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Segundo Zygmunt Bauman: “Há uma diferença muito grande, na verdade a mais profunda oposição que se possa conceber, entre analisar criticamente nossas próprias práticas de vida e impor a outras pessoas práticas que não são de sua escolha” (2015). Zygmunt Bauman acrescenta, ademais, que concorda com Cornelius Castoriadis, que qualifica como um “apaixonado defensor da genuína democracia”.
Para Bauman e Castoriadis, o que estaria errado em nossa sociedade, e a manteria distante da democracia genuína, é que ela
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Diferentes pesquisas do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística trazem informações relevantes relacionadas ao patrimônio das famílias. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2019, ano da investigação mais recente com dados disponíveis sobre o tema, fornecem uma série de elementos sobre o local de moradia – que constitui um dos principais ativos do patrimônio de muitas famílias.
Um primeiro elemento, a condição de ocupação do domicílio, apresenta apenas pequenas diferenças segundo a cor ou raça da população. Em 2019, 73,1% da população branca residia em domicílios próprios, proporção que era de 71,8% para a população parda e de 71,1% para a população preta.
(BRASIL – IBGE, 2022)
Os dados apresentados no texto permitem inferir que, no Brasil atual,
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Em 2021, enquanto o rendimento médio de pessoas ocupadas brancas atingiu R$ 19,00 por hora, os valores para pretas (R$ 10,90) ou pardas (R$ 11,30) foram inferiores. Observou-se que, quanto mais alto o nível de instrução, maior o rendimento, sendo significativo para quem possui o ensino superior completo. Entretanto, as disparidades de rendimentos do trabalho, sob a ótica da cor ou raça, estão presentes em todos os níveis de instrução. Com ensino superior completo ou mais, as pessoas brancas ganharam, em média, 50% a mais do que as de cor ou raça preta e cerca de 40% a mais do que as pardas.
(BRASIL – IBGE, 2022, Adaptado)
A partir dos dados apresentados no excerto, cabe afirmar que
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Segundo o IBGE, no informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, “a violência atinge muito mais os homens de 15 a 29 anos do que os homens de outras faixas etárias [...]. Nesse grupo etário, as principais vítimas de homicídios foram os homens pardos e pretos, com taxas de 136,5 e 94,4 mortes por 100 mil habitantes, o que representa 3,3 vezes e 2,3 vezes, respectivamente, a taxa observada entre os homens brancos da mesma faixa etária (41,6 mortes)”.
Com base nos dados citados, as taxas de homicídio no Brasil revelam
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No livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes caracteriza o cenário atual do trabalho do seguinte modo: “Estamos vivenciando [...] a erosão do trabalho contratado e regulamentado, dominante no século XX, e assistindo à sua substituição pelas terceirizações, por diferentes modos de flexibilização, pelas formas de trabalho part time, pelas diversas formas de ‘empreendedorismo’, ‘cooperativismo’, ‘trabalho voluntário’, terceiro setor etc.”.
Segundo Antunes, o cenário descrito ocorre devido à
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Bernard Lahire, em seu texto “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino de Sociologia?”, apresenta uma passagem da obra The theory of the leisure class, de Thorstein Veblen, para discutir a natureza da Sociologia: “A curiosidade sem outra preocupação além do conhecimento, sem outra disciplina que aquelas que se impõem a ela mesma [...], essa curiosidade consagrada a ela mesma oferece uma garantia sobre o despotismo do dinheiro, uma probabilidade de progresso e de crítica”.
No texto, o entendimento de Lahire acerca da Sociologia sustenta uma crítica à abordagem sociológica que se dedica exclusivamente à
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Flávia Piovesan, em seu texto “Ações afirmativas da perspectiva dos direitos humanos”, ao discutir estratégias no combate à discriminação, esclarece: “Faz-se necessário combinar a proibição da discriminação com políticas compensatórias que acelerem a igualdade enquanto processo. Isto é, para assegurar a igualdade, não basta apenas proibir a discriminação mediante legislação repressiva”.
Para a autora, a superação ao problema da desigualdade social exige
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
No texto A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses ad Feuerbach, Wolfdietrich Schmied-Kowarzik ressalta: “Por materialismo Marx aqui não compreende apenas aquele de Feuerbach, mas também o materialismo francês do século XVIII de um La Metrie e de um d’Holbach e, do mesmo modo, o empirismo [...] anglo-saxão de Hobbes e Locke, isto é, toda a ciência positivista da modernidade. É ela que ele acusa de não considerar a realidade que procura conhecer como efetiva, mas que a coisifica e contrapõe a si ‘na forma de um objeto’”.
A crítica de Marx ao materialismo, segundo o texto, concentra-se na
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Em seu texto “Desafios ativistas à democracia deliberativa”, Iris Marion Young reflete sobre as contradições da democracia deliberativa: “A deliberação, diz o ativista, é uma atividade de salas de reuniões [...]. Entre si, [as elites] participam do debate sobre as políticas que sustentarão seu poder e promoverão seus interesses coletivos. [...] Observadores e imprensa só comparecem por convite. [...] Nessas circunstâncias de desigualdade estrutural e poder excludente, os bons cidadãos deveriam estar protestando do lado de fora”.
A contradição apresentada no texto é criticada por Young porque
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