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Em diversos momentos de seu longo
desenvolvimento, as teorias sociológicas
ora enfatizaram o peso inexorável da
sociedade sobre o indivíduo, ora exaltaram
a necessidade de se partir dos indivíduos
e compreender os sentidos que suas
ações engendram no corpo social. O autor
que recusou tais dicotomias em sua obra,
enfatizando o caráter da interdependência
entre indivíduo e sociedade foi:
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A escola ocupou um lugar central na
sociologia desde as origens da disciplina,
o que se refletiu nas teorias, conceitos e
objetos de pesquisa. Em relação às
diferentes abordagens sociológicas acerca
da instituição escolar, é correto afirmar
que:
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A sociologia é uma ciência humana que
estuda a sociedade. Das opções abaixo, a
que não contempla um de seus objetivos
é:
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O que Max Weber considera a
“objetividade” do conhecimento nas
ciências sociais corresponde à:
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A origem da sociologia como um campo
específico do saber científico, dotado de
método e objeto de reflexão próprios, está
associada a uma profunda renovação das
bases sociais, políticas e econômicas
verificadas no continente europeu entre os
séculos XVI e XIX que ficou conhecida
como “modernidade”. As principais
correntes de pensamento que emergiram
neste contexto e contribuíram diretamente
para a constituição e desenvolvimento da
sociologia foram:
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Complete o enunciado a seguir com uma das
alternativas disponibilizadas
Yazbek (2006) explica que no início da década de 1990, do ponto de vista das referências teórico-metodológicas, a primeira questão que se coloca para a profissão é o confronto com a denominada 'crise' dos modelos analíticos, explicativos nas ciências sociais, que buscam captar o que está acontecendo no fim de século e as grandes transformações que alcançam múltiplos aspectos da vida social. No mundo do conhecimento começam as interferências que questionam e nivela os paradigmas marxista e positivista, denominado pensamento ____________________.
Yazbek (2006) explica que no início da década de 1990, do ponto de vista das referências teórico-metodológicas, a primeira questão que se coloca para a profissão é o confronto com a denominada 'crise' dos modelos analíticos, explicativos nas ciências sociais, que buscam captar o que está acontecendo no fim de século e as grandes transformações que alcançam múltiplos aspectos da vida social. No mundo do conhecimento começam as interferências que questionam e nivela os paradigmas marxista e positivista, denominado pensamento ____________________.
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3771799
Ano: 2024
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A partir de 2007, o IDH brasileiro chegou a 0,800, o que representou um avanço e colocou
o Brasil, pela primeira vez, entre os países com alto desenvolvimento humano, apesar desse
avanço o país ainda mantém alguns indicadores típicos do subdesenvolvimento.
Assinale a alternativa em desacordo com a afirmação.
Assinale a alternativa em desacordo com a afirmação.
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3771798
Ano: 2024
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Foi antropólogo, educador e romancista, nasceu em Montes Claros, (MG), em 26 de
outubro de 1922, faleceu em Brasília, DF, em 17 de fevereiro de 1997. Eleito em 8 de outubro
de 1992, para a Cadeira n.º 11, sucedendo a Deolindo Couto, foi recebido em 15 de abril de
1993, pelo acadêmico Candido Mendes de Almeida.
Diplomou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, (1946), com especialização em Antropologia. Etnólogo do Serviço de Proteção aos Índios, dedicou os primeiros anos de vida profissional, (1947-56), ao estudo dos índios de várias tribos do país. Fundou o Museu do Índio, que dirigiu até 1947, colaborou na criação do Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena. Elaborou para a UNESCO um estudo do impacto da civilização sobre os grupos indígenas brasileiros no século XX, colaborou com a Organização Internacional do Trabalho na preparação de um manual sobre os povos aborígenes de todo o mundo. Organizou e dirigiu o primeiro curso de pós-graduação em Antropologia, foi professor de Etnologia da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, (1955-56).
Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC, (1957- 61); presidente da Associação Brasileira de Antropologia. Participou com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública por ocasião da discussão de Lei de Diretrizes e Bases da Educação; criou a Universidade de Brasília, de que foi o primeiro reitor; foi Ministro da Educação e chefe da Casa Civil do Governo João Goulart. Com o golpe militar de 64, teve os direitos políticos cassados e se exilou.
Em 1995, lançou seu mais recente livro, "O povo brasileiro", que encerra a coleção de seus Estudos de Antropologia da Civilização, além de uma compilação de seus discursos e ensaios intitulada O Brasil como problema. Lançou, ainda, um livro para adolescentes, Noções das coisas, com ilustrações de Ziraldo, considerado, em 1996, como altamente recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Em 1996, entregou à Editora Companhia das Letras, seus Diários índios, em que reproduziu anotações que fez durante dois anos de convívio e de estudo dos índios Urubu-Kaapor, da Amazônia. Seu primeiro romance, Maíra, recebeu uma edição comemorativa de seus 20 anos, incluindo resenhas e críticas de Antônio Callado, Alfredo Bosi, Antônio Houaiss, Maria Luíza Ramos e de outros especialistas em Literatura e Antropologia. Ainda nesse ano, recebeu o Prêmio Interamericano de Educação Andrés Bello, concedido pela OEA.
(In: https://www.academia.org.br/academicos/darcy-ribeiro/biografia - acessado em 18/11/2024).
O texto refere-se ao grande intelectual brasileiro:
Diplomou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, (1946), com especialização em Antropologia. Etnólogo do Serviço de Proteção aos Índios, dedicou os primeiros anos de vida profissional, (1947-56), ao estudo dos índios de várias tribos do país. Fundou o Museu do Índio, que dirigiu até 1947, colaborou na criação do Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena. Elaborou para a UNESCO um estudo do impacto da civilização sobre os grupos indígenas brasileiros no século XX, colaborou com a Organização Internacional do Trabalho na preparação de um manual sobre os povos aborígenes de todo o mundo. Organizou e dirigiu o primeiro curso de pós-graduação em Antropologia, foi professor de Etnologia da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, (1955-56).
Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC, (1957- 61); presidente da Associação Brasileira de Antropologia. Participou com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública por ocasião da discussão de Lei de Diretrizes e Bases da Educação; criou a Universidade de Brasília, de que foi o primeiro reitor; foi Ministro da Educação e chefe da Casa Civil do Governo João Goulart. Com o golpe militar de 64, teve os direitos políticos cassados e se exilou.
Em 1995, lançou seu mais recente livro, "O povo brasileiro", que encerra a coleção de seus Estudos de Antropologia da Civilização, além de uma compilação de seus discursos e ensaios intitulada O Brasil como problema. Lançou, ainda, um livro para adolescentes, Noções das coisas, com ilustrações de Ziraldo, considerado, em 1996, como altamente recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Em 1996, entregou à Editora Companhia das Letras, seus Diários índios, em que reproduziu anotações que fez durante dois anos de convívio e de estudo dos índios Urubu-Kaapor, da Amazônia. Seu primeiro romance, Maíra, recebeu uma edição comemorativa de seus 20 anos, incluindo resenhas e críticas de Antônio Callado, Alfredo Bosi, Antônio Houaiss, Maria Luíza Ramos e de outros especialistas em Literatura e Antropologia. Ainda nesse ano, recebeu o Prêmio Interamericano de Educação Andrés Bello, concedido pela OEA.
(In: https://www.academia.org.br/academicos/darcy-ribeiro/biografia - acessado em 18/11/2024).
O texto refere-se ao grande intelectual brasileiro:
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3771797
Ano: 2024
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
“(...) em 11 de julho de 1972, morria uma pioneira: a professora potiguar que entrou para
a história como a primeira eleitora mulher registrada, a votar no país. Mas não foi só pela
participação nas urnas que Celina Guimarães Viana, (1890-1972), demonstrava ser uma
cidadã à frente do seu tempo.
‘Ela exerceu protagonismo ativista em seu trabalho, sendo uma professora que, naquele início de século, praticava uma educação progressista’, comenta a socióloga e cientista política Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ).
Ela foi pioneira por trabalhar no espaço público, por dedicar-se ao conhecimento, por defender o voto das mulheres, por ter sido também juíza de futebol", acrescenta Martins. "Ela foi influenciada pelo movimento feminista daquela época, por Bertha Lutz, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Mas é complicado dizer que se tornou 'uma ativista feminista' quando olhamos o termo com os olhos de hoje. O feminismo naquela época tinha outras preocupações. Lutava pelo mínimo: para que as mulheres fossem consideradas gente, para que fossem percebidas como sujeitos de direito.”
(VEIGA, Edison. Celina Guimarães: a história da primeira brasileira a votar. In: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62100807 - acessado em 18/11/2024).
O Direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado a partir da:
‘Ela exerceu protagonismo ativista em seu trabalho, sendo uma professora que, naquele início de século, praticava uma educação progressista’, comenta a socióloga e cientista política Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ).
Ela foi pioneira por trabalhar no espaço público, por dedicar-se ao conhecimento, por defender o voto das mulheres, por ter sido também juíza de futebol", acrescenta Martins. "Ela foi influenciada pelo movimento feminista daquela época, por Bertha Lutz, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Mas é complicado dizer que se tornou 'uma ativista feminista' quando olhamos o termo com os olhos de hoje. O feminismo naquela época tinha outras preocupações. Lutava pelo mínimo: para que as mulheres fossem consideradas gente, para que fossem percebidas como sujeitos de direito.”
(VEIGA, Edison. Celina Guimarães: a história da primeira brasileira a votar. In: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62100807 - acessado em 18/11/2024).
O Direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado a partir da:
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Questão presente nas seguintes provas
3771796
Ano: 2024
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Sociologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
“A promulgação da constituição e a necessidade de regulamentação do art. 68,
provocaram discussões de cunho técnico e acadêmico que levaram a esta revisão dos
conceitos clássicos que dominavam a historiografia sobre a escravidão, instaurando a
relativização e adequação dos critérios para se conceituar quilombo, de modo que a maioria
dos grupos que hoje, efetivamente, reivindicam a titulação de suas terras, pudesse ser
contemplada por esta categoria, uma vez demonstrada, por meio de estudos científicos, a
existência de uma identidade social e étnica por eles compartilhada, bem como a antiguidade
da ocupação de suas terras e, ainda, suas "práticas de resistência na manutenção e
reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar". (BRASIL, [2008
ou 2009], p. 11).
Sobre os quilombos, no Brasil, é incorreto afirmar:
Sobre os quilombos, no Brasil, é incorreto afirmar:
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