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Poema do nadador

A água é falsa, a água é boa.

Nada, nadador!

A água é mansa, a água é doida,

aqui é fria, ali é morna,

a água é fêmea.

Nada, nadador!

A água sobe, a água desce,

a água é mansa, a água é doida.

Nada, nadador!

A água te lambe, a água te abraça,

a água te leva, a água te mata.

Nada, nadador!

Senão, que restará de ti, nadador?

Nada, nadador.

TELES, Gilberto Mendonça (Sel.). Melhores poemas – Jorge de Lima. São Paulo: Global, 1994.

Em que verso, as características da água, marcadas, no poema, pelo efeito antitético, são sinérgicas?

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