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2268192 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Acerca das características básicas das organizações formais modernas, julgue os itens a seguir.

Um departamento, em uma organização, é um agregado de cargos, não podendo, em nenhuma circunstância, corresponder a um único cargo.

 

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2268191 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Acerca das características básicas das organizações formais modernas, julgue os itens a seguir.

A divisão do trabalho, cuja finalidade é produzir mais e melhor, com o mesmo esforço, é a maneira pela qual um processo complexo pode ser decomposto em uma série de tarefas.

 

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Julgue os itens seguintes, acerca da segurança pública e das Forças Armadas.

As corporações consideradas forças auxiliares e reserva do Exército subordinam-se aos governadores dos estados, do Distrito Federal e dos territórios.

 

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Julgue os itens seguintes, acerca da segurança pública e das Forças Armadas.

Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal, os aspectos relativos à legalidade da imposição de punição constritiva da liberdade, em procedimento administrativo castrense, podem ser discutidos por meio de habeas corpus.

 

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Julgue os itens seguintes, acerca da segurança pública e das Forças Armadas.

É permitido a um estado da Federação criar instituto geral de perícias estadual e inseri-lo no rol constitucional dos órgãos encarregados do exercício da segurança pública.

 

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Acerca da Política de Segurança da Informação (PSI) nos órgãos e entidades da administração pública federal, instituída pelo Decreto n.º 3.505/2000, julgue os seguintes itens.

Os membros do Comitê Gestor da Segurança da Informação só podem participar de processos, no âmbito da segurança da informação, de iniciativa do setor privado, caso essa participação seja julgada imprescindível para atender aos interesses da defesa nacional, a critério do Comitê Gestor e após aprovação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Considerando-se que as operações de inteligência são instrumentos legais disponíveis ao Estado, é correto inferir que os serviços de inteligência prescindem das formalidades legais para a obtenção de dados sigilosos.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Das informações do texto conclui-se que o intercâmbio de dados e informações entre agências de inteligência coíbe a expansão de redes criminosas.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Depreende-se da leitura do texto que uma das razões para o descrédito das instituições responsáveis pela segurança pública é a corrupção existente entre seus membros.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Infere-se do texto que as autoridades do Estado devem valer-se dos serviços de inteligência para combater o crime organizado.

 

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