Foram encontradas 10.120 questões.
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Para Bauman (2010), nas sociedades capitalistas e
consumistas contemporâneas, viver a crédito cria tanta
dependência como um vício em drogas. Atualmente, no mundo
povoado por múltiplas telas e estímulos, existe todo tipo de
influência mercadológica e de acesso a crédito facilitado, devido,
principalmente, ao advento das Fintechs, que estimulam o
consumo compulsivo, provocando o endividamento ou
superendividamento das pessoas. Para este autor, na verdade,
ingressar hoje nessa condição de consumidor endividado está
mais fácil do que nunca antes na história da humanidade, mas
escapar dessa condição jamais foi tão difícil. Para ele, ainda,
todos os que podiam se transformar em devedores e milhões de
outros que não podiam e não deviam ser induzidos a pedir
empréstimo ou comprar a crédito já foram fisgados e seduzidos
para fazer dívidas.
BAUMAN, Zigmunt. Capitalismo Parasitário. Capitalismo Parasitário – e outros temas contemporâneos. RJ: Zahar, 2010.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
BAUMAN, Zigmunt. Capitalismo Parasitário. Capitalismo Parasitário – e outros temas contemporâneos. RJ: Zahar, 2010.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O uso de smartphones nas sociedades contemporâneas é
generalizado; essa ferramenta, largamente utilizada pela grande
maioria das pessoas, é exterior aos indivíduos, se tomados de
forma isolada, uma vez que este uso independe da vontade de
um ou outro indivíduo na sociedade, e é imperativo, pois as
pessoas hoje são, de alguma forma, compelidas a usar esses
aparelhos, pois eles se tornaram uma obrigação social para as
atividades diárias.
O enunciado acima descreve o uso de smartphones como um(a)
O enunciado acima descreve o uso de smartphones como um(a)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Ora, na medida em que nós negros estamos na lata de lixo
da sociedade brasileira, pois assim o determina a lógica da
dominação, caberia uma indagação: por que o negro é isso que a
lógica da dominação tenta (e consegue muitas vezes, nós o
sabemos) domesticar? E o risco que assumimos aqui é o ato de
falar com todas as implicações. Exatamente porque temos sido
falados, infantilizados, que neste trabalho assumimos nossa
própria fala. Ou seja, o lixo vai falar, e numa boa.”
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Lélia Gonzalez. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018., p. 193. (Adaptado).
Lélia Gonzalez (1935-1994) propõe, no trecho acima, uma contranarrativa sobre a emancipação dos negros no Brasil, com a compreensão de que
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Lélia Gonzalez. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018., p. 193. (Adaptado).
Lélia Gonzalez (1935-1994) propõe, no trecho acima, uma contranarrativa sobre a emancipação dos negros no Brasil, com a compreensão de que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
“O abolicionismo não se contenta em ser o advogado ex
officio da porção da raça negra ainda escravizada; não reduz a
sua missão a promover e conseguir – no mais breve prazo
possível resgate dos escravos e dos ingênuos. Essa obra – de
reparação, vergonha ou arrependimento, como a queiram
chamar – da emancipação dos atuais escravos e seus filhos é
apenas a tarefa imediata do abolicionismo. Além dessa, há outra
maior, a do futuro: a de apagar todos os efeitos de um regime
que, há três séculos, é uma escola de desmoralização e inércia,
de servilismo e irresponsabilidade para a casta dos senhores, e
que fez do Brasil a pátria da escravidão.”
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).
Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Padeceis de muitos erros e enganos sem vos perceber por
causa da ignorante devoção com que vossos doutores vos trazem
cegos, não vos permitindo, de maneira nenhuma, a tão
proveitosa, saudável e totalmente necessária lição da Sagrada
Escritura em língua vulgar, em que bem clara e distintamente,
para vossa própria Salvação, a possais entender. Esses doutores,
pintando a Sagrada Escritura de forma tão cheia de faltas, tão
feia, tão monstruosa, tão horrível, tão medonha e tão perigosa,
que nem ainda para ela quereis vós olhar.”
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).
O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A relação entre cultura, poder e território compõe, para o
discurso da nova geografia urbana, uma rede conceitual a partir
da qual emergem sentidos outros para a cidade, além do sentido
nomoespacial (lei-território) tradicional. No discurso da nova
geografia urbana, a cidade se elabora a partir não de
individualidades autônomas, mas de sujeitos coletivos que,
agindo sobre o espaço urbano, são agentes que efetivam a
territorialização dele. A noção de territorialização, portanto,
pressupõe sujeitos sociais que se agrupam a partir de uma
identidade e promovem a ação de marcar, no território da
cidade, essa identidade.”
COSTA, Êmy Virgínia Oliveira da. Topografias e cronografias urbanas: o discurso da cidade às páginas do Caderno3. 2015. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Letras) – Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Pau dos Ferros, 2015., p. 65s. (Adaptado).
Para a Profa. Êmy Costa, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o discurso-saber-poder da nova geografia compreende o espaço urbano como um campo, em que
COSTA, Êmy Virgínia Oliveira da. Topografias e cronografias urbanas: o discurso da cidade às páginas do Caderno3. 2015. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Letras) – Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Pau dos Ferros, 2015., p. 65s. (Adaptado).
Para a Profa. Êmy Costa, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o discurso-saber-poder da nova geografia compreende o espaço urbano como um campo, em que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Em seu famoso discurso no Vale do Anhangabaú, em 1945,
Luís Carlos Prestes ensaiava o delineamento de uma proposta,
destacando a necessidade de se criar uma legislação que
disciplinasse a propriedade da terra e coibisse a existência de
latifúndios improdutivos próximos aos grandes centros
consumidores e às vias de comunicação.”
MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Luta por terra e organização dos trabalhadores rurais: a esquerda no campo nos anos 50/60. In: Moraes, João Quartim; Roio, Marcos del (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, 2000., p. 214s.
O discurso marxista brasileiro encontra, na questão agrária, um ponto nodal de reflexão, pois
MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Luta por terra e organização dos trabalhadores rurais: a esquerda no campo nos anos 50/60. In: Moraes, João Quartim; Roio, Marcos del (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, 2000., p. 214s.
O discurso marxista brasileiro encontra, na questão agrária, um ponto nodal de reflexão, pois
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o seguinte excerto sobre a criação do Passeio Público
em Fortaleza: “O Passeio era um lugar para todos…, mas
separadamente. O logradouro possuía três planos; entretanto
não havia nenhuma determinação oficial reservando cada um
para as três distintas classes sociais. O fato é que tal acabou
acontecendo ‘naturalmente’, no dizer dos cronistas da época. [...] Assim, o primeiro plano, o mais embelezado, ficou como palco
para deleite das elites, enquanto o segundo e o terceiro (menos
aformoseados) foram ocupados, respectivamente, pelas camadas
médias e populares”.
PONTE, Sebastião. A Belle Époque em Fortaleza: remodelação e controle. In: Souza, Simone (org.). Uma nova história do Ceará. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2000, p.170-171.
Com base no trecho, pode-se afirmar corretamente que
PONTE, Sebastião. A Belle Époque em Fortaleza: remodelação e controle. In: Souza, Simone (org.). Uma nova história do Ceará. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2000, p.170-171.
Com base no trecho, pode-se afirmar corretamente que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com os dados preliminares do censo de 2022
relativos ao trabalho e rendimento, divulgados pelo IBGE em
outubro de 2025, as regiões Norte e Nordeste estão abaixo da
média nacional, com as piores médias salariais. Esses dados
expressam uma persistência na formação socioespacial brasileira
de acessos diferenciados da reprodução social, como bens,
serviços, lazer, direitos e mobilidade. Esse relato diz respeito a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A língua inglesa se mostra presente no cotidiano da
sociedade brasileira, consolidada como uma língua fundamental
para acesso a conteúdos diversos, como anúncios, redes sociais,
negócios, entre outros. Tal processo se dá por influência da:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container