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3967036 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-GO
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        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico-veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar-se cada vez mais.
        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito-palha).
        O médico-veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos-veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid-19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.
        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.

Conforme o texto, as funções do médico-veterinário, em sua atuação na saúde pública, foram estabelecidas, no Brasil, pela Portaria nº 2.488/2011.

 

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3967035 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-GO
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        A saúde pública veterinária tem a finalidade de proteger, prevenir e promover a saúde humana, por meio de cuidados preventivos com os seus clientes animais, vacinação, avaliação nutricional, exames anuais, rastreamento e manejo adequado de patógenos com potencial zoonótico. De acordo com a Lei nº 5.517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses, constituem uma das funções do médico-veterinário. A partir da Portaria nº 2.488/2011, os profissionais da medicina veterinária de nível superior foram incluídos na composição do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). Desde então, o campo de atuação para esse profissional dentro da saúde pública passou a ampliar-se cada vez mais.
        Nos dias atuais, é possível encontrar veterinários exercendo relevantes contribuições no cenário da saúde coletiva, como nas inspeções de alimentos de origem animal em abatedouros, frigoríficos e supermercados; na vigilância sanitária e ambiental, comandando ações de combate às arboviroses, a exemplo da dengue, doença de ciclos endêmicos e epidêmicos pelo seu comportamento sazonal no Brasil; em alguns estados, compondo as equipes do NASF, realizando visitas domiciliares e atividades de educação em saúde às comunidades; nos centros de controle de zoonoses, realizando o rastreamento e o combate das doenças com potenciais zoonóticos, como é o caso da leishmaniose, doença transmitida pela picada do flebotomíneo (mosquito-palha).
        O médico-veterinário também cuida do ser humano. Nem todo mundo sabe, mas, segundo pesquisas da área, 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, e 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre. Esses estudos comprovam o quanto é importante a participação efetiva desse profissional na saúde pública, pois os veterinários são os únicos profissionais qualificados cientificamente para lidar com as questões de saúde animal. Com prevenção, manejo correto, rastreamento de novos agravos e controle de afecções e infecções em seus pacientes, os médicos-veterinários podem evitar que novas pandemias ocorram, como é o caso da Covid-19, que matou milhares de pessoas, no Brasil e no mundo.
        Desse modo, os profissionais que antes eram vistos somente como da área das ciências agrárias e, na visão popular, como responsáveis apenas pela saúde dos animais domésticos, passaram a pertencer, desde 1998, à categoria de profissionais de saúde, reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.

De tipologia predominantemente narrativa, o texto fornece informações acerca da importância da medicina veterinária no campo da saúde pública.

 

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3966837 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
São formas verbais conjugadas no pretérito perfeito do modo indicativo:
I. Dançávamos.
II. Sorriu.
III. Caminhei.
IV. Bebera.
Está CORRETO o que se afirma:
 

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3966836 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Os elementos linguísticos sublinhados nos parágrafos 6º e 8º estabelecem coesão:
 

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3966835 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio. [...]” (4º parágrafo).
Os termos sublinhados, respectivamente, exercem as funções sintáticas de:
 

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3966802 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.

O médico explicou o _________ da internação

 

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3966801 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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“[...] Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.” (1º parágrafo).
Analisar o uso da palavra sublinhada no segmento acima. Considerando o contexto em que se insere e a sua função na progressão textual, é CORRETO afirmar que ela estabelece uma relação semântica de:
 

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3966800 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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Procuram-se jumentos! 
    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.
    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.
    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.
     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]
      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.
Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
“Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus. [...]” (2º parágrafo).
A regência do verbo “chamar” foi bem construída, com apoio do pronome relativo. Assinalar a alternativa em que isso, porém, NÃO ocorre.
 

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3966799 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
Provas:
Procuram-se jumentos! 
    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.
    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.
    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.
     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]
      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.
Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
“Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização.” (4º parágrafo). O elemento sublinhado estabelece coesão por:
 

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Assinalar a alternativa que contém um antônimo da palavra “inibir”.
 

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