Na sociedade em que vivemos, deparamo-nos diariamente
com inúmeros desafios de âmbito teórico e prático relacionado com a informação produzida pelo homem durante as
suas atividades dentro de uma determinada organização. Ao
longo dos tempos, o homem procurou formas de comunicar
com os demais que o rodeavam, através de gestos, sons e
outras técnicas que a natureza lhe oferecia. Mas foi precisamente por volta do ano 3000 a.C. que surgiu a escrita, fator
importante para o processo informacional até os tempos
atuais. Dessa forma, podemos ver que foi um longo processo
até chegarmos à fase atual, em que a escrita, como forma
de comunicação, ganhou espaço no mundo da arquivística.
(Gestão e Organização de Documentos de Arquivos. webartigos.com.)
Contudo, para que os documentos de arquivo cumpram
sua função social, administrativa, técnica, jurídica, cultural,
dentre outras, é necessário que:
Observe a imagem a seguir: (Escola de Polícia – arquivoestado.sp.gov.br.)
A imagem se refere a uma sala de aula da Escola da Polícia
Civil do Estado de São Paulo, criada por lei, em 1924, e que
só começou a operar, de fato, dez anos depois, com um regulamento, corpo docente e um diretor administrativo. A
imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São
Paulo. Por ser parte de um arquivo público, essa imagem
O que ocorre é que a palavra “documento histórico” era
muito empregada desde o século XIX, quando os historiadores utilizavam como fontes de informação e como caminhos
de análise, de modo muito mais preponderante, alguns tipos
de textos como aqueles produzidos pelas instituições, pelos
organismos do Estado e dos poderes constituído; ou, ainda,
como as crônicas de época oficiais patrocinadas por estes
mesmos poderes, entre outras possibilidades. Essa escolha
de fontes era essencialmente orientada por um modelo específico de História Política que perdurou amplamente no
primeiro século da historiografia científica. Por causa do amplo predomínio da produção textual no universo que os historiadores tomavam como o seu conjunto de fontes históricas – e também por causa da enfática ideia de prova que estes textos assumiam no trabalho dos historiadores – a designação “documento histórico” surgiu como uma tendência
no vocabulário historiográfico, o que inclusive parecia aproximar do trabalho dos juristas o tipo de trabalho que os historiadores desenvolviam. A palavra documento é ela mesma
resíduo de um tipo de História que se fazia em um período
anterior.
(Fonte: _Histricas._Jos_DAssuno_Barros_ANPUH-RJ_2019.pdf.) A prática historiográfica foi mudando bastante, o universo de
fontes possíveis aos historiadores foi se expandindo e expandiu-se, inclusive, o sentido da palavra “documento”. Nesse
contexto, e na atualidade, o uso da expressão “fonte histórica”:
As atividades de protocolo são constituídas pelo conjunto de operações que visam ao controle dos documentos produzidos e recebidos que tramitam no órgão ou entidade, viabilizando a sua localização, recuperação e acesso.
Dentre essas atividades, aquela que está relacionada ao curso que o documento percorre desde a sua entrada na empresa até chegar ao seu destinatário é
Das diversas formas de classificar os documentos, uma delas é a “classificação pela natureza do assunto”. Os documentos de conhecimento, custódia e divulgação restrita são denominados
O princípio da arquivística que considera que os arquivos espelham a estrutura, funções e atividades da entidade que o produz ou acumula em suas relações internas e externas denomina-se Princípio da
A organização interna empresarial é um dos pré-requisitos
para o funcionamento eficiente dos processos administrativos. Por isso, é fundamental que as estratégias de arquivamento sejam bem definidas e desenvolvidas. Sobre o exposto, assinale a afirmativa correta.