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Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
• … abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. (1º parágrafo)
• … mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. (3º parágrafo)
As expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, a mesma relação de sentido que as expressões:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
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Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
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Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
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(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
• Bons ventos da economia pedem maior justiça social (título)
• … mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. (2º parágrafo)
• A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada. (2º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
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Bons ventos da economia pedem maior justiça social
Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há
recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o
país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo
é que os bons ventos da economia abrem precedente para
maturação sobre a discussão relativa à distribuição de
riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se
a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil
discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda
da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto
de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os
super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de
maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios
dessa camada para o restante da população. A elevação
da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de
impostos para os mais pobres na proporção desejada.
Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma
mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não
há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança
precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba
em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um
programa diferente.
– Se a gente desse uma de pescador?
– Falou.
Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais
piscosa, mais sensacional.
Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os
peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem
iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
– Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
– É.
Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
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Pescadores
Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba
em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um
programa diferente.
– Se a gente desse uma de pescador?
– Falou.
Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais
piscosa, mais sensacional.
Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os
peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem
iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
– Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
– É.
Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba
em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um
programa diferente.
– Se a gente desse uma de pescador?
– Falou.
Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais
piscosa, mais sensacional.
Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os
peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem
iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
– Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
– É.
Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
• – Se a gente desse uma de pescador? (2º parágrafo)
• – Falou. (3º parágrafo)
• – Tem importância não. (6º parágrafo)
No contexto da narrativa, as frases expressam, correta e respectivamente, sentidos de
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