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Leia o texto II abaixo para responder às questões de 8 a 14.


Dado o seu impacto inquestionável nos rumos do desenvolvimento de uma nação, a tecnologia aeroespacial é considerada estratégica, sendo extensamente apoiada pelos governos por meio de políticas diferenciadas. Esse apoio ou os suportes institucionais destinados ao setor aeroespacial são justificados pelo nível de complexidade, sofisticação, célere obsolescência da fronteira tecnológica e renovação constante dos produtos (aviões, helicópteros, motores, sistemas de defesa, mísseis e munições, satélites e veículos lançadores etc.) e, principalmente, pela dualidade de sua aplicação, civil e militar.

Outro benefício utilizado como argumento decorre do fato de que as inovações por ele geradas são rapidamente transferidas para uso em outros setores, proporcionando avanços substantivos para o bem-estar das sociedades que os desenvolvem (os chamados spin-offs). Inovações como a “eletrônica embarcada”; a tendência à miniaturização de componentes eletrônicos; a difusão de dispositivos informatizados; as máquinas de usinagem por controle numérico; os sistemas de desenho, engenharia e manufatura computadorizados; materiais compósitos; e células de combustível são algumas das tecnologias que foram desenvolvidas em seu âmbito. Ilustram essas aplicações muitos dos avanços observados em telecomunicações, transporte, energia, sensoriamento remoto, meteorologia, medicina e agricultura.

Consequentemente, tanto os países detentores de uma indústria aeroespacial madura como aqueles que vêm implementando esforços para constituir tal estrutura tecnológica têm demonstrado crescente preocupação com a formulação de políticas de ciência e tecnologia ou na formação de visões estratégicas de longo prazo, que assegurem a respectiva autonomia tecnológica, a competitividade e o futuro desse setor.

Basicamente, a segmentação do setor aeroespacial é definida em aeronáutica civil, defesa e espaço, sendo suas tecnologias, além de específicas, interdependentes entre si. Ademais, suas atividades apresentam características econômicas e dinâmicas próprias e exigem a integração de conhecimentos multidisciplinares.

Tal segmentação está relacionada ao uso intensivo de uma força de trabalho de altíssima qualificação e remuneração decorrente, resistindo à automação em razão de sua baixa escala de produção, criando empregos de alto nível em todas as suas etapas: projeto, fabricação e serviços pós-venda. O desenvolvimento dos seus produtos, desde a pesquisa básica aplicada até a fase experimental, requer grande volume de capital e tempo de maturação (entre 5 e 10 anos) e seus investimentos apresentam retorno em médio e longo prazo. Entretanto, a geração de produtos de alto valor agregado torna o setor aeroespacial extremamente atraente para a expansão da pauta de exportações dos países dele detentores.

Brasil. Presidência da República. Secretaria de Assuntos

Estratégicos. Desafios do Programa Espacial Brasileiro/ Secretaria de

Assuntos Estratégicos. – Brasília: SAE, 2011. Disponível em: <

http://www.sae.gov.br/site/wp-content/uploads/espacial_site.pdf>.

Acesso em 5 out. 2014.

Levando em consideração o terceiro parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o texto II abaixo para responder às questões de 8 a 14.


Dado o seu impacto inquestionável nos rumos do desenvolvimento de uma nação, a tecnologia aeroespacial é considerada estratégica, sendo extensamente apoiada pelos governos por meio de políticas diferenciadas. Esse apoio ou os suportes institucionais destinados ao setor aeroespacial são justificados pelo nível de complexidade, sofisticação, célere obsolescência da fronteira tecnológica e renovação constante dos produtos (aviões, helicópteros, motores, sistemas de defesa, mísseis e munições, satélites e veículos lançadores etc.) e, principalmente, pela dualidade de sua aplicação, civil e militar.

Outro benefício utilizado como argumento decorre do fato de que as inovações por ele geradas são rapidamente transferidas para uso em outros setores, proporcionando avanços substantivos para o bem-estar das sociedades que os desenvolvem (os chamados spin-offs). Inovações como a “eletrônica embarcada”; a tendência à miniaturização de componentes eletrônicos; a difusão de dispositivos informatizados; as máquinas de usinagem por controle numérico; os sistemas de desenho, engenharia e manufatura computadorizados; materiais compósitos; e células de combustível são algumas das tecnologias que foram desenvolvidas em seu âmbito. Ilustram essas aplicações muitos dos avanços observados em telecomunicações, transporte, energia, sensoriamento remoto, meteorologia, medicina e agricultura.

Consequentemente, tanto os países detentores de uma indústria aeroespacial madura como aqueles que vêm implementando esforços para constituir tal estrutura tecnológica têm demonstrado crescente preocupação com a formulação de políticas de ciência e tecnologia ou na formação de visões estratégicas de longo prazo, que assegurem a respectiva autonomia tecnológica, a competitividade e o futuro desse setor.

Basicamente, a segmentação do setor aeroespacial é definida em aeronáutica civil, defesa e espaço, sendo suas tecnologias, além de específicas, interdependentes entre si. Ademais, suas atividades apresentam características econômicas e dinâmicas próprias e exigem a integração de conhecimentos multidisciplinares.

Tal segmentação está relacionada ao uso intensivo de uma força de trabalho de altíssima qualificação e remuneração decorrente, resistindo à automação em razão de sua baixa escala de produção, criando empregos de alto nível em todas as suas etapas: projeto, fabricação e serviços pós-venda. O desenvolvimento dos seus produtos, desde a pesquisa básica aplicada até a fase experimental, requer grande volume de capital e tempo de maturação (entre 5 e 10 anos) e seus investimentos apresentam retorno em médio e longo prazo. Entretanto, a geração de produtos de alto valor agregado torna o setor aeroespacial extremamente atraente para a expansão da pauta de exportações dos países dele detentores.

Brasil. Presidência da República. Secretaria de Assuntos

Estratégicos. Desafios do Programa Espacial Brasileiro/ Secretaria de

Assuntos Estratégicos. – Brasília: SAE, 2011. Disponível em: <

http://www.sae.gov.br/site/wp-content/uploads/espacial_site.pdf>.

Acesso em 5 out. 2014.

Levando em consideração o segundo parágrafo do texto e sua inserção no contexto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo.

I. A oração “proporcionando avanços substantivos (...)” possui, no texto, valor semântico de finalidade.

II. A expressão “decorre de”, no início do parágrafo, pode ser substituída por “implica”, sem prejuízo para o sentido.

III. Em “por ele geradas”, o pronome destacado refere-se a “setor aeroespacial”.

É correto o que se afirma em

 

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Leia o texto II abaixo para responder às questões de 8 a 14.


Dado o seu impacto inquestionável nos rumos do desenvolvimento de uma nação, a tecnologia aeroespacial é considerada estratégica, sendo extensamente apoiada pelos governos por meio de políticas diferenciadas. Esse apoio ou os suportes institucionais destinados ao setor aeroespacial são justificados pelo nível de complexidade, sofisticação, célere obsolescência da fronteira tecnológica e renovação constante dos produtos (aviões, helicópteros, motores, sistemas de defesa, mísseis e munições, satélites e veículos lançadores etc.) e, principalmente, pela dualidade de sua aplicação, civil e militar.

Outro benefício utilizado como argumento decorre do fato de que as inovações por ele geradas são rapidamente transferidas para uso em outros setores, proporcionando avanços substantivos para o bem-estar das sociedades que os desenvolvem (os chamados spin-offs). Inovações como a “eletrônica embarcada”; a tendência à miniaturização de componentes eletrônicos; a difusão de dispositivos informatizados; as máquinas de usinagem por controle numérico; os sistemas de desenho, engenharia e manufatura computadorizados; materiais compósitos; e células de combustível são algumas das tecnologias que foram desenvolvidas em seu âmbito. Ilustram essas aplicações muitos dos avanços observados em telecomunicações, transporte, energia, sensoriamento remoto, meteorologia, medicina e agricultura.

Consequentemente, tanto os países detentores de uma indústria aeroespacial madura como aqueles que vêm implementando esforços para constituir tal estrutura tecnológica têm demonstrado crescente preocupação com a formulação de políticas de ciência e tecnologia ou na formação de visões estratégicas de longo prazo, que assegurem a respectiva autonomia tecnológica, a competitividade e o futuro desse setor.

Basicamente, a segmentação do setor aeroespacial é definida em aeronáutica civil, defesa e espaço, sendo suas tecnologias, além de específicas, interdependentes entre si. Ademais, suas atividades apresentam características econômicas e dinâmicas próprias e exigem a integração de conhecimentos multidisciplinares.

Tal segmentação está relacionada ao uso intensivo de uma força de trabalho de altíssima qualificação e remuneração decorrente, resistindo à automação em razão de sua baixa escala de produção, criando empregos de alto nível em todas as suas etapas: projeto, fabricação e serviços pós-venda. O desenvolvimento dos seus produtos, desde a pesquisa básica aplicada até a fase experimental, requer grande volume de capital e tempo de maturação (entre 5 e 10 anos) e seus investimentos apresentam retorno em médio e longo prazo. Entretanto, a geração de produtos de alto valor agregado torna o setor aeroespacial extremamente atraente para a expansão da pauta de exportações dos países dele detentores.

Brasil. Presidência da República. Secretaria de Assuntos

Estratégicos. Desafios do Programa Espacial Brasileiro/ Secretaria de

Assuntos Estratégicos. – Brasília: SAE, 2011. Disponível em: <

http://www.sae.gov.br/site/wp-content/uploads/espacial_site.pdf>.

Acesso em 5 out. 2014.

Levando em consideração o primeiro parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo.

I. A oração que inicia o texto possui valor semântico de causa.

II. A última vírgula do parágrafo é utilizada apenas para enfatizar a expressão por ela isolada, portanto não haverá prejuízo semântico para o trecho caso ela seja suprimida.

III. A expressão “sendo extensamente apoiada” pode ser substituída por “tendo extenso apoio”, sem prejuízo para o sentido e para a correção gramatical do trecho.

É correto o que se afirma em

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

A última frase do penúltimo parágrafo apresenta uma oposição marcada pelo conectivo “mas”. Tal oposição só não aparece marcada em uma das alternativas. Assinale-a.

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Levando em consideração o terceiro e o quarto parágrafos do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Levando em consideração o segundo parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Levando em consideração o primeiro parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Considerando o terceiro período do texto, propõem-se as paráfrases abaixo. Assinale a alternativa que apresenta a única paráfrase que altera semanticamente o teor do trecho original.

 

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Leia o texto I abaixo para responder às questões de 1 a 7 e à questão 14.


Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.

Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.

primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.

Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.

A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.

GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança

do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Levando em consideração o primeiro parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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1421860 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: AEB
Conquista do Espaço

Em 1945, a Segunda Guerra Mundial terminou, dando início à chamada Guerra Fria. Esse novo conflito tinha como protagonistas os Estados Unidos da América (EUA) e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), sendo que essas duas superpotências da época apresentavam sistemas político-deológicos distintos e visavam a ampliar suas áreas de influência.

Durante mais de quatro décadas (1945 a 1991), esses dois países travaram uma batalha pela busca da hegemonia mundial. Eles destinaram dinheiro para algumas nações se reestruturarem, forneceram armas durante conflitos separatistas, intervieram na política externa etc.. Para expandir suas áreas de influência, no entanto, era preciso demonstrar superioridade em vários setores, fato que proporcionou acontecimentos históricos. Estados Unidos e União Soviética realizaram altos investimentos em tecnologia, destinados principalmente para a indústria bélica. Esse fato ficou caracterizado como a corrida armamentista. O mundo, dividido em dois blocos – capitalista ou socialista –, temia um possível confronto entre esses dois países, pois era (e ainda é) grande a quantidade de armas nucleares dessas nações.

Além dos gastos destinados a armamentos, EUA e URSS também investiram pesado em pesquisas relacionadas ao conhecimento do espaço sideral, com destaque para a exploração do nosso satélite natural, a Lua. Nesse momento, teve início a corrida espacial, na qual o país que atingisse os melhores resultados poderia determinar a supremacia sobre o outro.

Em 1957, a União Soviética saiu em vantagem pela conquista do espaço. Em outubro daquele ano, o país lançou ao espaço o primeiro satélite artificial, denominado Sputnik. No entanto, a URSS não se conteve e, em novembro do mesmo ano, enviou o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela Laika, a bordo do Sputnik 2.

Em contrapartida, os Estados Unidos, em 1958, lançaram o satélite artificial Explorer I, que transportava vários aparelhos de pesquisa. Porém, no ano seguinte, a URSS apresentou um grande avanço nas suas pesquisas, realizando o projeto Luna, que proporcionou a obtenção de imagens (fotos) da superfície lunar.

Outro grande salto soviético na corrida espacial foi dado em abril de 1961. Nessa ocasião, foi realizado o primeiro voo tripulado por um humano. A bordo da nave Vostok, o astronauta Yuri Gagarin teve o privilégio de orbitar a Terra e entrar para a história como o primeiro humano a conquistar tal feito e pela sua célebre frase: “A Terra é azul”.

Os Estados Unidos, vendo que estavam ficando para trás, investiram mais ainda no projeto espacial. O resultado foi alcançado em 1962, quando o astronauta John Glenn voou ao redor da Terra. Conforme as pesquisas avançavam, os objetivos se tornavam mais complexos. A NASA Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) visava a alcançar a Lua, um feito que revolucionaria a corrida espacial.

Em 20 de julho de 1969, os astronautas estadunidenses Edwin Aldrin Jr., Neil Armstrong e Michael Collins, tripulantes da nave espacial Apollo 11, atingiram o solo lunar. Essa conquista foi transmitida pela televisão, ficando marcada pela seguinte frase de Neil Armstrong: “Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade”.

Após esse feito, a tensão entre esses dois países foi diminuindo e, em 1975, soviéticos e estadunidenses chegaram a trocar informações sobre a exploração espacial. Esse fato, além da redução dos gastos destinados às pesquisas espaciais e da fragmentação da URSS, marcou o fim da conquista espacial. Em 20 de julho de 1969, os astronautas estadunidenses Edwin Aldrin Jr., Neil Armstrong e Michael Collins, tripulantes da nave espacial Apollo 11, atingiram o solo lunar. Essa conquista foi transmitida pela televisão, ficando marcada pela seguinte frase de Neil Armstrong: “Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade”.

Após esse feito, a tensão entre esses dois países foi diminuindo e, em 1975, soviéticos e estadunidenses chegaram a trocar informações sobre a exploração espacial. Esse fato, além da redução dos gastos destinados às pesquisas espaciais e da fragmentação da URSS, marcou o fim da conquista espacial.

Wagner de Cerqueira e Francisco
http://www.brasilescola.com/geografia
De acordo com o que se depreende do texto, analise as assertivas abaixo.

I. Os Estados Unidos da América e a União Soviética, embora apresentassem os mesmos sistemas político-ideológicos, travaram uma batalha para demonstrar superioridade em vários setores.

II. Além de disputarem as pesquisas relativas ao conhecimento do espaço sideral, os Estados Unidos da América e a União Soviética investiram pesado em tecnologia na corrida armamentista.

III. O americano, Yuri Gagarin, foi o primeiro homem a orbitar a Terra e revelar que a Terra era azul.

É correto o que se afirma em
 

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