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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Micro-organismos podem causar doença com impacto na função respiratória
O estado de Minas Gerais e a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, decretaram situação de emergência pública devido ao aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mas o que é a doença?
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) do governo de Santa Catarina diz que a condição "abrange casos de Síndrome Gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória".
O quadro pode ser causado por vírus, como influenza e coronavírus, bactérias e até fungos que atingem os pulmões.
Entre os sintomas, os pacientes com SRAG podem apresentar febre (temperatura corporal maior ou igual a 37,8ºC), dificuldade ou desconforto para respirar, diminuição da oxigenação sanguínea, sensação de peso no peito e rosto ou lábios arroxeados, conforme informações da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Crianças também podem ter falta de ar, desidratação e diminuição do apetite.
Além de geralmente aparecer junto a uma pneumonia, a doença pode lesionar os alvéolos — onde há troca gasosa nos pulmões.
O tratamento pode envolver a suplementação de oxigênio e fisioterapia respiratória, segundo o Hospital Albert Einstein. Apesar de ser um procedimento muitas vezes suficiente para a melhora da maioria dos pacientes, alguns precisam passar por intubação.
E quais são as medidas preventivas da SRAG? Ainda conforme o hospital, o ideal para evitar a doença é ter a vacinação em dia contra agentes respiratórios que podem agravar quadros respiratórios.
A campanha de vacinação contra a gripe, inclusive, começou em abril. A imunização é a principal forma de prevenir a infecção pelo vírus influenza e as suas complicações, reduzindo o risco de internações e de morte.
O Governo de Minas Gerais e o prefeito de Florianópolis, Topázio Silveira Neto, decretaram emergência em saúde pública devido ao aumento dos casos de SRAG nas regiões.
Segundo a prefeitura da capital catarinense, indicadores epidemiológicos revelam aumento expressivo nos índices de internações em leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal, pediátrica e de adultos.
Até o último dia 24 de abril, em Minas Gerais, o número de internações por SRAG chegou a 26.817, enquanto 397 mortes foram registradas, apenas em 2025.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/srag-conheca-doencaque-causou-emergencia-em-mg-e-emflorianopolis/ Acessado em: 26/05/2025
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
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