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3970743 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Iporã Oeste-SC
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Em um órgão municipal responsável por coordenar projetos socioassistenciais, o agente administrativo percebe que algumas ações estão sendo executadas de forma isolada pelos setores, sem comunicação entre si, o que compromete a qualidade dos resultados entregues à população. Para enfrentar esse problema, ele decide implementar um processo de planejamento integrado, estabelecer rotinas padronizadas, definir metas mensuráveis e criar um sistema de monitoramento contínuo para avaliar o cumprimento dos objetivos institucionais.

Considerando os conceitos, princípios, objetivos e funções da Administração Pública, a medida adotada pelo gestor reflete, sobretudo:
 

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3970742 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Iporã Oeste-SC
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Uma prefeitura identificou que o processo de concessão de alvarás estava excessivamente burocrático: exigia a coleta de documentos em diferentes setores, demorava semanas para análise e gerava insatisfação entre os cidadãos. Para corrigir a situação, a gestão decidiu implementar medidas de racionalização de rotinas, simplificação de processos e otimização do tempo, como:

-Criação de um sistema eletrônico integrado para recebimento e análise de documentos.

-Redução de etapas redundantes e eliminação de exigências desnecessárias.

-Estabelecimento de prazos claros e acompanhamento digital do andamento dos pedidos.

Considerando os princípios da gestão da qualidade e da eficiência administrativa, assinale a alternativa correta:
 

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3970683 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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A estrutura organizacional é o esqueleto formal da instituição, definindo a divisão do trabalho, a hierarquia e as linhas de comunicação. O organograma é a representação gráfica desta estrutura, demonstrando as relações de autoridade (linha) e de apoio (staff). Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
 

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3970674 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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O Manual de Redação da Presidência da República estabelece padrões para a comunicação oficial no serviço público, definindo que a clareza, a concisão e a formalidade são essenciais. Dentre os diversos tipos de expedientes oficiais, cada um possui uma finalidade específica. Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre o tipo de documento administrativo e sua principal finalidade, conforme as diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República.
 

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3970654 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Utilize o texto de apoio a seguir para responder à questão.
Enunciado 4996949-1
O texto de apoio acima é um ato de comunicação da Administração Pública Municipal. Considerando as diretrizes e a tipologia dos expedientes oficiais estabelecidas no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta sobre a natureza e finalidade desse tipo de ato.
 

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3970649 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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A Exposição de Motivos (EM) é um expediente de grande relevância na administração pública federal. Sobre a EM, assinale a alternativa que está correta quanto à sua definição e destinatário principal.
 

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3970627 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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O desempenho das organizações pode ser analisado a partir de dois conceitos fundamentais: eficiência e eficácia. Sobre esses conceitos, assinale a alternativa correta.
 

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3970566 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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TEXTO 1
Cidades inteligentes e inteligência artificial: como a inovação tem transformado serviços públicos
Publicado em 22/11/2025 – Por Régis de Oliveira Júnior*
O uso da inteligência artificial (IA) já se consolidou nas cidades brasileiras. O objetivo é claro: qualificar os serviços públicos e entregar uma experiência melhor para o cidadão. Num país com tanta burocracia barrando o acesso a direitos, qualquer avanço tecnológico impacta demais o nosso dia a dia. A pergunta principal mudou. Já não se discute quando a IA vai chegar, mas, sim, como vamos usá-la. A chave é garantir que essa aplicação seja feita com responsabilidade, eficácia e, o mais importante, focada na população.
Desde 2023, a digitalização das prefeituras acelerou bastante. Isso rolou por causa da internet que melhorou, das políticas de smart cities que ganharam força e porque os municípios agora têm mais capacidade de analisar um volume enorme de dados. A IA está em tudo: saúde, mobilidade urbana, segurança, educação e zeladoria. O cidadão, que vivia em longas filas, se deslocando muito ou preso em processos chatos, agora consegue respostas bem mais rápidas e vê menos obstáculos no caminho.
Curitiba é a prova viva dessa inovação. A Muralha Digital tem cerca de 1.600 câmeras e usa visão computacional para ajudar no trânsito e na segurança. O 156 também mudou graças à IA: o sistema consegue reconhecer fotos que os moradores mandam (tipo uma árvore que caiu ou lixo acumulado) e encaminha o pedido certo na hora. A capital paranaense mostra uma integração clara entre tecnologia, planejamento e governança.
Paralelamente, cidades de todos os portes estão testando soluções preditivas para problemas graves. No Recife, o Conecta Recife já tem mais de 650 serviços digitais. Lá, a IA analisa exames e dados de pacientes para avisar sobre riscos, diminuir as faltas e organizar melhor as consultas. Em Rio do Sul, Santa Catarina, um sistema de previsão acertou quase 100% dos casos de evasão escolar, dando tempo para a prefeitura agir antes.
Pessoas que entendem de governança digital dizem que os modelos de machine learning (até os mais básicos) analisam padrões em prontuários, frequência, infraestrutura e mobilidade. Quando operados com a devida supervisão humana, esses algoritmos têm a capacidade de antecipar riscos, organizar melhor as filas, cortar desperdícios e aprimorar significativamente a gestão pública. No entanto, o desafio crucial reside na transparência sobre o funcionamento desses sistemas, exigindo uma prestação de contas contínua à população.
Para ilustrar a amplitude dessas aplicações, listamos dez municípios que já colocam a IA em prática: Curitiba, com a Muralha Digital e o 156 inteligente; Recife, usando o Conecta Recife e a análise de exames; São Paulo, com o SP156 e reconhecimento de imagem; Rio Grande do Sul, com o sistema preditivo contra evasão escolar; Cascavel, que automatiza a triagem de documentos; Porto Alegre, com IA para identificar buracos nas ruas; Belo Horizonte, monitorando pontes com sensores inteligentes; São Caetano do Sul, oferecendo assistentes virtuais 24 horas; Vitória, otimizando o trabalho e cortando custos; e Mogi das Cruzes, que aplica a análise preditiva em segurança e mobilidade.
O avanço das cidades inteligentes impõe, por consequência, novas responsabilidades. A inclusão digital segue como um obstáculo imenso para milhões de brasileiros, especialmente em regiões periféricas ou rurais. Para que a IA seja uma ferramenta democrática, é imperativo ampliar o acesso à internet, promover a alfabetização digital e esclarecer, de forma simples e acessível, como os dados do cidadão serão de fato utilizados.
A privacidade se configura como um dos pontos mais sensíveis da discussão. Sistemas que mexem com dados sensíveis, como histórico de saúde ou de onde a pessoa se desloca, precisam seguir protocolos de proteção e auditoria muito rigorosos. O viés algorítmico também é motivo de preocupação: se os dados usados para alimentar os modelos tiverem falhas ou virem de um histórico de desigualdades, a IA corre o risco de reforçar injustiças sociais ou raciais. Além disso, a regulação da IA ainda está crua no Brasil. Isso cria lacunas que a gente precisa debater: não tem legislação específica, não dá para prever direito os custos a longo prazo e a dependência de empresas privadas é uma dor de cabeça. É importantíssimo que universidades, gestores públicos, gente da ética e a sociedade civil se envolvam na construção de políticas públicas para a IA.
Olhar para fora só mostra o quanto precisamos disso. Países como Estônia, Coreia do Sul e Reino Unido avançaram muito porque juntaram tecnologia com leis fortes. Por lá, as cidades inteligentes não são só sobre inovar; elas também exigem governança aberta e participação das pessoas. O Brasil pode ir por um caminho parecido, desde que a aplicação da IA no setor público seja guiada por dados concretos, tenha metas claras e, claro, um forte compromisso humano.
A IA está transformando o serviço público no Brasil. Se for usada com responsabilidade, ela diminui a burocracia, melhora o acesso, aumenta a eficiência e, no fim das contas, devolve tempo para o cidadão. O que vai definir o jogo não é só a tecnologia. É a governança de como ela é aplicada. Prefeituras têm que digitalizar mais rápido, treinar o pessoal, serem transparentes e abraçar a responsabilidade ética que vem com essa inovação.
A inteligência artificial pode virar o jogo na relação entre o povo e o governo. Para que essa promessa saia do papel, a inovação precisa ser guiada por dados confiáveis, ética e pelas necessidades reais de quem mora na cidade. O futuro urbano do Brasil não será determinado pelo código dos algoritmos, mas sim pela qualidade do compromisso ético e prático de quem administra o setor público.
* Jornalista e especialista em Inteligência Artificial pela ESPM Tech
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/cidades-inteligentes-e-inteligencia-artificial-como-a-inovac-o-tem-transformado-servicos-publicos-1.1093671. Acessado em 09.12.2025.
De acordo com o Texto 1, a adoção de sistemas baseados em IA nas prefeituras brasileiras demanda uma governança ampliada. Entre as alternativas abaixo, assinale a que, corretamente, sintetiza, de forma mais aderente ao conteúdo, o risco estrutural associado à falta de regulação nacional específica.
 

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No arranjo da gestão democrática, assinale a proposição que expressa o papel do Conselho de Educação municipal no controle social da política.
 

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Considerando o financiamento da educação pública em regime de colaboração, assinale a proposição que descreve um desenho contemporâneo de indução a resultados com foco em equidade.
 

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