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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
A inclusão do Brasil no rol de suas parcerias estratégicas, proposta pela União Européia, confirma o reconhecimento do protagonismo do Brasil na cena sul-americana.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
A inclusão do Brasil no rol de suas parcerias estratégicas, proposta pela União Européia, confirma o reconhecimento do protagonismo do Brasil na cena sul-americana.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
Nos interesses comuns da cena global e na expansão de negócios e comércio, a parceria do Brasil com a China em torno de projetos científico-tecnológicos e do comércio bilateral é unanimidade na opinião pública nacional.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
Nos interesses comuns da cena global e na expansão de negócios e comércio, a parceria do Brasil com a China em torno de projetos científico-tecnológicos e do comércio bilateral é unanimidade na opinião pública nacional.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
As relações do Brasil com o Oriente Médio são de eqüidistância pragmática, sem tomar partido nas querelas históricas, orientando-se pela dimensão multicultural e pacífica da convivência de descendentes dos povos daquela região no Brasil, sem ferir os interesses de brasileiros e de empresas brasileiras que lá atuam.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
As relações do Brasil com o Oriente Médio são de eqüidistância pragmática, sem tomar partido nas querelas históricas, orientando-se pela dimensão multicultural e pacífica da convivência de descendentes dos povos daquela região no Brasil, sem ferir os interesses de brasileiros e de empresas brasileiras que lá atuam.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
As relações do Brasil com seus vizinhos sul-americanos, mesmo que difíceis e marcadas por fricções, constituem um desafio importante diante das questões de segurança, de mercado, de estabilização da região e de internacionalização das empresas brasileiras.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
As relações do Brasil com seus vizinhos sul-americanos, mesmo que difíceis e marcadas por fricções, constituem um desafio importante diante das questões de segurança, de mercado, de estabilização da região e de internacionalização das empresas brasileiras.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
Nos últimos anos, a retomada da dimensão sul-atlântica da política exterior do Brasil levou o país a substituir o papel de velhas metrópoles, e mesmo da China, no continente africano.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.
Nos últimos anos, a retomada da dimensão sul-atlântica da política exterior do Brasil levou o país a substituir o papel de velhas metrópoles, e mesmo da China, no continente africano.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
As relações internacionais do Brasil são amplas, mas correspondentes, em termos conceituais e práticos, apenas à agenda da política externa do país.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
As relações internacionais do Brasil são amplas, mas correspondentes, em termos conceituais e práticos, apenas à agenda da política externa do país.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
A dimensão regional da inserção internacional do Brasil tem função apenas instrumental na busca de acréscimo de poder no jogo global desejado, historicamente, pelo gestores do Estado nacional.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
A dimensão regional da inserção internacional do Brasil tem função apenas instrumental na busca de acréscimo de poder no jogo global desejado, historicamente, pelo gestores do Estado nacional.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos
regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
O caráter supletivo do setor externo conferiu ao Brasil uma inserção internacional acanhada a longo prazo e de baixa adequação ao peso relativo do país na sociedade internacional.
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Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
O caráter supletivo do setor externo conferiu ao Brasil uma inserção internacional acanhada a longo prazo e de baixa adequação ao peso relativo do país na sociedade internacional.
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regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação,
ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não
merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de
forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos
reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas
por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e
continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
A dimensão do desenvolvimento econômico ocupou, em todo o século XX, lugar especial no quadro externo das opções do Estado nacional.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
A dimensão do desenvolvimento econômico ocupou, em todo o século XX, lugar especial no quadro externo das opções do Estado nacional.
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A política exterior não é derivada, no Brasil, dos regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação, ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
O Brasil manteve, historicamente, um padrão de política externa mais próximo da política de Estado que da política de governo.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).
Tomando o texto como referência inicial, julgue o seguinte item, relativo ao tema da política externa brasileira.
O Brasil manteve, historicamente, um padrão de política externa mais próximo da política de Estado que da política de governo.
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