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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba
em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um
programa diferente.
– Se a gente desse uma de pescador?
– Falou.
Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais
piscosa, mais sensacional.
Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os
peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem
iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
– Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
– É.
Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
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A história inspiradora da mulher que sobreviveu por
quarenta anos após receber transplante de coração e
pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo
de sobrevivência após um transplante combinado de
coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de
Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos,
quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada
com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca
pressão elevada nas artérias pulmonares, danos
irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma
pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher
jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um
momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço
Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell
demonstra a importância da doação de órgãos, já que o
procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano
no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e
apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio.
"Assim que voltei do transplante, estava rosada. A
melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com
um transplante duplo. "Penso muito na família da
doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um
transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por
algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de
sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de
85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por
até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é
extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a
doação salva e transforma vidas — e que cada doador
pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Sintaticamente, o vocábulo destacado na frase exerce a função de
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A história inspiradora da mulher que sobreviveu por
quarenta anos após receber transplante de coração e
pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo
de sobrevivência após um transplante combinado de
coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de
Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos,
quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada
com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca
pressão elevada nas artérias pulmonares, danos
irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma
pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher
jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um
momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço
Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell
demonstra a importância da doação de órgãos, já que o
procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano
no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e
apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio.
"Assim que voltei do transplante, estava rosada. A
melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com
um transplante duplo. "Penso muito na família da
doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um
transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por
algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de
sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de
85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por
até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é
extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a
doação salva e transforma vidas — e que cada doador
pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Com base no trecho e nas regras de sintaxe de concordância nominal, assinale a alternativa correta.
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A história inspiradora da mulher que sobreviveu por
quarenta anos após receber transplante de coração e
pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo
de sobrevivência após um transplante combinado de
coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de
Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos,
quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada
com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca
pressão elevada nas artérias pulmonares, danos
irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma
pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher
jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um
momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço
Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell
demonstra a importância da doação de órgãos, já que o
procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano
no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e
apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio.
"Assim que voltei do transplante, estava rosada. A
melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com
um transplante duplo. "Penso muito na família da
doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um
transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por
algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de
sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de
85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por
até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é
extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a
doação salva e transforma vidas — e que cada doador
pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Com base no trecho e na análise morfológica, assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.
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A história inspiradora da mulher que sobreviveu por
quarenta anos após receber transplante de coração e
pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo
de sobrevivência após um transplante combinado de
coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de
Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos,
quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada
com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca
pressão elevada nas artérias pulmonares, danos
irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma
pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher
jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um
momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço
Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell
demonstra a importância da doação de órgãos, já que o
procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano
no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e
apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio.
"Assim que voltei do transplante, estava rosada. A
melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com
um transplante duplo. "Penso muito na família da
doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um
transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por
algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de
sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de
85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por
até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é
extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a
doação salva e transforma vidas — e que cada doador
pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o tema central do texto.
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A história inspiradora da mulher que sobreviveu por
quarenta anos após receber transplante de coração e
pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo
de sobrevivência após um transplante combinado de
coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de
Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos,
quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada
com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca
pressão elevada nas artérias pulmonares, danos
irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma
pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher
jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um
momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço
Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell
demonstra a importância da doação de órgãos, já que o
procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano
no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e
apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio.
"Assim que voltei do transplante, estava rosada. A
melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com
um transplante duplo. "Penso muito na família da
doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um
transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por
algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de
sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de
85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por
até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é
extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a
doação salva e transforma vidas — e que cada doador
pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Com base exclusivamente no trecho acima e nas regras de sintaxe de concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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No processo das relações humanas, a linguagem
cumpre uma função social. Nossa comunicação está
sempre associada a um contexto, no qual aquele que
comunica pressupõe um interlocutor com o qual busca a
construção do diálogo. Quem comunica e para quem,
são duas dimensões importantes do processo de
comunicação. Muitas vezes, aquilo que é comunicado
depende dessas duas dimensões. A última frase do texto
refere-se à:
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Identificar e prevenir o uso de estereótipos no ambiente
de trabalho é importante para reduzir conflitos e garantir
relações mais respeitosas. Muitas atitudes e opiniões
sobre pessoas ou grupos são formadas a partir de
experiências pessoais. Porém, essas experiências
podem ser generalizadas de forma injusta, criando
preconceitos. Por isso, é necessário refletir e evitar
julgamentos baseados em ideias pré-formadas.
Fonte: Apostila de Relações Humanas no Trabalho. KOPPE, Leonardo Renner. 2012/1.
Diante do texto, pode-se AFIRMAR que:
Fonte: Apostila de Relações Humanas no Trabalho. KOPPE, Leonardo Renner. 2012/1.
Diante do texto, pode-se AFIRMAR que:
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Como as traduções em tempo real podem
revolucionar as viagens internacionais — e o que
perdemos com isso
Por cerca de cinco décadas, um romance de ficção
científica fez seus leitores desejarem ter um peixe na sua
orelha.
Os personagens do livro Guia do Mochileiro das Galáxias
compreendem qualquer idioma graças ao pequeno e,
infelizmente, fictício, peixe Babel.
"Se você introduzir no ouvido um peixe Babel,
compreenderá imediatamente tudo o que for lhe dito em
qualquer língua", escreveu o autor.
O sonho do peixe Babel parece mais próximo com os
novos AirPods Pro 3, capazes de traduzir falas
instantaneamente. O usuário escuta no próprio idioma o
que é dito em outra língua, com transcrição automática
no celular.
A novidade promete facilitar viagens e eliminar barreiras
linguísticas em restaurantes, hotéis e aeroportos.
Especialistas aplaudem o avanço como um exemplo
prático da inteligência artificial, embora ainda com falhas.
Mesmo assim, deve impulsionar o turismo, levando
viajantes a destinos menos conhecidos e ampliando o
contato com culturas locais.
A tecnologia também pode beneficiar economias
regionais, permitindo que turistas interajam com
pequenos comerciantes sem depender do inglês. Em
setores como o transporte aéreo, pode reduzir erros de
comunicação que causam atrasos e acidentes.
Por outro lado, há o risco de desestimular o aprendizado
de idiomas. Assim como a calculadora afastou as
pessoas da matemática, a tradução automática pode
enfraquecer o contato direto com outras culturas. A
educadora Ying Okuse lembra que gestos e expressões
culturais ainda escapam à IA e que "o idioma é, acima de
tudo, uma forma de conexão humana".
A linguista Bernardette Holmes reforça que aprender
línguas melhora a memória, a atenção e a flexibilidade
cognitiva. Embora a tradução por IA traga conveniência,
ela não substitui o prazer de se comunicar em outro
idioma. Entre o conforto tecnológico e a experiência
humana, ainda vale a pena aprender a dizer obrigado na
língua do outro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9jzvwqv9do.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha apenas termos seguidos de artigos simples.
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Como as traduções em tempo real podem
revolucionar as viagens internacionais — e o que
perdemos com isso
Por cerca de cinco décadas, um romance de ficção
científica fez seus leitores desejarem ter um peixe na sua
orelha.
Os personagens do livro Guia do Mochileiro das Galáxias
compreendem qualquer idioma graças ao pequeno e,
infelizmente, fictício, peixe Babel.
"Se você introduzir no ouvido um peixe Babel,
compreenderá imediatamente tudo o que for lhe dito em
qualquer língua", escreveu o autor.
O sonho do peixe Babel parece mais próximo com os
novos AirPods Pro 3, capazes de traduzir falas
instantaneamente. O usuário escuta no próprio idioma o
que é dito em outra língua, com transcrição automática
no celular.
A novidade promete facilitar viagens e eliminar barreiras
linguísticas em restaurantes, hotéis e aeroportos.
Especialistas aplaudem o avanço como um exemplo
prático da inteligência artificial, embora ainda com falhas.
Mesmo assim, deve impulsionar o turismo, levando
viajantes a destinos menos conhecidos e ampliando o
contato com culturas locais.
A tecnologia também pode beneficiar economias
regionais, permitindo que turistas interajam com
pequenos comerciantes sem depender do inglês. Em
setores como o transporte aéreo, pode reduzir erros de
comunicação que causam atrasos e acidentes.
Por outro lado, há o risco de desestimular o aprendizado
de idiomas. Assim como a calculadora afastou as
pessoas da matemática, a tradução automática pode
enfraquecer o contato direto com outras culturas. A
educadora Ying Okuse lembra que gestos e expressões
culturais ainda escapam à IA e que "o idioma é, acima de
tudo, uma forma de conexão humana".
A linguista Bernardette Holmes reforça que aprender
línguas melhora a memória, a atenção e a flexibilidade
cognitiva. Embora a tradução por IA traga conveniência,
ela não substitui o prazer de se comunicar em outro
idioma. Entre o conforto tecnológico e a experiência
humana, ainda vale a pena aprender a dizer obrigado na
língua do outro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9jzvwqv9do.adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta nova pontuação sem alterar o sentido original da frase.
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