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3944241 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Vista Alegre Alto-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Pescadores
    Domingo pede cachimbo, todo domingo aquele esquema: praia, bar, soneca, futebol, jantar em restaurante. Acaba em chatura. Os quatro jovens executivos sonhavam com um programa diferente.
    – Se a gente desse uma de pescador?
    – Falou.
    Muniram-se do necessário, desde o caniço até o sanduíche incrementado, e saíram rumo à praia mais deserta, mais piscosa, mais sensacional.
    Lá estavam felizes da vida, à espera de peixe. Mas os peixes, talvez por ser domingo, e todos os domingos serem iguais, também tinham variado de programa – e não se deixavam fisgar.
    – Tem importância não. Daqui a pouco aparecem. De qualquer modo, estamos curtindo.
    – É. Peixe não vinha.
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas, 2016)
Com a leitura do texto, conclui-se corretamente que os quatro jovens executivos
 

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3944180 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
A história inspiradora da mulher que sobreviveu por quarenta anos após receber transplante de coração e pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos, quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca pressão elevada nas artérias pulmonares, danos irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell demonstra a importância da doação de órgãos, já que o procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com um transplante duplo. "Penso muito na família da doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de 85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a doação salva e transforma vidas — e que cada doador pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa "que" mais viveu com um transplante duplo.
Sintaticamente, o vocábulo destacado na frase exerce a função de
 

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3944179 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
A história inspiradora da mulher que sobreviveu por quarenta anos após receber transplante de coração e pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos, quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca pressão elevada nas artérias pulmonares, danos irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell demonstra a importância da doação de órgãos, já que o procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com um transplante duplo. "Penso muito na família da doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de 85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a doação salva e transforma vidas — e que cada doador pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Com base no trecho e nas regras de sintaxe de concordância nominal, assinale a alternativa correta.
 

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3944178 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
A história inspiradora da mulher que sobreviveu por quarenta anos após receber transplante de coração e pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos, quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca pressão elevada nas artérias pulmonares, danos irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell demonstra a importância da doação de órgãos, já que o procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com um transplante duplo. "Penso muito na família da doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de 85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a doação salva e transforma vidas — e que cada doador pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido.
Com base no trecho e na análise morfológica, assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.
 

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3944177 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
A história inspiradora da mulher que sobreviveu por quarenta anos após receber transplante de coração e pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos, quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca pressão elevada nas artérias pulmonares, danos irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell demonstra a importância da doação de órgãos, já que o procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com um transplante duplo. "Penso muito na família da doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de 85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a doação salva e transforma vidas — e que cada doador pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.
O texto destaca a trajetória de Katie Mitchell como exemplo de superação e também como defesa de uma causa humanitária.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o tema central do texto.
 

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3944176 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
A história inspiradora da mulher que sobreviveu por quarenta anos após receber transplante de coração e pulmão
A britânica Katie Mitchell é a paciente com maior tempo de sobrevivência após um transplante combinado de coração e pulmão no Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há trinta e oito anos, quando estava com quinze anos, após ser diagnosticada com a rara síndrome de Eisenmenger, que provoca pressão elevada nas artérias pulmonares, danos irreversíveis e insuficiência cardíaca.
Ao relembrar o aniversário do transplante, Mitchell afirma pensar sempre na doadora. "Só sei que era uma mulher jovem. Sua família decidiu doar os órgãos em um momento de dor profunda, e sou muito grata por isso."
Segundo Anthony Clarkson, porta-voz do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o caso de Mitchell demonstra a importância da doação de órgãos, já que o procedimento é complexo e raro — apenas cinco por ano no país.
Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.
Hoje, ela reflete sobre ser a pessoa que mais viveu com um transplante duplo. "Penso muito na família da doadora. Graças a eles, ganhei uma vida normal."
No Reino Unido, cerca de doze pessoas aguardam um transplante duplo e mais de oito mil estão na fila por algum órgão.
O cirurgião Aaron Ranasinghe explica que a taxa de sobrevivência após esse tipo de operação é de cerca de 85% no primeiro ano e pouco mais da metade vive por até doze anos. "O fato de Katie ter chegado tão longe é extraordinário."
Clarkson reforça que sua história comprova como a doação salva e transforma vidas — e que cada doador pode ajudar até nove pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo.adaptado.

Antes da operação, Katie mal conseguia subir escadas e apresentava coloração azulada pela falta de oxigênio. "Assim que voltei do transplante, estava rosada. A melhora foi imediata", lembra.

Com base exclusivamente no trecho acima e nas regras de sintaxe de concordância verbal, assinale a alternativa correta.

 

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3944174 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
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No processo das relações humanas, a linguagem cumpre uma função social. Nossa comunicação está sempre associada a um contexto, no qual aquele que comunica pressupõe um interlocutor com o qual busca a construção do diálogo. Quem comunica e para quem, são duas dimensões importantes do processo de comunicação. Muitas vezes, aquilo que é comunicado depende dessas duas dimensões. A última frase do texto refere-se à:
 

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3944173 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
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Identificar e prevenir o uso de estereótipos no ambiente de trabalho é importante para reduzir conflitos e garantir relações mais respeitosas. Muitas atitudes e opiniões sobre pessoas ou grupos são formadas a partir de experiências pessoais. Porém, essas experiências podem ser generalizadas de forma injusta, criando preconceitos. Por isso, é necessário refletir e evitar julgamentos baseados em ideias pré-formadas.
Fonte: Apostila de Relações Humanas no Trabalho. KOPPE, Leonardo Renner. 2012/1.

Diante do texto, pode-se AFIRMAR que:
 

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3944140 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
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Como as traduções em tempo real podem revolucionar as viagens internacionais — e o que perdemos com isso
Por cerca de cinco décadas, um romance de ficção científica fez seus leitores desejarem ter um peixe na sua orelha.
Os personagens do livro Guia do Mochileiro das Galáxias compreendem qualquer idioma graças ao pequeno e, infelizmente, fictício, peixe Babel.
"Se você introduzir no ouvido um peixe Babel, compreenderá imediatamente tudo o que for lhe dito em qualquer língua", escreveu o autor.
O sonho do peixe Babel parece mais próximo com os novos AirPods Pro 3, capazes de traduzir falas instantaneamente. O usuário escuta no próprio idioma o que é dito em outra língua, com transcrição automática no celular.
A novidade promete facilitar viagens e eliminar barreiras linguísticas em restaurantes, hotéis e aeroportos. Especialistas aplaudem o avanço como um exemplo prático da inteligência artificial, embora ainda com falhas. Mesmo assim, deve impulsionar o turismo, levando viajantes a destinos menos conhecidos e ampliando o contato com culturas locais.
A tecnologia também pode beneficiar economias regionais, permitindo que turistas interajam com pequenos comerciantes sem depender do inglês. Em setores como o transporte aéreo, pode reduzir erros de comunicação que causam atrasos e acidentes. 
Por outro lado, há o risco de desestimular o aprendizado de idiomas. Assim como a calculadora afastou as pessoas da matemática, a tradução automática pode enfraquecer o contato direto com outras culturas. A educadora Ying Okuse lembra que gestos e expressões culturais ainda escapam à IA e que "o idioma é, acima de tudo, uma forma de conexão humana".
A linguista Bernardette Holmes reforça que aprender línguas melhora a memória, a atenção e a flexibilidade cognitiva. Embora a tradução por IA traga conveniência, ela não substitui o prazer de se comunicar em outro idioma. Entre o conforto tecnológico e a experiência humana, ainda vale a pena aprender a dizer obrigado na língua do outro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9jzvwqv9do.adaptado.
O sonho do peixe Babel parece mais próximo com os novos AirPods Pro 3, capazes de traduzir falas instantaneamente. O usuário escuta no próprio idioma o que é dito em outra língua, com transcrição automática no celular.
Assinale a alternativa que contenha apenas termos seguidos de artigos simples.
 

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3944139 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Termas Piratuba
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Como as traduções em tempo real podem revolucionar as viagens internacionais — e o que perdemos com isso
Por cerca de cinco décadas, um romance de ficção científica fez seus leitores desejarem ter um peixe na sua orelha.
Os personagens do livro Guia do Mochileiro das Galáxias compreendem qualquer idioma graças ao pequeno e, infelizmente, fictício, peixe Babel.
"Se você introduzir no ouvido um peixe Babel, compreenderá imediatamente tudo o que for lhe dito em qualquer língua", escreveu o autor.
O sonho do peixe Babel parece mais próximo com os novos AirPods Pro 3, capazes de traduzir falas instantaneamente. O usuário escuta no próprio idioma o que é dito em outra língua, com transcrição automática no celular.
A novidade promete facilitar viagens e eliminar barreiras linguísticas em restaurantes, hotéis e aeroportos. Especialistas aplaudem o avanço como um exemplo prático da inteligência artificial, embora ainda com falhas. Mesmo assim, deve impulsionar o turismo, levando viajantes a destinos menos conhecidos e ampliando o contato com culturas locais.
A tecnologia também pode beneficiar economias regionais, permitindo que turistas interajam com pequenos comerciantes sem depender do inglês. Em setores como o transporte aéreo, pode reduzir erros de comunicação que causam atrasos e acidentes. 
Por outro lado, há o risco de desestimular o aprendizado de idiomas. Assim como a calculadora afastou as pessoas da matemática, a tradução automática pode enfraquecer o contato direto com outras culturas. A educadora Ying Okuse lembra que gestos e expressões culturais ainda escapam à IA e que "o idioma é, acima de tudo, uma forma de conexão humana".
A linguista Bernardette Holmes reforça que aprender línguas melhora a memória, a atenção e a flexibilidade cognitiva. Embora a tradução por IA traga conveniência, ela não substitui o prazer de se comunicar em outro idioma. Entre o conforto tecnológico e a experiência humana, ainda vale a pena aprender a dizer obrigado na língua do outro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9jzvwqv9do.adaptado.
Por outro lado, há o risco de desestimular o aprendizado de idiomas.
Assinale a alternativa que apresenta nova pontuação sem alterar o sentido original da frase.
 

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