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A Passeata dos Cem Mil foi um movimento de luta social ocorrido em 1968 no Brasil. Suas ações reuniram diferentes segmentos sociais, como estudantes, representantes do clero, professores, artistas, entre muitos outros atores sociais que se juntaram em torno de um mesmo objetivo e interesse.
Sobre a Passeata dos Cem Mil, é correto afirmar que:
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As ações dos movimentos sociais podem influenciar na dinâmica e funcionamento da sociedade, atuando para manter ou alterar a ordem social vigente. Tais condutas podem se direcionar, por exemplo, às formas de atuação dos governos e a maneira como estes representam os seus interesses. Nessa perspectiva, podemos citar o impeachment de Fernando Collor de Mello, ocorrido no ano de 1992.
Entre as ações coletivas contra o governo Collor está a mobilização política e civil de um importante movimento social da época, denominado:
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Sou Avelin Buniacá Kambiwá, mulher indígena do povo Kambiwá, moradora de Belo Horizonte de família migrante. A migração da minha família do sertão pernambucano para a capital mineira, se deu pela busca de melhores perspectivas de emprego e de renda. Com as condições desfavoráveis encontradas na cidade, foi muito difícil preservar as práticas sagradas originais, sendo que restou, a nós migrantes indígenas, ocupar as áreas pobres e de periferia dos centros urbanos, onde prevalecem, majoritariamente, as igrejas evangélicas pentecostais. Foi onde nos tornamos “Índio favela”. No que tange às nossas práticas do sagrado, esse desaparecimento é ainda mais evidente e violento. Não apenas pelo óbvio aspecto urbano da vida sem contato com a natureza, as roças, as ervas para o feitio dos chás, pomadas e remédios, mas também por uma pressão social para que isso aconteça. Participar dos ritos do colonizador camufla o racismo e nos dá uma falsa sensação de pertencimento.
Adaptado de Avelin Buniacá Kambiwá, “Do índio favela ao toré no asfalto: as cidades, as práticas do sagrado e suas relações” in As Cidades e o Sagrado dos Povos Tradicionais. Belo Horizonte: Fund. Municipal de Cultura de Belo Horizonte, 2019, p. 38-39.
Com base no depoimento, assinale a afirmativa que interpreta corretamente os problemas e as possibilidades das práticas ancestrais do sagrado nas cidades brasileiras para os povos tradicionais.
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I. Para Comte, a história das sociedades humanas obedece a uma lei unitária de desenvolvimento progressivo, pela qual, no primeiro estágio, a religião oferece aos homens a capacidade de analisar a complexidade do real em termos metafísicos, com base em princípios filosóficos abstratos.
II. Para Freud, a religião é um produto da estrutura psíquica humana, sendo uma forma de ilusão mediante a qual o homem atende, tanto em nível individual como em nível coletivo, os desejos mais antigos e profundos da humanidade.
III. Para Jung, a religião representa uma expressão da mente humana, uma atitude peculiar da consciência impactada pela experiência do numinoso, resultando na capacidade de subjugar, ser objeto de reverência ou de obediência passiva e amor incondicional.
Está correto o que afirma em
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
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1. Para fazer o indivíduo submeter-se a ela [coerção] de boa vontade, não é preciso recorrer a nenhum artifício; basta fazê-lo tomar consciência de seu estado de dependência e de inferioridade naturais - quer ele faça disso uma representação sensível e simbólica pela religião, quer chegue a formar uma noção adequada e definida pela ciência.
As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 124.
2. Não há, pois, religiões que sejam falsas. Todas são verdadeiras à sua maneira; todas respondem, ainda que de maneiras diferentes, a determinadas condições da vida humana.
As Formas Elementares da Vida Religiosa: o sistema totêmico na Austrália. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p.31.
Com base nos trechos, assinale a afirmativa que descreve corretamente o significado do fato religioso para o sociólogo.
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Não apenas os filósofos, mas também os nossos antepassados distinguiram a superstição da religião. Aqueles que todos os dias rezavam aos deuses e faziam sacrifícios, porque os seus filhos sobreviveram a eles mesmos, foram chamados de supersticiosos, palavra que em seguida assumiu um significado mais amplo; invés aqueles que reconsideravam com cuidado e, por dizer, faziam atenção a tudo que referia-se ao culto dos deuses foram chamados de religiosos de relegere, como elegante derivação de eligere (escolha), esmerar de diligere (ter cuidado), inteligente de intelligere (compreender), em todos estes termos o sentido é o mesmo de legere que é o religiosus.
Adaptado de CÍCERO, De natura deorum, II, 28.
Com base no trecho, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente o sentido etimológico dos termos “religião” e “religioso” para Cícero.
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BUTTEL, Frederick. A sociologia e o meio ambiente: um caminho tortuoso rumo à ecologia humana. Perspectivas, São Paulo, 15: 1992.
A sociologia ambiental se conformou como estudo da disciplina sociológica por meio da
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia CríticaCultura de massa e indústria cultural
- Cultura e sociedade
NOELLE-NEUMANN, Elisabeth. A espiral do silêncio: opinião pública nosso tecido social. Florianópolis: Estudos Nacionais, 2017. (Adaptado)
De acordo com a noção de comunicação de massa de Noelle-Neumann, assinale a afirmativa que descreve corretamente a relação entre mídia e poder.
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- Estratificação e desigualdade social
- Desigualdades de raça, classe e gênero
- Formas de estratificação social
Sociologicamente, o importante é compreender que a posição particular que os pobres assistidos ocupam não impede sua integração no Estado, como membros de uma unidade política total. Apesar de sua situação em geral tornar sua condição individual um fim externo ao ato de assistência, e, por outro lado, um objeto inerte, destituído de direitos nos objetivos gerais do Estado, [...] que parecem colocar os pobres fora do Estado, eles estão ordenados de forma orgânica no interior deste. Em princípio, aquele que recebe uma esmola dá também alguma coisa; há uma difusão de efeitos indo dele ao doador e é precisamente o que converte a doação em uma interação, em um acontecimento sociológico.
SIMMEL, G. Les pauvres. Paris: Presses Universitaires de France, 1998.
As afirmativas a seguir apresentam interpretações do texto que consideram os direitos e as obrigações do Estado em relação aos pobres, à exceção de uma. Assinale-a.
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