Foram encontradas 348.291 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo
Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
Considerando a classe gramatical e a função que os termos exercem no contexto, julgue as afirmativas a seguir acerca dos sintagmas presentes no trecho.
I.O vocábulo "nada" é um advérbio que indica "de modo nenhum" modificando o verbo "querer".
II.O verbo "passar" está no pretérito perfeito do indicativo e exerce a função de núcleo do predicado verbal da oração principal.
III.Os vocábulos "importado" e "brasileiro" são adjetivos, que derivam de classes gramaticais distintas. Eles exercem a função de adjuntos adnominais.
IV.A expressão "como" é uma conjunção condicional que indica possibilidade futura.
É correto o que se afirma em:
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Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo
Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
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Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
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Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
(__)O vocábulo "inegável" é sinônimo de "incontestável" e pode ser utilizado em seu lugar sem comprometer a correção gramatical.
(__)A frase "O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas ignora a Black Friday" preserva o rigor gramatical ao utilizar o termo "ignora" em substituição a "rivaliza".
(__)O significado do vocábulo "rivaliza" é semelhante ao de "compatibiliza", denotando participação em disputa com outro.
(__)O vocábulo "cardápio" foi empregado no sentido denotativo, pois se refere literalmente às opções listadas em um folheto impresso.
A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu
avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa
por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima,
talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava
tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro
dela havia divisões simples, também envernizadas, que
pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos,
chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre
que eu nem sabia identificar, mas considerava especial.
Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver
qualquer problema de pescaria, sobretudo quando
manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era,
para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao
alcance dos meus olhos, anunciando horas de
descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio.
Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado
para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua
caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel,
dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o
mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um
dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa
de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e
suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem
tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o
porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também
construiria uma caixa igual para guardar minha própria
vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
I."Era uma caixa de madeira rústica..."
II."Sempre que ele chegava em casa..."
III."Fechei o porta-malas certo de que, quando crescesse ..."
IV."Colocava a caixa ao alcance dos meus olhos..."
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo e o modo de cada um desses verbos destacados (era, chegava, fechei, colocava).
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu
avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa
por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima,
talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava
tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro
dela havia divisões simples, também envernizadas, que
pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos,
chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre
que eu nem sabia identificar, mas considerava especial.
Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver
qualquer problema de pescaria, sobretudo quando
manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era,
para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao
alcance dos meus olhos, anunciando horas de
descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio.
Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado
para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua
caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel,
dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o
mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um
dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa
de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e
suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem
tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o
porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também
construiria uma caixa igual para guardar minha própria
vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu
avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa
por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima,
talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava
tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro
dela havia divisões simples, também envernizadas, que
pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos,
chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre
que eu nem sabia identificar, mas considerava especial.
Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver
qualquer problema de pescaria, sobretudo quando
manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era,
para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao
alcance dos meus olhos, anunciando horas de
descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio.
Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado
para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua
caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel,
dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o
mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um
dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa
de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e
suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem
tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o
porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também
construiria uma caixa igual para guardar minha própria
vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu
avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa
por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima,
talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava
tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro
dela havia divisões simples, também envernizadas, que
pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos,
chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre
que eu nem sabia identificar, mas considerava especial.
Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver
qualquer problema de pescaria, sobretudo quando
manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era,
para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao
alcance dos meus olhos, anunciando horas de
descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio.
Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado
para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua
caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel,
dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o
mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um
dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa
de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e
suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem
tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o
porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também
construiria uma caixa igual para guardar minha própria
vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu
avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa
por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima,
talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava
tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro
dela havia divisões simples, também envernizadas, que
pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos,
chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre
que eu nem sabia identificar, mas considerava especial.
Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver
qualquer problema de pescaria, sobretudo quando
manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era,
para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao
alcance dos meus olhos, anunciando horas de
descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio.
Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado
para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua
caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel,
dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o
mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um
dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa
de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e
suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem
tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o
porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também
construiria uma caixa igual para guardar minha própria
vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O futuro chegou!
Apesar da aparente solidão, ela vivia cercada de
lembranças: objetos herdados, fotografias antigas e
utensílios que atravessaram gerações, cada qual
trazendo marcas do tempo. Sua casa refletia essa
memória afetiva, onde até a colher de pau e a panela de
pressão mostravam sinais de desgaste, tal como sua
própria dona.
A modernidade chegara sem pedir licença. Ela trocou o
coador de pano pela cafeteira, a máquina de escrever
pelo computador, adotou internet, redes sociais e passou
a resolver a vida bancária pelo aplicativo. Mas, apesar
dessas mudanças, certos hábitos permaneceram
intactos, como o vício de fumar e o desinteresse pela
cultura fitness.
As marcas da idade também se impunham: o nariz
adunco, os óculos agora necessários para longe e para
perto, o corpo flácido e redistribuído, tudo lembrava que
o tempo avançara sem concessões. Mesmo assim, ela
percebia que algumas sabedorias tardias pouco serviam,
pois não haveria novas paixões nem motivos para
renunciar a prazeres em nome de dores futuras.
Ao preencher o formulário para obter o cartão de
estacionamento de idosa, olhando o gato branco estirado
no tapete, constatou com serenidade o que evitara
admitir por tanto tempo: o futuro havia chegado.
Texto Adaptado
EFFENBERGER, Henriette. O futuro chegou!. In: RECHIA, Rosângela
Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e
poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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