Magna Concursos

Foram encontradas 348.229 questões.

Considerando o uso de crase, assinalar a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3966766 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
Considerando a regência verbal, analisar os itens.
I. João assistiu o filme no cinema.
II. Toda escolha implica consequências futuras.
III. Acusei meu colega de ter descumprido as regras.
IV. Fui no mercado ontem de manhã.
Está CORRETO o que se afirma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A respeito da acentuação, assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Considerando o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
Eu me atrasei ontem ______ o trânsito estava terrível. 
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3966763 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
“[...] A coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.” (7º parágrafo).
Assinalar a alternativa em que há palavra formada pelo mesmo processo que a sublinhada no segmento acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3966762 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“[...] Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: ‘O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos.’ [...]” (3º parágrafo).
Nesse segmento do texto, há:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“[...] Ainda faltam horas para o destino, (1) e a mente e o corpo imploram por atividade, (2) mas o que fazer nesse espaço apertado? [...]” (1º parágrafo).
Observe as vírgulas empregadas nas duas situações apontadas no segmento acima. Sobre o uso da pontuação, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Considerando os aspectos gerais do texto, analisar os itens.
I. De acordo com as ideias do texto, o tédio e a negatividade são os principais causadores de problemas em viagens.
II. Distrair-se com música, leituras e afins tem finalidade para manter a mente alerta.
III. Formigamentos e dormência têm maior valor de relevância e preocupação, se comparados a desconfortos no pescoço ou na lombar.
Está CORRETO o que se afirma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna no texto CORRETAMENTE.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3966728 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
Considerando as regras de concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) É gostoso goiabada.
( ) Cachaça é perigoso para o fígado.
( ) Anexa à carta, enviei o documento.
( ) Durante a viagem, comprei roupas bastante.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas