes, em escolas com bibliotecas desatualizadas, laboratórios inexistentes e recursos básicos negados. Não raro, convive com a invisibilidade social de um esforço que sustenta o país no cotidiano e com a desvalorização pública. Ainda assim, o magistério se sustenta na teimosa persistência de quem acredita que ensinar é mais do que cumprir tarefas: é formar sujeitos capazes de interpretar e corrigir algumas mazelas do mundo.
Esse descompasso entre o que se exige e o que se oferece tem efeitos concretos e preocupantes. Pesquisas recentes alertam que 40% dos estudantes já não nutrem admiração por seus professores, e que o prestígio da carreira vem caindo vertiginosamente entre os jovens. A projeção é de que, em 2050, o Brasil enfrentará um déficit significativo de docentes. O problema não é apenas educacional: é estrutural, civilizatório, democrático. Uma sociedade que não atrai nem retém seus educadores abdica de seu futuro.
Sem professores bem formados, quem garantirá a circulação crítica do conhecimento para a meninada? Quem ensinará a desconfiar das aparências, a ler para além das manchetes, a debater sem ódio e com profundidade?
A esse quadro se soma um contexto político e cultural que agrava o peso sobre os ombros docentes: a voz crítica e política do professor — talvez sua ferramenta basilar — vem sendo sistematicamente contestada, tolhida, vigiada. De um lado, setores conservadores buscam controlar cada palavra em nome de uma suposta 'neutralidade' que, na prática, sufoca a reflexão. De outro, há correntes progressistas que exigem adesões automáticas, transformando o ato de ensinar em prova de alinhamento ideológico. O resultado é a mesma limitação: um professor obrigado a justificar cada gesto, como se ensinar fosse, em si, um ato suspeito ou de barganha.
Em paralelo, cresce a concorrência desleal com influenciadores digitais e coaches que, em vídeos de poucos minutos, oferecem fórmulas fáceis de sucesso e de prosperidade. Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de atalhos imediatos.
No mercado da atenção, que recompensa a superficialidade monetizada, a fala docente parece deslocada e marginal. Mas é justamente essa insistência na complexidade, no esforço da leitura atenta, na escuta paciente, que revela o valor inegociável do professor: ele não compete com a velocidade da rede e, ao contrário, oferece a profundidade que ela recusa.
Vivemos em tempos de redes sociais virulentas e hostis, de manipulação de imagens e verdades inventadas, de polarização crescente e obtusa e de analfabetismo funcional que se expande silenciosamente. Nesse cenário caótico, a tarefa do professor ganha ainda mais relevância: ele é um dos poucos agentes sociais capazes de reintroduzir a dúvida, de cultivar a consciência da coletividade e de indicar que o conhecimento não se reduz a slogans e a cortes de Instagram. O espaço escolar, mesmo com todas as limitações e precariedades, continua sendo um dos últimos lugares em que é possível aprender a conviver com a diferença e com o pensamento analítico, a negociar sentidos e a arquitetar futuros mais justos.
Por isso, homenagear os professores não é ato protocolar, nem gesto meramente simbólico. É uma exigência civilizatória e política. Significa reivindicar condições concretas de valorização: salários compatíveis com a importância da carreira, ambientes escolares equipados, formação continuada em tempo adequado que dialogue com os desafios atuais e, sobretudo, a proteção inegociável da liberdade de cátedra. Mais do que agradecê-los, trata-se de compartilhar o peso que hoje recai desproporcionalmente sobre apenas os seus ombros.
Os ombros contraídos lamentados por Clarice e os ombros universais sugeridos por Drummond se encontram, todos os dias, nos professores que entram em sala de aula. Sustentam o peso de um país em formação e, ao mesmo tempo, a esperança de que esse país seja mais razoável, igualitário, mais consciente de sua coletividade, menos insano e injusto. O futuro do Brasil repousa nesses ombros — contraídos, teimosos, cansados, mas resistentes porque ainda parecem dispostos a não vergar. Nossa homenagem, portanto, não deve ser apenas palavra terna: deve ser compromisso político, republicano e transformador.
https://revistaeducacao.com.br/2025/10/21/papel-inadiavel-professores/
"Os ombros que sustentam o futuro: o papel inadiável dos professores."
A expressão 'os ombros que sustentam o futuro' constitui uma figura de linguagem denominada:
 

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3993130 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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Os ombros que sustentam o futuro: o papel inadiável dos professores
Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de atalhos imediatos.
Clarice Lispector, em "Os desastres de Sofia", descreveu um professor de ombros contraídos, como se carregasse em silêncio um peso invisível e hercúleo. Carlos Drummond de Andrade, por sua vez, lembrou que "os ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança". Essas duas imagens ficcionais — a primeira marcada pela fragilidade; a segunda, pela resistência — ajudam a compreender a condição atual da docência no Brasil: um ofício em que responsabilidade e carga simbólica se acumulam de forma desproporcional, quase sempre sem o reconhecimento justo e necessário.
Ao professor se exige muito: excelência pedagógica, inovação permanente, domínio de novas tecnologias, sensibilidade para lidar com a diversidade crescente e paciência para gerir conflitos que muitas vezes extrapolam os limites ou as origens da sala de aula. Espera-se que ele seja transmissor de saberes, mediador de relações, cuidador, psicólogo, burocrata e, ainda, mantenha-se entusiasmado diante de turmas cada vez mais numerosas e inclusivas. Em troca, recebe salários que não condizem com a centralidade de sua função — e, muitas vezes, em escolas com bibliotecas desatualizadas, laboratórios inexistentes e recursos básicos negados. Não raro, convive com a invisibilidade social de um esforço que sustenta o país no cotidiano e com a desvalorização pública. Ainda assim, o magistério se sustenta na teimosa persistência de quem acredita que ensinar é mais do que cumprir tarefas: é formar sujeitos capazes de interpretar e corrigir algumas mazelas do mundo.
Esse descompasso entre o que se exige e o que se oferece tem efeitos concretos e preocupantes. Pesquisas recentes alertam que 40% dos estudantes já não nutrem admiração por seus professores, e que o prestígio da carreira vem caindo vertiginosamente entre os jovens. A projeção é de que, em 2050, o Brasil enfrentará um déficit significativo de docentes. O problema não é apenas educacional: é estrutural, civilizatório, democrático. Uma sociedade que não atrai nem retém seus educadores abdica de seu futuro.
Sem professores bem formados, quem garantirá a circulação crítica do conhecimento para a meninada? Quem ensinará a desconfiar das aparências, a ler para além das manchetes, a debater sem ódio e com profundidade?
A esse quadro se soma um contexto político e cultural que agrava o peso sobre os ombros docentes: a voz crítica e política do professor — talvez sua ferramenta basilar — vem sendo sistematicamente contestada, tolhida, vigiada. De um lado, setores conservadores buscam controlar cada palavra em nome de uma suposta 'neutralidade' que, na prática, sufoca a reflexão. De outro, há correntes progressistas que exigem adesões automáticas, transformando o ato de ensinar em prova de alinhamento ideológico. O resultado é a mesma limitação: um professor obrigado a justificar cada gesto, como se ensinar fosse, em si, um ato suspeito ou de barganha.
Em paralelo, cresce a concorrência desleal com influenciadores digitais e coaches que, em vídeos de poucos minutos, oferecem fórmulas fáceis de sucesso e de prosperidade. Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de atalhos imediatos.
No mercado da atenção, que recompensa a superficialidade monetizada, a fala docente parece deslocada e marginal. Mas é justamente essa insistência na complexidade, no esforço da leitura atenta, na escuta paciente, que revela o valor inegociável do professor: ele não compete com a velocidade da rede e, ao contrário, oferece a profundidade que ela recusa.
Vivemos em tempos de redes sociais virulentas e hostis, de manipulação de imagens e verdades inventadas, de polarização crescente e obtusa e de analfabetismo funcional que se expande silenciosamente. Nesse cenário caótico, a tarefa do professor ganha ainda mais relevância: ele é um dos poucos agentes sociais capazes de reintroduzir a dúvida, de cultivar a consciência da coletividade e de indicar que o conhecimento não se reduz a slogans e a cortes de Instagram. O espaço escolar, mesmo com todas as limitações e precariedades, continua sendo um dos últimos lugares em que é possível aprender a conviver com a diferença e com o pensamento analítico, a negociar sentidos e a arquitetar futuros mais justos.
Por isso, homenagear os professores não é ato protocolar, nem gesto meramente simbólico. É uma exigência civilizatória e política. Significa reivindicar condições concretas de valorização: salários compatíveis com a importância da carreira, ambientes escolares equipados, formação continuada em tempo adequado que dialogue com os desafios atuais e, sobretudo, a proteção inegociável da liberdade de cátedra. Mais do que agradecê-los, trata-se de compartilhar o peso que hoje recai desproporcionalmente sobre apenas os seus ombros.
Os ombros contraídos lamentados por Clarice e os ombros universais sugeridos por Drummond se encontram, todos os dias, nos professores que entram em sala de aula. Sustentam o peso de um país em formação e, ao mesmo tempo, a esperança de que esse país seja mais razoável, igualitário, mais consciente de sua coletividade, menos insano e injusto. O futuro do Brasil repousa nesses ombros — contraídos, teimosos, cansados, mas resistentes porque ainda parecem dispostos a não vergar. Nossa homenagem, portanto, não deve ser apenas palavra terna: deve ser compromisso político, republicano e transformador.
https://revistaeducacao.com.br/2025/10/21/papel-inadiavel-professores/
"Essas duas imagens ficcionais — a primeira marcada pela fragilidade; a segunda, pela resistência — ajudam a compreender a condição atual da docência no Brasil: um ofício em que responsabilidade e carga simbólica se acumulam de forma desproporcional, quase sempre sem o reconhecimento justo e necessário."
Considerando o trecho e o texto-base, identifique a alternativa que apresenta a inferência adequada.
 

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3993075 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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A Reforma Administrativa surge em um contexto de desafios fiscais e de crescente demanda por serviços públicos de qualidade. A modernização da máquina estatal é necessária, mas deve ser conduzida com prudência e observância aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. A busca pela eficiência não pode se sobrepor ao dever de assegurar continuidade, segurança jurídica e respeito aos direitos fundamentais de servidores e cidadãos.
O sucesso da reforma dependerá de uma implementação equilibrada e transparente. Modernizar a gestão pública é imperativo, mas o caminho deve ser trilhado sem comprometer as bases constitucionais que sustentam o serviço público brasileiro. A eficiência não pode justificar o enfraquecimento das garantias que asseguram independência e estabilidade aos servidores. Assim, a valorização do funcionalismo, a meritocracia responsável e o compromisso com o interesse público precisam caminhar lado a lado
https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-eo-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico-frag mento-adaptado 
"A modernização da máquina estatal é necessária, mas  deve ser conduzida com prudência e observância aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

A partir do trecho acima, analise as reescritas a seguir, levando em conta apenas a concordância verbal e nominal.


I.É necessário a modernização da máquina estatal, mas devem ser conduzidas com prudência e observância os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência previstos no artigo 37 da Constituição Federal.
II.É necessário modernizar a máquina estatal, mas devem ser conduzidos com prudência e observância os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência previstos no artigo 37 da Constituição Federal.
III.É necessária a modernização da máquina estatal, mas deve ser conduzida com prudência e observância os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência previstos no artigo 37 da Constituição Federal.
IV.É necessária a modernização da máquina estatal, mas esse processo deve ser conduzido com prudência e com observância aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

A reescrita que mantém a concordância adequada é observada em:
 

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3993074 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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A Reforma Administrativa surge em um contexto de desafios fiscais e de crescente demanda por serviços públicos de qualidade. A modernização da máquina estatal é necessária, mas deve ser conduzida com prudência e observância aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. A busca pela eficiência não pode se sobrepor ao dever de assegurar continuidade, segurança jurídica e respeito aos direitos fundamentais de servidores e cidadãos.
O sucesso da reforma dependerá de uma implementação equilibrada e transparente. Modernizar a gestão pública é imperativo, mas o caminho deve ser trilhado sem comprometer as bases constitucionais que sustentam o serviço público brasileiro. A eficiência não pode justificar o enfraquecimento das garantias que asseguram independência e estabilidade aos servidores. Assim, a valorização do funcionalismo, a meritocracia responsável e o compromisso com o interesse público precisam caminhar lado a lado
https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-eo-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico-frag mento-adaptado 
"O sucesso da reforma dependerá de uma implementação equilibrada e transparente." Com base na regência verbal do verbo 'depender', marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)Apresenta-se como transitivo indireto, com complemento indireto preposicionado.
(__)Apresenta-se como bitransitivo, com objeto direto e indireto.
(__)Apresenta-se como a mesma transitividade da observada na frase ' A boa colheita depende das chuvas'.
(__)Apresenta-se como intransitivo, regendo apenas um adjunto adverbial que indica meio.


A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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 A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado. 
(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
"Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público."
Ao substituir o termo destacado por um pronome oblíquo átono, a colocação pronominal adequada será:
 

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 A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo de críticas, é um dos principais pilares de proteção da impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre de pressões políticas ou interferências externas que possam comprometer o interesse público. O propósito da reforma deve ser criar um ambiente em que a estabilidade não se confunda com imutabilidade ou acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado. 
(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
"Nesse sentido, a modernização do serviço público não pode ocorrer à custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena de fragilizar a própria estrutura do Estado."
Considerando a regência dos verbos 'ocorrer' e 'fragilizar', identifique a alternativa correta.
 

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3993028 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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A Constituição brasileira estabelece direitos e deveres fundamentais que orientam a convivência social e garantem a participação política da população. A cidadania envolve práticas coletivas, responsabilidades individuais e mecanismos institucionais que asseguram voz aos diferentes grupos sociais. No trecho a seguir, algumas palavras foram suprimidas:
"A consolidação da cidadania exige o fortalecimento das instituições democráticas, o acesso da população à _____ e a promoção de espaços de _____ que permitam a participação ativa dos cidadãos."

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas:
 

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3993027 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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A circulação de informações em escala global, intensificada pelos meios digitais, transformou a maneira como acontecimentos de diferentes partes do mundo influenciam debates sociais internos no Brasil. Questões como segurança, saúde, tecnologia e economia passam a ganhar novas interpretações quando comparadas a experiências internacionais. Diante desse cenário, qual fator contribui para relacionar acontecimentos atuais com processos históricos anteriores?
 

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3993018 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Um ser discreto
Fungos não são plantas nem bichos, são organismos pertencentes ao reino Fungi, que inclui leveduras, mofos, liquens e cogumelos. Mas, assim como os animais e os vegetais, os fungos também sofrem com o desmatamento e com as mudanças no clima. Por isso, alguns deles precisam de proteção especial da ciência e dos governantes.
O fungo-queijo-suíço já foi encontrado em três países da América do Sul: Paraguai, Argentina e Brasil. O primeiro registro foi no Paraguai, no final do século 19. No Brasil, ele foi descoberto pela primeira vez no Rio Grande do Sul, no começo do século 20. Mais de 100 anos depois, cientistas encontraram esse fungo no interior do estado de São Paulo, em uma área onde a Mata Atlântica encontra o Cerrado. Mas por que demoraram tanto para achá-lo de novo?
Além de ser raro, esse fungo é bem discreto. Ele cresce em troncos caídos, no meio da floresta, e tem uma cor marrom, que se parece muito com folhas secas no chão. Ele tem poucos centímetros de altura, então é fácil passar e nem percebê-lo.
Pode comer?
Sim, o fungo-queijo-suíço é comestível, mas ele não tem gosto de queijo, viu? Apesar disso, não existem registros de que povos indígenas ou populações tradicionais brasileiras, que moram nas áreas onde ele é encontrado, costumam comê-lo.
O mais importante é saber que, mesmo sendo comestível, ele está ameaçado de extinção e precisa ser protegido. Cientistas acreditam que esse fungo só cresce em florestas bem preservadas, perto de rios, o que explica por que ele é raramente encontrado e por que quase ninguém o conhece.
Da próxima vez que ouvir falar em proteção da natureza, lembre-se de que os fungos estão nessa importante lista de preservação.
https://chc.org.br/artigo/fungo-ou-queijo-suico/
"Fungos não são plantas nem bichos, são organismos pertencentes ao reino Fungi, que inclui leveduras, mofos, liquens e cogumelos. Mas, assim como os animais e os vegetais, os fungos também sofrem com o desmatamento e com as mudanças climáticas. Por isso, alguns deles precisam de proteção especial da ciência e dos governantes."
Observe as classes gramaticais dos vocábulos presentes no texto e avalie as afirmativas:

I.A expressão 'por isso' funciona como uma locução conjuntiva conclusiva, estabelecendo uma relação de causa e consequência entre as ideias do texto.
II.Os vocábulos 'fungos', 'plantas' e 'bichos' são substantivos comuns e concretos que, no contexto do texto, exercem valor semântico de nomear seres vivos pertencentes a diferentes reinos biológicos.
III.As formas verbais 'sofrem' e 'precisam' estão empregados no presente do indicativo e conferem valor semântico de atualidade e permanência às ações.
IV.Os vocábulos 'especial' e 'climáticas' são adjetivos que qualificam os substantivos 'proteção' e 'mudanças', respectivamente.

É correto o que se afirma em:
 

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3993017 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Alto Bela Vista-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Um ser discreto
Fungos não são plantas nem bichos, são organismos pertencentes ao reino Fungi, que inclui leveduras, mofos, liquens e cogumelos. Mas, assim como os animais e os vegetais, os fungos também sofrem com o desmatamento e com as mudanças no clima. Por isso, alguns deles precisam de proteção especial da ciência e dos governantes.
O fungo-queijo-suíço já foi encontrado em três países da América do Sul: Paraguai, Argentina e Brasil. O primeiro registro foi no Paraguai, no final do século 19. No Brasil, ele foi descoberto pela primeira vez no Rio Grande do Sul, no começo do século 20. Mais de 100 anos depois, cientistas encontraram esse fungo no interior do estado de São Paulo, em uma área onde a Mata Atlântica encontra o Cerrado. Mas por que demoraram tanto para achá-lo de novo?
Além de ser raro, esse fungo é bem discreto. Ele cresce em troncos caídos, no meio da floresta, e tem uma cor marrom, que se parece muito com folhas secas no chão. Ele tem poucos centímetros de altura, então é fácil passar e nem percebê-lo.
Pode comer?
Sim, o fungo-queijo-suíço é comestível, mas ele não tem gosto de queijo, viu? Apesar disso, não existem registros de que povos indígenas ou populações tradicionais brasileiras, que moram nas áreas onde ele é encontrado, costumam comê-lo.
O mais importante é saber que, mesmo sendo comestível, ele está ameaçado de extinção e precisa ser protegido. Cientistas acreditam que esse fungo só cresce em florestas bem preservadas, perto de rios, o que explica por que ele é raramente encontrado e por que quase ninguém o conhece.
Da próxima vez que ouvir falar em proteção da natureza, lembre-se de que os fungos estão nessa importante lista de preservação.
https://chc.org.br/artigo/fungo-ou-queijo-suico/
"Além de ser raro, esse fungo é bem discreto."
Analise as reescritas do trecho acima e identifique aquela que não mantém o sentido original.
 

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