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A saúde pública veterinária tem a finalidade
de proteger, prevenir e promover a saúde humana,
por meio de cuidados preventivos com os seus clientes
animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais,
rastreamento e manejo adequado de patógenos com
potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968,
o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no
tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem,
as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do
médico-veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011,
os profissionais da medicina veterinária de nível superior
foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de
Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação
para esse profissional dentro da saúde pública passou a
ampliar-se cada vez mais.
Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários
exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde
coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem
animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na
vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de
combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de
ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento
sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes
do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de
educação em saúde às comunidades; nos centros de
controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o
combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é
o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do
flebotomíneo (mosquito-palha).
O médico-veterinário também cuida do ser
humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas
da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são
transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes
tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos
comprovam o quanto é importante a participação efetiva
desse profissional na saúde pública, pois os veterinários
são os únicos profissionais qualificados cientificamente
para lidar com as questões de saúde animal. Com
prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos
e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os
médicos-veterinários podem evitar que novas pandemias
ocorram, como é o caso da Covid-19, que matou milhares
de pessoas, no Brasil e no mundo.
Desse modo, os profissionais que antes eram
vistos somente como da área das ciências agrárias e, na
visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos
animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998,
à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo
Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Internet:<rsdjournal.org> (com adaptações).
Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.
Conforme o texto, as funções do médico-veterinário, em sua atuação na saúde pública, foram estabelecidas, no Brasil, pela Portaria nº 2.488/2011.
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A saúde pública veterinária tem a finalidade
de proteger, prevenir e promover a saúde humana,
por meio de cuidados preventivos com os seus clientes
animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais,
rastreamento e manejo adequado de patógenos com
potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968,
o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no
tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem,
as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do
médico-veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011,
os profissionais da medicina veterinária de nível superior
foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de
Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação
para esse profissional dentro da saúde pública passou a
ampliar-se cada vez mais.
Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários
exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde
coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem
animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na
vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de
combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de
ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento
sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes
do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de
educação em saúde às comunidades; nos centros de
controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o
combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é
o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do
flebotomíneo (mosquito-palha).
O médico-veterinário também cuida do ser
humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas
da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são
transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes
tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos
comprovam o quanto é importante a participação efetiva
desse profissional na saúde pública, pois os veterinários
são os únicos profissionais qualificados cientificamente
para lidar com as questões de saúde animal. Com
prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos
e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os
médicos-veterinários podem evitar que novas pandemias
ocorram, como é o caso da Covid-19, que matou milhares
de pessoas, no Brasil e no mundo.
Desse modo, os profissionais que antes eram
vistos somente como da área das ciências agrárias e, na
visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos
animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998,
à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo
Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Internet:<rsdjournal.org> (com adaptações).
Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.
De tipologia predominantemente narrativa, o texto fornece informações acerca da importância da medicina veterinária no campo da saúde pública.
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São formas verbais conjugadas no pretérito perfeito do
modo indicativo:
I. Dançávamos.
II. Sorriu.
III. Caminhei.
IV. Bebera.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Dançávamos.
II. Sorriu.
III. Caminhei.
IV. Bebera.
Está CORRETO o que se afirma:
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O que fazer em viagens longas?
As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”.
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo.
Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado.
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O que fazer em viagens longas?
As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”.
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo.
Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado.
Os termos sublinhados, respectivamente, exercem as funções sintáticas de:
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Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
O médico explicou o _________ da internação
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“[...] Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda
Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam
do animal.” (1º parágrafo).
Analisar o uso da palavra sublinhada no segmento acima. Considerando o contexto em que se insere e a sua função na progressão textual, é CORRETO afirmar que ela estabelece uma relação semântica de:
Analisar o uso da palavra sublinhada no segmento acima. Considerando o contexto em que se insere e a sua função na progressão textual, é CORRETO afirmar que ela estabelece uma relação semântica de:
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Procuram-se jumentos!
Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.
Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.
Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.
Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]
Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.
Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
A regência do verbo “chamar” foi bem construída, com apoio do pronome relativo. Assinalar a alternativa em que isso, porém, NÃO ocorre.
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Procuram-se jumentos!
Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.
Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.
Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.
Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]
Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.
Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
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Assinalar a alternativa que contém um antônimo da
palavra “inibir”.
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