Foram encontradas 447 questões.
O preço cobrado em uma corrida de táxi é calculado a R$ 1,90
por quilômetro rodado acrescido de R$ 5,40 a título de
bandeirada. Se dada corrida custou R$ 28,20, foram percorridos
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para realizar a avaliação de um programa de governo,
uma equipe será montada com um coordenador e um agente
operacional. Para coordenar os trabalhos, pode-se escolher
qualquer um dos 8 analistas reguladores, enquanto que, para o
posto de agente operacional, tanto se pode escolher um dos 5
técnicos administrativos quanto um dos 6 inspetores reguladores.
Tendo como base a situação hipotética apresentada, a quantidade de maneiras que se pode montar esta equipe é igual a
Tendo como base a situação hipotética apresentada, a quantidade de maneiras que se pode montar esta equipe é igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
P: “O bom administrador diferencia entre a coisa pública e a
privada e separa adequadamente o interesse privado do público.”
O número de linhas da tabela-verdade associada à proposição P é igual a
O número de linhas da tabela-verdade associada à proposição P é igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB2A1
O mundo vegetal não é um silêncio absoluto, só quebrado
pela ação do vento nas folhas ou de abelhas zumbindo próximas.
Plantas com “sede” ou “feridas” podem murchar e empalidecer,
mas agora sabemos que elas também emitem sons quando
passam por situações de estresse.
Nessas ocasiões, elas podem produzir muitos estalos em
staccato (notas muito curtas), aos quais as criaturas próximas
podem responder. É o que aponta um novo estudo. “Quando
essas plantas estão em boa forma, elas emitem menos de um som
por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes
de 30 a 50 por hora”, afirma o professor Lilach Hadany, biólogo
evolucionista da Universidade de Tel Aviv.
De 40 a 80 kHz, esses sons são muito agudos para o
ouvido humano, que atua numa faixa de cerca de 20 kHz. Mas
insetos como mariposas e pequenos mamíferos, incluindo-se
ratos, podem detectar essas frequências, o que levanta a
possibilidade de que os ruídos possam influenciar seu
comportamento, ou seja, os sons ultrassônicos emitidos pelas
plantas podem ajudar a moldar seus ecossistemas.
“Eles [os sons] são potencialmente importantes porque
outros organismos talvez tenham evoluído para ouvir esses sons
e interpretá-los”, acrescenta Hadany. Essas emissões sonoras
podem, por exemplo, ser úteis para criaturas próximas, talvez
chamando a atenção de animais para plantas que lhes sirvam de
alimento ou para locais onde insetos devam depositar seus ovos.
Não está claro o que cria os sons, mas suspeita-se de um
processo chamado cavitação, em que as colunas de água em
caules de plantas desidratadas se quebram, gerando bolhas de ar.
Alexandre Carvalho. Internet: (com adaptações)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container