No contexto das redes de computadores, a qualidade de
serviço (QoS) exigida pelas aplicações pode ser medida
através de parâmetros específicos. Dentre esses, um é
definido como a razão entre o número de pacotes
recebidos e o número de pacotes enviados em um certo
intervalo de tempo, podendo indicar que a taxa de
transmissão de um terminal está incompatível com a
capacidade da rede. Outro mostra as variações no
tempo de entrega de um pacote em um determinado
tempo, indicando a relação direta com a demanda de
uso da rede.
Esses dois parâmetros são conhecidos,
respectivamente, como:
O monitoramento de rede é capaz de proporcionar
grandes vantagens a um negócio, como uma alta
velocidade na resolução de problemas. Entre as
ferramentas utilizadas, uma constitui um software de
computador de código aberto, que monitora até mesmo
pequenos dispositivos constantes em uma infraestrutura
de TI, apresentando como vantagens possibilitar a
criação de indicadores de desempenho que mostram a
performance de uma determinada aplicação, além de
facilitar a criação de objetos que serão monitorados.
Paralelamente, esse software também dispõe de API, que permite a integração com outras soluções. como
Grafana, Graphite e Prometheus. Outro aplicativo
também é um software open source que permite
monitorar serviços e dispositivos de rede, e se diferencia
de outras ferramentas, pela enorme disponibilidade de
plugins e alto poder de customização.
Essas duas ferramentas são conhecidas,
respectivamente, como:
Sniffer é um analisador de protocolos para monitorar o
tráfego de uma rede local, tendo como funcionalidades
capturar, inspecionar e interpretar os pacotes de dados
que são transmitidos, visando identificar problemas,
monitorar desempenho, detectar intrusões e analisar o
tráfego. Existem vários analisadores de protocolos
disponíveis no mercado, cada um com suas próprias
características e recursos. Entre as principais
ferramentas, uma é um dos sniffers mais populares e
amplamente utilizados, disponível gratuitamente e de código aberto, sendo compatível com uma ampla
variedade de protocolos de rede e sistemas
operacionais, incluindo Windows, MacOS e Linux.
Esse sniffer é conhecido como:
Cluster é uma técnica de computação que agrupa
diversos computadores ou servidores em um mesmo
sistema para trabalharem em conjunto. Os equipamentos
agrupados compartilham recursos, como
armazenamento e memória, permitindo a troca de
informações e funções, em caso de erros ou sobrecarga.
Os recursos são conectados em rede e trabalham em
conjunto para executar tarefas, processar dados e
armazenar informações. Entre os tipos de cluster , um
engloba uma estrutura na qual todos os computadores
são responsáveis pela execução de uma determinada
tarefa, e caso um dos equipamentos apresente algum
problema, ele é automaticamente retirado do sistema e a
função inicial atribuída a ele é dividida entre os demais
nós. Outro tipo de cluster garante que uma rede
permaneça sempre ativa e, para isso, caso um
computador apresente falha e fique fora do ar, outro
continua mantendo a rede operante.
Os dois tipos descritos são conhecidos respectivamente,
como cluster:
No contexto das redes de computadores e da arquitetura
IP, sendo uma evolução natural do IPv4, o IPv6 emprega
uma sintaxe para o endereço contendo um total de N
bits, separados em blocos de X bits, sendo que cada
bloco destes é convertido em números hexadecimais de
Y dígitos, além do símbolo S.
Nesse contexto, os valores de N, X, Y e o símbolo S,
são, respectivamente:
No universo das redes de computadores, a Wi-Fi Alliance
criou as referências Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E como nomes
comerciais inclusos no padrão IEEE 802.11/ax de redes
sem fio. Entre as especificações desses padrões, três
são listadas a seguir:
I.O Wi-Fi 6 utiliza as frequências de 2,4 GHz e de 5 GHz,
ao passo que o Wi-Fi 6E suporta também uma terceira
frequência, permitindo maiores velocidades e menos
interferências.
II.Suportam uma velocidade máxima de transferência de
dados.
III.Operam com uma tecnologia que divide os canais de
frequência de redes sem fio em pequenas subportadoras, permitindo que pacotes de dados sejam
transmitidos em conjunto para otimizar a entrega.
Nesse contexto, os valores da terceira frequência e da
velocidade teórica máxima e a sigla pela qual é
conhecida a tecnologia, são, respectivamente:
No que se refere aos enlaces empregados nas redes de
computadores, um link estabelece uma conexão segura
entre o usuário e a Internet, no qual todo o tráfego de
dados é roteado por um túnel virtual criptografado, que
disfarça o endereço IP utilizado no link, quando o usuário
usa a internet, tornando a localização dele invisível para
todos.
Esse tipo de link/conexão é conhecido pela sigla:
NAT é uma sigla para a técnica comumente usada por
provedores de serviços de internet e organizações, para
permitir que vários dispositivos compartilhem um único
endereço IP público. Ao usar esse recurso, os
dispositivos em uma rede privada podem se comunicar
com dispositivos em uma rede pública sem a
necessidade de que cada dispositivo tenha seu próprio
endereço IP exclusivo. De acordo com o IANA, foram
reservados blocos de endereços privados de classes A,
B e C, para as redes IPv4.
Em conformidade com a notação CIDR, esses blocos
são, respectivamente:
Contêineres são unidades executáveis de software que
empacotam o código da aplicação juntamente com suas
bibliotecas e dependências, permitindo que o código seja
executado em qualquer ambiente de computação, seja
desktop, TI tradicional ou infraestrutura de nuvem. Nesse
contexto, um tipo de contêiner constitui uma aplicação de
computação em nuvem, que permite aos
desenvolvedores gerenciarem e implementarem
programas em contêineres, dando às empresas de todos
os tamanhos acesso a soluções em nuvem portáteis e
escaláveis. Nesse sentido, os usuários podem simplificar
a virtualização baseada em contêiner e os processos de
gerenciamento, sendo que os provedores dessa
aplicação oferecem inúmeros recursos, incluindo tempos e execução de contêineres, camadas de orquestração e
gerenciamento de armazenamento persistente.
O tipo descrito é conhecido por Contêiner como:
O modelo OSI (Open Systems Interconnection) é um
modelo de referência conceitual que padroniza as
funções de um sistema de telecomunicação ou de
computação em sete camadas de abstração. Em um
cenário de diagnóstico de rede, um analista observa que
um switch está encaminhando quadros (frames) apenas
para as portas de destino corretas, com base em
endereços físicos, mas não consegue interpretar o
endereçamento IP dos pacotes. Considerando o
funcionamento estrito do dispositivo, assinale a
alternativa que indica a camada mais alta do modelo OSI
em que este switch opera.