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3944291 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP

Leia a tira a seguir para responder à questão:

Enunciado 4774977-1

(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)

Assinale a alternativa que explica corretamente o efeito de humor da tira.
 

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3944250 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

• … abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. (1º parágrafo)
• … mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. (3º parágrafo)

As expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, a mesma relação de sentido que as expressões:
 

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3944249 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
 

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3944248 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com o texto e com a norma-padrão de concordância.
 

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3944247 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
Considere as informações:

• Bons ventos da economia pedem maior justiça social (título)
• … mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. (2º parágrafo)
• A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada. (2º parágrafo)

No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
 

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3944246 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
 

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3944245 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Bons ventos da economia pedem maior justiça social
    Na prática, desde o segundo trimestre de 2021, não há recuo na variação trimestral do PIB no Brasil. À época, o país ainda vivia o impacto da pandemia da covid-19. Certo é que os bons ventos da economia abrem precedente para maturação sobre a discussão relativa à distribuição de riquezas, em prol da diminuição da desigualdade social. Se a economia expande, o Estado tende a ter mais mecanismos para promover justiça financeira para os mais pobres.
    Diante dos bons ventos da economia, é hora de o Brasil discutir de maneira séria uma revisão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A proposta do governo no Projeto de Lei nº 1.087/2025 é de fixar a alíquota em 10% para os super-ricos – o que diminui desigualdades, mas ainda de maneira tímida em relação à diferença entre os patrimônios dessa camada para o restante da população. A elevação da alíquota para 10% ajuda, mas não alavanca a redução de impostos para os mais pobres na proporção desejada.
    Se o texto não é perfeito, ele ainda promove alguma mudança na ponta. O foco número 1 do país deve ser a promoção da justiça tributária. A elite brasileira deu vários exemplos de resistência à diminuição da desigualdade, mas não há justificativa honesta para não equilibrar, ainda que apenas um pouco, a balança do Imposto de Renda. A mudança precisa vir agora.
(https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 03.09.2025. Adaptado)
O editorial defende que
 

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3944244 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
    Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente.
    – Se a gente desse uma de pescador?
    – Falou.
    Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional.
    Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
    – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
    – É. Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
No trecho do 5º parágrafo “Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa…”, o tempo composto destacado está flexionado no
 

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3944243 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
    Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente.
    – Se a gente desse uma de pescador?
    – Falou.
    Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional.
    Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
    – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
    – É. Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
Quatro jovens executivos aspiravam _____ um programa diferente. Proveram-se _____ essencial e foram _____ uma praia, ansiosos _____ peixes que demoravam _____ ser fisgados.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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3944242 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
    Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente.
    – Se a gente desse uma de pescador?
    – Falou.
    Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional.
    Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
    – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
    – É. Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
Considere as frases:

• – Se a gente desse uma de pescador? (2º parágrafo)
• – Falou. (3º parágrafo)
• – Tem importância não. (6º parágrafo)

No contexto da narrativa, as frases expressam, correta e respectivamente, sentidos de
 

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