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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Estratificação e desigualdade social
- O nascimento da sociologia
- Formas de estratificação social
- Sociologia como ciência
Uma das frases mais distorcidas e maltratadas das
Teses sobre Feuerbach é aquela extraída da Sexta Tese:
“Em sua realidade ela [a essência humana] é o conjunto
das relações sociais”. A partir desta frase muitas vezes
se pretendeu ler – e isto tanto da parte de marxistas
quanto de antimarxistas – que Marx teria intencionado
que o indivíduo se dissolveria totalmente na sociedade e,
até mesmo, que ele teria negado a existência de indivíduos subjetivamente independentes. (Schmied-Kowarzik,
2019. Adaptado)
No excerto, Schmied-Kowarzik argumenta que a frase extraída da Sexta Tese se refere ao ser humano enquanto
No excerto, Schmied-Kowarzik argumenta que a frase extraída da Sexta Tese se refere ao ser humano enquanto
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Por motivos gerais da “dinâmica do poder” em si, as
Grandes Potências são, com frequência, potências
expansionistas; ou seja, são associações que visam a
expandir os territórios de suas respectivas comunidades
políticas pelo uso, ou ameaça de uso, da força, ou por
ambas as coisas. As Grandes Potências, porém, não
são, necessariamente, e nem sempre, orientadas para a
expansão. Sua atitude, sob tal aspecto, modifica-se com
frequência. (Weber, 1982)
As posições sobre expansionismo das grandes potências, segundo Max Weber, modificam-se porque
As posições sobre expansionismo das grandes potências, segundo Max Weber, modificam-se porque
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A vaidade é uma qualidade muito generalizada e talvez ninguém esteja completamente livre dela. Nos círculos acadêmicos e eruditos, a vaidade é uma espécie de moléstia ocupacional, mas com o intelectual ela
é relativamente inócua, pois, em geral, não perturba o
empreendimento científico. O caso é totalmente diferente com o político. Ele trabalha com o desejo de poder
como um meio inevitável. Portanto, o “instinto do poder”
pertence às suas qualidades normais. O pecado contra
esse espírito altaneiro de sua vocação, porém, começa
quando esse desejo de poder deixar de ser objetivo para
tornar-se uma auto embriaguez puramente pessoal, ao
invés de colocar-se com exclusividade a serviço de uma
causa. (Weber, 1982. Adaptado)
A vaidade, segundo Max Weber, favorece “pecados mortais” da política, que são
A vaidade, segundo Max Weber, favorece “pecados mortais” da política, que são
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As grandes empresas jornalísticas capitalistas, que controlam em especial a “cadeia de jornais”, com “anúncios
classificados”, foram, regular e tipicamente, os fomentadores da indiferença política. A publicidade comercial
também é o caminho pelo qual se procurou influir politicamente na imprensa, em grande estilo – tentativa que
agora é evidentemente considerada como de continuação desejável (Weber, 1982. Adaptado).
Como indica Max Weber, a atuação das grandes empresas jornalísticas promove a indiferença política porque
Como indica Max Weber, a atuação das grandes empresas jornalísticas promove a indiferença política porque
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Nos Estados Unidos, a administração amadorística, através de políticos rapaces, de acordo com o resultado das
eleições presidenciais, teve como consequência a substituição de centenas de milhares de funcionários, incluindo até um simples carteiro. A administração nada sabia
do servidor público profissional, que a isso dedica a sua
vida. Não obstante, essa administração amadorística foi
limitada pela posterior aprovação do Ato da Reforma do
Serviço Público em 1883 (Weber, 1982. Adaptado).
No exceto, Max Weber argumenta que a profissionalização da administração pública estadunidense resultou
No exceto, Max Weber argumenta que a profissionalização da administração pública estadunidense resultou
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Em toda parte, o desenvolvimento do Estado moderno é
iniciado através da ação do príncipe. Ele abre o caminho
para a expropriação dos portadores autônomos e “privados” do poder executivo que estão ao seu lado, daqueles
que possuem meios de administração próprios, meios
de guerra e organização financeira, assim como os bens
politicamente usáveis de todos os tipos. A totalidade do
processo é um paralelo completo ao desenvolvimento da
empresa capitalista através da expropriação gradativa
dos produtores independentes (Weber, 1982).
Weber aponta, como uma de suas características centrais, que o Estado moderno
Weber aponta, como uma de suas características centrais, que o Estado moderno
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Os poderes intermediários, subordinados e dependentes, constituem a natureza do governo monárquico, isto
é, daquele em que um só governa com leis fundamentais. Eu falei dos poderes intermediários subordinados e
dependentes: de fato, na monarquia, o príncipe é a fonte de todo poder político e civil. Estas leis fundamentais
supõem necessariamente a existência de canais médios
por onde flui o poder. O poder intermediário subordinado
mais natural na monarquia é o da nobreza (Montesquieu,
2000. Adaptado).
Para Montesquieu, a nobreza é necessária para a monarquia porque
Para Montesquieu, a nobreza é necessária para a monarquia porque
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O povo que possui o poder soberano deve fazer por si
mesmo tudo o que pode fazer bem; e o que não puder
fazer bem, deve fazê-lo por meio de seus ministros. Seus
ministros não são seus se ele não os nomeia; logo, é uma
máxima fundamental dos governos republicanos que o
povo nomeie seus ministros, isto é, seus magistrados.
Tem necessidade de ser conduzido por um conselho ou
senado. Mas, para que nele tenha confiança, deve eleger seus membros. O povo é admirável quando escolhe aqueles aos quais deve delegar uma parte de sua
autoridade. Mas seria ele capaz de conduzir um negócio,
conhecer os lugares, as oportunidades, os momentos, e
aproveitar-se disto? (Montesquieu, 2000. Adaptado).
No excerto, Montesquieu defende que, em um governo republicano,
No excerto, Montesquieu defende que, em um governo republicano,
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Em “O espírito das leis”, Montesquieu problematiza
teses de Thomas Hobbes sobre o estado de natureza
em que os seres humanos se encontrariam antes do
contrato social. Aponta Montesquieu que: “Hobbes pergunta: ‘por que, se não se encontram naturalmente em
estado de guerra, os homens andam sempre armados?
E por que têm chaves para fechar suas casas?’ Mas
não percebe que está atribuindo aos homens, antes do
estabelecimento das sociedades, aquilo que só pode
acontecer após este estabelecimento, que fará com que
encontrem motivos para atacarem-se e defenderem-se”
(Montesquieu, 2000).
Para Montesquieu, depois de instaurado o contrato social,
Para Montesquieu, depois de instaurado o contrato social,
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O ser humano, enquanto ser físico, é, assim como os
outros corpos, governado por leis invariáveis. Como ser
inteligente, viola incessantemente as leis que Deus estabeleceu e transforma aquelas que ele mesmo instituiu.
Deve orientar a si mesmo e, no entanto, é um ser limitado; está sujeito à ignorância e ao erro, como todas as
inteligências finitas; quanto aos parcos conhecimentos
que possui, ainda está sujeito a perdê-los. Como criatura sensível, torna-se sujeito a mil paixões. Feito para
viver na sociedade, poderia nela esquecer-se dos outros
(Montesquieu, 2000. Adaptado).
Segundo Montesquieu, a superação das limitações humanas descritas no excerto exigiu que
Segundo Montesquieu, a superação das limitações humanas descritas no excerto exigiu que
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