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3434052 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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Assinale a alternativa correta de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.

 

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3434049 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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Você passou em um concurso e uma de suas funções é fazer as comunicações dirigidas aos chefes dos diferentes setores. O primeiro documento oficial que você deverá redigir é uma declaração. Como você não está familiarizado com a estrutura desse gênero textual, resolveu olhar os documentos anteriormente redigidos para verificar como são feitos. Na leitura, verificou inadequações de pontuação. Nesse contexto, assinale a alternativa que NÃO apresenta um trecho com inadequação quanto à pontuação.

 

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3433199 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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No momento de redigir um ofício, solicitou-se ao redator que ele fosse o mais claro possível. Ele se lembrou das características elencadas no Manual de Redação da Presidência da República e escreveu um texto adequado ao solicitado, utilizando os requisitos para isso. São, portanto, recomendações para a clareza do texto:

 

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3433198 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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NÃO é característica da Redação Oficial

 

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3433193 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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Assinale a alternativa que apresenta o pronome de tratamento adequado para um documento oficial que tem como destinatário o Secretário Executivo.

 

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3433088 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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Por que a Suécia desistiu da educação 100% digital e gastará milhões de euros para voltar aos livros impressos?

Entre os mais ricos do mundo, país vinha, desde a década de

1990, adotando uma estratégia massiva de informatizar os

materiais didáticos e as aulas. Resultados em provas de leitura e

conselhos de órgãos de saúde fizeram novo governo mudar a

postura.

A Suécia, único país que, desde a década de 1990, buscou implementar a educação 100% digital nas escolas, voltou atrás e decidiu investir, ao longo de 2023, 45 milhões de euros (cerca de R$ 242 milhões) na distribuição de livros didáticos impressos.

A decisão, anunciada em dezembro de 2022 pela ministra Lotta Edholm, caminha na contramão da conduta do governo de São Paulo. Na última semana, Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que, a partir do ano que vem, as escolas estaduais paulistas adotarão apenas obras digitais para alunos do ensino fundamental II e do ensino médio. Após repercussão negativa, ele disse que os colégios poderão imprimir o material, se os estudantes solicitarem.

A ministra Edholm escreveu, em um artigo no jornal “Expressen”, que a educação 100% informatizada “foi uma grande experiência”, mas que “houve uma postura acrítica [do governo anterior] de considerar a tecnologia necessariamente boa, independentemente do conteúdo”.

Recursos didáticos digitais, se usados corretamente, apresentam certas vantagens, como combinar imagem, texto e som. Mas o livro físico traz benefícios que nenhuma tela pode substituir”, afirmou a ministra.

Ao g1, a pedagoga e autora sueca Inger Enkvist, que tem mais de 40 anos de experiência como professora no país europeu, explica que, inicialmente, houve o apoio de parte dos educadores à postura da digitalização massiva, especialmente nos anos 2000.

“Só que o vento agora sopra em uma direção oposta, porque pais, professores e empregadores têm a impressão de que os jovens passaram a saber menos”, explica Inger Enkvist.

“Os alunos têm atualmente menos capacidade de concentração. Dedicam menos esforço para escrever bem, porque programas de ortografia automática fazem a escrita parecer mais fácil do que é. O principal problema é que o computador também é uma distração”, afirma Enkvist, que também é professora catedrática emérita na Universidade de Lund, na Suécia.

Olavo Nogueira Filho, diretor executivo da ONG Todos Pela Educação, reforça, a partir do exemplo europeu, que “países que têm condições de fazer uma digitalização completa não estão indo nessa direção”. “Não é só questão de ter acesso [a equipamentos ou à internet]: é de estratégia pedagógica, é de neurociência”, afirma.

Entenda, abaixo, os argumentos do governo sueco:

Queda no desempenho das crianças em leitura

Os resultados do Pirls 2021 (Progress in International Reading Literacy Study), exame internacional que mede habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental (de 9 a 10 anos de idade), mostraram que o desempenho das crianças suecas, ainda que esteja acima da média europeia, piorou entre 2016 e 2022: caiu de 555 para 544 pontos.

Para o governo, há uma ligação direta entre essa queda e o uso intensivo de telas nas salas de aula.

Lá, o uso do material digital vai além da adoção dos e-books: nos últimos 10 anos, os tablets substituíram os notebooks também para a execução de pesquisas escolares e a escrita de redações.

Um questionário de dezembro de 2022, com 2 mil professores do país, mostrou que 1 em cada 5 docentes supunham que seus alunos nunca haviam redigido um texto manualmente. [...]

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/08/07/por-que-asuecia-desistiu-da-educacao-100percent-digital-e-gastara-milhoesde-euros-para-voltar-aos-livros-impressos.ghtml. Acesso em: 15 ago. 2024.

Considere que, a pedido do seu superior, você precisa enviar para Brasília um documento endereçado ao Presidente da República. Assinale a alternativa que apresenta a forma adequada de endereçamento da correspondência oficial a esse destinatário.

 

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3433086 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AOCP
Orgão: MPE-PR
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Por que a Suécia desistiu da educação 100% digital e gastará milhões de euros para voltar aos livros impressos?

Entre os mais ricos do mundo, país vinha, desde a década de

1990, adotando uma estratégia massiva de informatizar os

materiais didáticos e as aulas. Resultados em provas de leitura e

conselhos de órgãos de saúde fizeram novo governo mudar a

postura.

A Suécia, único país que, desde a década de 1990, buscou implementar a educação 100% digital nas escolas, voltou atrás e decidiu investir, ao longo de 2023, 45 milhões de euros (cerca de R$ 242 milhões) na distribuição de livros didáticos impressos.

A decisão, anunciada em dezembro de 2022 pela ministra Lotta Edholm, caminha na contramão da conduta do governo de São Paulo. Na última semana, Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que, a partir do ano que vem, as escolas estaduais paulistas adotarão apenas obras digitais para alunos do ensino fundamental II e do ensino médio. Após repercussão negativa, ele disse que os colégios poderão imprimir o material, se os estudantes solicitarem.

A ministra Edholm escreveu, em um artigo no jornal “Expressen”, que a educação 100% informatizada “foi uma grande experiência”, mas que “houve uma postura acrítica [do governo anterior] de considerar a tecnologia necessariamente boa, independentemente do conteúdo”.

Recursos didáticos digitais, se usados corretamente, apresentam certas vantagens, como combinar imagem, texto e som. Mas o livro físico traz benefícios que nenhuma tela pode substituir”, afirmou a ministra.

Ao g1, a pedagoga e autora sueca Inger Enkvist, que tem mais de 40 anos de experiência como professora no país europeu, explica que, inicialmente, houve o apoio de parte dos educadores à postura da digitalização massiva, especialmente nos anos 2000.

“Só que o vento agora sopra em uma direção oposta, porque pais, professores e empregadores têm a impressão de que os jovens passaram a saber menos”, explica Inger Enkvist.

“Os alunos têm atualmente menos capacidade de concentração. Dedicam menos esforço para escrever bem, porque programas de ortografia automática fazem a escrita parecer mais fácil do que é. O principal problema é que o computador também é uma distração”, afirma Enkvist, que também é professora catedrática emérita na Universidade de Lund, na Suécia.

Olavo Nogueira Filho, diretor executivo da ONG Todos Pela Educação, reforça, a partir do exemplo europeu, que “países que têm condições de fazer uma digitalização completa não estão indo nessa direção”. “Não é só questão de ter acesso [a equipamentos ou à internet]: é de estratégia pedagógica, é de neurociência”, afirma.

Entenda, abaixo, os argumentos do governo sueco:

Queda no desempenho das crianças em leitura

Os resultados do Pirls 2021 (Progress in International Reading Literacy Study), exame internacional que mede habilidades de leitura de alunos do 4º ano do ensino fundamental (de 9 a 10 anos de idade), mostraram que o desempenho das crianças suecas, ainda que esteja acima da média europeia, piorou entre 2016 e 2022: caiu de 555 para 544 pontos.

Para o governo, há uma ligação direta entre essa queda e o uso intensivo de telas nas salas de aula.

Lá, o uso do material digital vai além da adoção dos e-books: nos últimos 10 anos, os tablets substituíram os notebooks também para a execução de pesquisas escolares e a escrita de redações.

Um questionário de dezembro de 2022, com 2 mil professores do país, mostrou que 1 em cada 5 docentes supunham que seus alunos nunca haviam redigido um texto manualmente. [...]

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/08/07/por-que-asuecia-desistiu-da-educacao-100percent-digital-e-gastara-milhoesde-euros-para-voltar-aos-livros-impressos.ghtml. Acesso em: 15 ago. 2024.

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o texto do documento oficial possui algumas características básicas em sua estrutura. Assinale a alternativa que apresenta INCORRETAMENTE a descrição de uma das partes da estrutura desse documento.

 

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3431186 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FADESP
Orgão: CDSA
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A redação organizacional compreende a atividade de redigir atos normativos e comunicados no âmbito das organizações em geral. De natureza formal, refere-se à elaboração de comunicações oficiais, como atas, relatórios, ofícios e memorandos. Sobre as suas características, considera-se eficaz o texto organizacional que apresenta

 

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3431164 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FADESP
Orgão: CDSA
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A redação organizacional compreende a atividade de redigir atos normativos e comunicados no âmbito das organizações em geral. De natureza formal, refere-se à elaboração de comunicações oficiais, como atas, relatórios, ofícios e memorandos. Sobre as suas características, considera-se eficaz o texto organizacional que apresenta

 

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3423931 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IVIN
Orgão: Pref. São Domingos Capim-PA
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Ciente de que os pronomes de tratamento são as formas polidas pelos quais nos dirigimos a nossos interlocutores, de acordo com a idade ou cargo ocupados, indique nas alternativas abaixo a forma correta de nos dirigirmos, respectivamente, a um cardeal, a um prefeito e a um reitor de universidade:
 

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