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Imagem 1
Imagem 2
Observe as imagens e marque a assertiva que apresenta conclusões CORRETAS a respeito delas.
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Fonte: Extraído de https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/10/para-esses-5-artistas-a-ia-se-tornou-uma-aliada-criativa/ em 08/09/2025.
Fato é que alguns artistas, como Mayara Ferrão, estão utilizando a IAcomo colaboradora e parceira. Natural de Salvador/BA, Mayara despertou a atenção do público e do mercado da arte com seu trabalho “Álbuns de Desesquecimentos”.
Abaixo, estão algumas imagens criadas pela artista, com o auxílio da IA:
Imagens da série “Álbuns de Desesquecimentos”, de Mayara Ferrão.
A partir do exposto, avalie os itens a seguir.
I- Percebe-se que o uso da IA, nesse caso, origina uma falta de realidade para o que houve na história do Brasil. Essa é uma das formas que prova que o uso da manipulação da Arte pode resultar em imagens falsas, principalmente no que se refere à Fotografia, pois, como se sabe, imagens geradas a partir de dispositivos diferentes de câmeras fotográficas não podem ser chamadas de fotografia.
II- Nota-se, a partir das imagens, que, ao utilizar como título “Álbuns de Desesquecimentos” para a sua série de imagens, a artista Mayara Ferrão procura construir um “passado de memórias” que, por sua vez, sugere mais liberdade e felicidade do que o passado registrado na história das mulheres negras colonizadas no Brasil. Ao mesmo tempo, o trabalho serve como denúncia para o que se sabe que houve de fato.
III- O estilo surrealista de Mayara Ferrão é evidente, pois suas imagens evocam a ideia de sonhos fantasiosos. O recurso utilizado na instrução dos códigos para a geração da imagem (conhecidos como prompt), embora resulte em ótimas imagens, sugere grande variação de estilo artístico, como se nota quando se confronta o resultado obtido nas três imagens exemplificadas.
IV- Embora as imagens exemplificadas sejam geradas por Inteligência Artificial, nota-se, a partir delas, que o estilo de Mayara Ferrão invoca o realismo, pois recriam um passado imaginário com fidedignidade à época (vestuário, cenário e iluminação) em que essas obras poderiam ter sido fotografadas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Imagens X e Y, respectivamente:
Fonte: https://lerbd.blogspot.com/2014/04/blog-bd-piteco-inga-shiko.html. Acesso em Imagens extraídas em 04/09/2025.
Abaixo, ainda, temos outros exemplos do trabalho de Shiko, retirados da sua obra O Quinze, de 2019.
Imagens Z e H, respectivamente.
Fonte: https://universohq.com/noticias/shiko-apresenta-adaptacao-em-quadrinhos-de-o-quinze/.Acesso em Imagens extraídas em 04/09/2025 A partir do exposto, avalie as assertivas a seguir.
I- Piteco, não coincidentemente, é nome de um personagem de Maurício de Sousa, pois Shiko utilizou o mesmo nome para fazer referência à criação, ambientada na Idade da Pedra, do famoso autor brasileiro. Da mesma forma, o nome Ingá foi escolhido por ser um famoso local de inscrições rupestres.
II- Percebendo que a obra O Quinze, de Rachel de Queiroz, era inadaptável para outros formatos, Shiko realizou uma obra que se aproxima mais do romance escrito do que das HQs, como se pode notar pela falta da sarjeta nas imagens (Z e H) exemplificadas.
III- As sarjetas contidas na Imagem Y também recebem a nomenclatura de “calhas” nas teorias sobre HQs. Na linguagem dos Quadrinhos, elas podem servir como recurso narrativo, como, por exemplo, para indicar a passagem do tempo, podendo sugerir uma passagem de tempo rápida (sarjeta curta) ou mais extensa (sarjeta longa).
IV- O universo da seca, retratado na obra de Rachel de Queiroz, não aparece da mesma forma na obra homônina de Shiko, pois se percebe claramente, vide Imagens Z e H, que existe uma alusão mais forte à estética expressionista de obras como “Os retirantes” de Cândido Portinari e “Menino de Engenho” de Augusto dos Anjos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Observe as imagens abaixo e, baseado nelas e no exposto acima, avalie os itens que as seguem.
Imagem à esquerda: A Pedra do Reino, de Miguel dos Santos, 2009. Disponível em: https://live.staticflickr.com/4142/4812234976_802b2aa693_b.jpg Acesso em
30/08/2025; imagem à direita: Obra de Miguel dos Santos de 1987, da Exposição Ressonância Armorial. Fonte: https://www.bolsadearte.com/oparalelo/suassunabrennand-samico-e-dos-santos. Disponível em 30/08/2025.
I- Uma das principais diferenças entre o surrealismo e o realismo mágico é a de que enquanto o primeiro explora o mundo dos sonhos, do inconsciente e do irracional para distorcer a realidade, o realismo mágico insere elementos fantásticos em um cenário realista e aceita o maravilhoso como parte do cotidiano, sem tentar explicá-lo.
II- A obra “A Pedra do Reino” é o título de um livro de Ariano Suassuna. Por isso que, em homenagem a este título. Miguel dos Santos utilizou o mesmo nome para fazer a homenagem a esse escritor pernambucano. A obra é tão importante que foi adaptada para o formato de minissérie e foi exibida nacionalmente sob o nome “O Romance da Pedra do Reino”.
III- Observa-se nas imagens apresentadas que o estilo do Movimento Armorial é marcante nas obras de Miguel dos Santos. Apesar disso, percebe-se que não há uma marca pessoal desse artista, pois enquanto a primeira é uma escultura, a segunda é uma pintura. Sabendo que ele também é ceramista, nota-se que ao se fazer artes de tipos diferentes, um artista não consegue sustentar o seu estilo.
IV- O gênero romanceiro é uma coleção de poesias ou canções de caráter popular. Nele, há sempre a presença de seres cômicos e mágicos. Outros elementos se destacam: a ligação com os folhetos (Literatura de Cordel), com a xilogravura e a serigrafia, que ilustram as capas dos livros. O espírito do romanceiro ainda está presente na Música de viola, rabeca ou pífano.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Observe as imagens a seguir e atente para o que se pede.

Os embaixadores, de Hans Holbein, 1533. Óleo sobre madeira, 207 cm × 209,5 cm.
Alguns detalhes da obra:
Detalhe X

Detalhe Y

Detalhe Z

Detalhes H, G e R

I- A obra “Os embaixadores”, de Hans Holbein, foi realizada em uma época marcante na história da religião, pois alguns conflitos ocorridos nos anos que antecederam sua conclusão culminaram com a Reforma Protestante. Outra marca temporal explicitada na obra é a da expansão marítima. O domínio do autor com a tinta a óleo não passa imperceptível, e esse virtuosismo é explicitado em alguns elementos (que corroboram essas ideias) presentes na imagem: os objetos dispostos na estante e entre os dois humanos indicam racionalidade e desenvolvimento; da mesma forma, os elementos de cunho religioso não são tão evidentes ou ficam parcialmente cobertos (vide o Detalhe Y). O antropocentrismo, o racionalismo e a busca pelo realismo máximo são características do Renascimento.
II- Uma das principais características do Barroco, estilo e época da obra “Os embaixadores”, de Hans Holbein, é o antropocentrismo, como se pode perceber claramente a partir do Detalhe Y e das figuras humanas de dois clérigos ao centro da imagem. O detalhe citado, por exemplo, é uma marca que faz com que a obra não seja quadrada (de mesmo tamanho para a largura e altura), daí ter 207 cm × 209,5 cm, e isso é uma clara alusão à transformação religiosa da época, pois isso demonstra que o caráter místico é o que desregula a vida do homem.
III- Na obra “Os embaixadores”, de Hans Holbein, percebe-se claramente, a partir dos Detalhes X e Z, marcas temporais da época da realização da obra. Como prova disso, nota-se que Música, Literatura e outros objetos (que demonstram a evolução e os diversos conhecimentos científicos humanos) são fortes características das obras conceituais. Alguns autores afirmam que deveria haver uma corda rompida no violão e que, da mesma forma, não deveria existir uma das flautas que compõem a bolsa que serve de transporte para esses instrumentos, pois esses detalhes acrescentariam valor à obra e esses seriam erros conceituais que não devem ocorrer em obras neoclassicistas.
IV- O retrato “Os embaixadores”, de Hans Holbein, não apenas demarca o tempo de sua criação, expondo o pensamento e as características de seu período histórico, como também, através da demonstração suprema da habilidade desse artista como pintor, mantém fidelidade às suas ideias sobre o mundo, uma vez que ele pertenceu ao Romantismo. A discórdia religiosa da época é aludida pelos diversos objetos dispostos sobre a mesa: o livro de aritmética, os objetos que auxiliam na navegação e na identificação da posição geográfica etc. Sobre a figura distorcida exposta em primeiro plano (observar Detalhes H, G e R), só se compreende realmente do que se trata, um crânio (caveira), quando vista ao ficar de pé na lateral direita da obra ou ao se colocar, em determinado ângulo inclinado, um objeto transparente (como um copo) que revela a imagem pela distorção. Todos esses detalhes elaborados pelo artista remetem tanto às obras conceituais quanto ao movimento a que ela pertence: Romantismo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Mood Boards são ferramentas poderosas que ajudam os designers a criar personagens mais coesos e atraentes para os jogadores. Ao capturar a essência visual e emocional de um personagem, os mood boards garantem que a identidade visual seja mantida ao longo do desenvolvimento de um jogo digital.
Neste contexto, analisando as imagens a seguir, identifique qual mood board melhor representa a personagem Lara Croft no universo Tomb Raider?
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Avalie as seguintes afirmativas:
I. A partir da exploração de sítios arqueológicos no Piauí e das datações realizadas na Serra da Capivara, Guidon deu forma à hipótese de que os humanos teriam chegado ao continente americano pela África. Segundo Niède Guidon, conforme artigo publicado em 2008, na revista Fapesp, o material arqueológico resgatado no Piauí até o início dos anos 2000 indica que o homem chegou à região há cerca de 100 mil anos.
II. Manifestações de arte pré-histórica no Brasil encontram-se no parque arqueológico do país, o Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, datando de cerca de 13 000 a.C, entretanto, as mais antigas manifestações artísticas se encontram no Parque Nacional do Catimbau, no Pernambuco, que apresenta também registros de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica datados, sendo considerado o maior parque arqueológico do Brasil.
III. Até junho de 1963, as únicas pinturas rupestres encontradas no Brasil estavam no Piauí, onde as figuras deixadas pelos ancestrais nas paredes de cavernas e paredões rochosos do sertão eram chamadas de “desenhos de índios”, sem importância para os locais.
IV. A teoria de Guidon sobre a chegada do homem às Américas causou ruptura com o consenso científico tradicional da arqueologia, cristalizado pela dominância da visão norte-americana, que posiciona a chegada do homem nas Américas há cerca de 13 mil anos, vindo da Ásia, com passagem pelo Estreito de Bering, localizado entre a Sibéria e o Alasca, de lá, tendo migrado para o sul.
V. Desde o começo de suas pesquisas, Niède Guidon já observava dois grandes horizontes culturais nas pinturas rupestres da sua área de pesquisa. Batizadas como tradição Nordeste e tradição Central, a primeira tem maior concentração de sítios, enquanto a segunda se concentra no centro da região Nordeste.
As afirmativas que apresentam correspondência com o texto da questão são APENAS
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Sobre os períodos artísticos brasileiros, assinale APENAS a alternativa correta.
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